Search icone
Permuta de Trabalhos Acadêmicos
Garantias
Leia mais sobre as nossas garantias.

Fisiologia da polpa e do periodonto

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
administração
Faculdade
Faculdade...

Informações do trabalho

Vanessa C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
13 páginas
Nível
avançado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
0
escrever um comentário
  1. Fisiologia da polpa
  2. Fisiologia do periodonto

Este trabalho tem como objetivo fazer uma análise sobre a fisiologia da polpa e do periodonto.
O dente é formado, basicamente, por três tecidos mineralizados: esmalte, dentina e cemento, e por um tecido não mineralizado, a polpa dental. A polpa é constituída de vasos, nervos, células, substância intercelular, etc, e ocupa um espaço existente no interior do elemento dentário chamado cavidade pulpar. A cavidade pulpar se estende da coroa à raiz do dente. Na coroa, recebe o nome de câmara pulpar, e na raiz, de canal radicular. Daí a origem do nome popular de "tratamento de canal".
A polpa dental, suas estruturas e reações biológicas, têm sido objetos de continua, investigação. Com o avanço da microscopia eletrônica de varredura, estruturas antes desapercebidas, passaram a ser observadas e analisadas. Assim, muitos cientistas estão empenhando seus esforços para que se possa entender, cada vez mais os fatores que regulam os vários processos biológicos da polpa dental.
O ser humano, como todo ser vivo, passa por várias transformações fisiológicas durante a sua existência. O tempo acarreta uma série de transformações neste organismo com a finalidade de melhor adaptar-se às condições externas ou mesmo adversas. Por toda a vida observar-se-á uma constante mutação nos diversos órgãos do nosso organismo, temos como um simples exemplo as mudanças que ocorrem no epitélio de revestimento, a nossa pele, onde ao nascer apresenta uma característica de lisura e com o passar do tempo torna-se áspera.
O sistema stomatognático passa por esta mesma transformação, procurando uma melhor adaptação, temos durante o início da vida a necessidade de um padrão anatomo-fisiológico que satisfaça o instinto de sucção; com o passar do tempo teremos a necessidade de um padrão anatômico desenvolvido para uma alimentação cada vez mais dura e depois ocorre a involução do organismo aonde existe um preparo para o termino de sua existência.
O periodonto, como parte constituinte do sistema stomatognático, acompanha esta evolução e involução no transcorrer de uma existência. Temos que ter em mente como profissionais nesta área da saúde, que, ao realizarmos uma análise de um periodonto o quanto é importante estarmos conscientes nas diferenças anatomo - histo - fisiológicas inerentes a idade do paciente.

[...] Todos se originam livres na polpa e vão se tornando aderentes ou inclusos, conforme avança a formação de dentina - BIOQUÍMICA DA POLPA: O tecido pulpar apresenta extraordinárias modificações com o avanço da idade. A deposição de dentina secundária determina uma redução do seu volume original, alterando o seu contorno. Os contingentes capilar e celular e o volume das células diminuem progressivamente, aumentando seus componentes fibrosos. Na polpa podem ocorrer calcificações localizadas, geralmente assintomáticas não visíveis nas radiografias, a nÃo ser que sejam volumosas, apresentando-se como espículas esparsas, principalmente ao longo da polpa radicular, em dentes integros ou afetados por cárie ou outras doenças periodontais. [...]


[...] O odontoblasto é uma célula altamente diferenciada que não se divide mais, e assim sendo, quando o tecido pulpar é exposto pode ocorrer um reparo à custa da formação de uma ponte dentinária, porém deve-se lembrar que o odontoblasto, durante a odontogênese necessita da presença das células do epitélio interno ou das células da bainha radicular de Hertwig para se diferenciar. Sendo assim, não se conhece a procedência do estímulo responsável pela diferenciação odontoblástica numa polpa adulta que não possui células epiteliais. [...]


[...] Algumas dessas células se diferenciam em fibroblastos, elementos importantes na manutenção da substância intercelular - ARRANJO ESTRUTURAL No tecido conjuntivo pulpar (região coronária), do ponto de vista histológico, podemos distinguir quatro zonas nítidas: 1 - zona odontoblástica, na periferia da polpa estão localizados os odontoblastos, células formadoras de dentina - zona acelular, logo abaixo da camada de odontoblastos, também chamada de camada basal de Weil ou zona de Weil, é bem evidente na polpa coronária - zona rica em células, abaixo da zona acelular, bem visível na polpa coronária, rica em fibroblastos, células mesenquimais e macrófagos - zona central, onde estão situados os vasos sangüíneos maiores e os nervos pulpares - COMPONENTES: 1 - CÉLULAS: Odontoblastos, fibroblastos, células mesenquimais indiferenciadas, macrófagos e linfócitos. [...]

Mais Vendidos medicina

Trabalho sobre educação física e a importância do esporte no ensino

 Biologia e medicina   |  Medicina   |  Estudo   |  15/05/2007   |  BR   |   .doc   |   16 páginas

Gestação múltipla

 Biologia e medicina   |  Medicina   |  Dissertação   |  21/11/2007   |  BR   |   .doc   |   21 páginas

Últimos trabalhos medicina

Fisiologia e Anatomia em Otorrinolaringologia

 Biologia e medicina   |  Medicina   |  Estudo   |  25/09/2012   |  BR   |   .ppt   |   13 páginas

Diagnóstico e tratamento das Otites

 Biologia e medicina   |  Medicina   |  Estudo   |  25/09/2012   |  BR   |   .ppt   |   27 páginas