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Hemorragias no 3 trimestre da gestação

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
ITPAC

Informações do trabalho

Frederico L.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo
Número de páginas
57 diapositivo
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Considerações gerais
  2. Principais patologias
    1. Placenta prévia
    2. Descolamento prematuro da placenta
    3. Vasa prévia
  3. Placenta prévia
    1. Conceitos básicos
    2. Considerações
    3. Classificação
    4. Etiologia
    5. Sintomatologia
    6. Patogenia da hemorragia
    7. Diagnóstico
    8. Mortalidade fetal
    9. Diagnóstico diferencial
    10. Tratamento geral
    11. Prognóstico
  4. Descolamento prematuro da placenta
    1. Considerações
    2. Etiologia
    3. Fisiopatologia
    4. Elementos envolvidos na fisiopatologia
    5. Sintomatologia
    6. Classificação
    7. Diagnóstico
    8. Diagnóstico diferencial
    9. Avaliação e prognóstico
    10. Conduta e tratamento
  5. Vasa prévia
    1. Considerações
    2. Complicações agudas
    3. Diagnóstico
    4. Diagnóstico diferencial
    5. Tratamento
    6. Prognóstico
  6. Conclusão
  7. Bibliografia

CONSIDERAÇÕES GERAIS: As hemorragias do terceiro trimestre de gestação são causadas por patologias que aumentam consideravelmente a morbiletalidade materna e perinatal Os conceptos que sobrevivem apresentam maior freqüência de complicações Um diagnóstico precoce e o tratamento ativo podem reduzir ao máximo a mortalidade materno-fetal (33 a 100%) PRINCIPAIS PATOLOGIAS: Placenta prévia Descolamento prematuro da placenta Vasa prévia

[...] Na maioria dos casos, entretanto, o sangue disseca o espaço entre as membranas e a decídua e se exterioriza como hemorragia transvaginal, tipicamente com coloração escura como resultado da ação enzimática durante o percurso entre o espaço retroplacentário e a cavidade vaginal HEMORRAGIAS NO TRIMESTRE DA GESTAÇÃO ELEMENTOS ENVOLVIDOS NA FISIOPATOLOGIA: Hematoma retroplacentário e hemorragia Hipertonia Sofrimento e morte fetal (comprometimento respiratório do feto, hipertonia uterina, anemia materna aguda e hemorragia fetal pela rotura de algumas vilosidades placentárias na área do descolamento) Discrasia sanguínea (consumo dos fatores de coagulação pelo coágulo formado) HEMORRAGIAS NO TRIMESTRE DA GESTAÇÃO SINTOMATOLOGIA: Dor abdominal em pontada de forma abrupta Sensibilidade abdominal a palpação uterina Hemorragia, presente em 80% dos casos, de coloração escura ?tipo menstrual? acompanhada de coágulos Hipertonia Sofrimento do concepto Hemoâmnio (bolsa rota) Parto prematuro HEMORRAGIAS NO TRIMESTRE DA GESTAÇÃO CLASSIFICAÇÃO: Grau I (leve): Não há sintomatologia e o diagnóstico é confirmado pelo exame da placenta que revela o hematoma Grau II (intermediário): O diagnóstico é baseado nos sinais clássicos de DPP, com hipertonia uterina e sofrimento fetal, estando o feto ainda vivo Grau III (grave): Caracteriza-se pela morte fetal, podendo ser dividido em IIIA (sem coagulopatia) e IIIB (com coagulopatia) HEMORRAGIAS NO TRIMESTRE DA GESTAÇÃO DIAGNÓSTICO: Anamnese (dor abdominal tipo pontada, perda sanguínea, história de traumatismos, agressão física, etc.) e exame físico (paciente ansiosa, agitada, dor persistente, sensibilidade na palpação uterina, hipertonia, aferição da PA, pulso, BCF's, medida do fundo uterino, toque vaginal com identificação da bolsa das águas) Ultrassonografia (útil na identificação do coagulo retroplacentário e no diagnóstico diferencial de placenta prévia) HEMORRAGIAS NO TRIMESTRE DA GESTAÇÃO DIAGNÓSTICO: Exames laboratoriais (contagem de plaquetas, tempo de protrombina, tempo parcial de tromboplastina e dosagem de fibrinogênio) HEMORRAGIAS NO TRIMESTRE DA GESTAÇÃO DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL: Placenta prévia ou inserção viciosa da placenta Rotura do seio marginal Vasa prévia HEMORRAGIAS NO TRIMESTRE DA GESTAÇÃO AVALIAÇÃO E PROGNÓSTICO: O melhor prognóstico para a mãe e o feto depende da precisa avaliação do caso, bem como da rápida instituição do tratamento Em qualquer caso de DPP, deve-se avaliar 4 aspectos que irão nortear o tratamento: tempo de evolução, estado geral da mãe, bem como rastreamento das complicações (anemia, choque e discrasia), comprometimento fetal e evolução do trabalho de parto HEMORRAGIAS NO TRIMESTRE DA GESTAÇÃO CONDUTA E TRATAMENTO: Aminiotomia (descompressão do hematoma retroplacentário, redução da passagem de tromboplastina tecidual para a circulação materna, exteriorização sanguínea, possibilitando melhor avaliação da perda sanguínea e observação do líquido aminiótico meconial) Ocitocina (correção da contratilidade uterina) Tratamento da discrasia sanguínea (criopreciptado ou plasma fresco congelado) HEMORRAGIAS NO TRIMESTRE DA GESTAÇÃO CONDUTA E TRATAMENTO: Em feto vivo e viável, uma vez feito o diagnóstico e tomadas todas as medidas para equilibrar o quadro clínico da paciente, deve ser realizado a operação cesariana de urgência, com exceção se o diagnóstico for feito no período expulsivo, sendo neste caso, considerar o parto vaginal com fórcipe de alívio S/N Estando o feto morto, afastado o risco de rotura uterina, o parto deve ser preferencialmente por via vaginal HEMORRAGIAS NO TRIMESTRE DA GESTAÇÃO HEMORRAGIAS NO TRIMESTRE DA GESTAÇÃO HEMORRAGIAS NO TRIMESTRE DA GESTAÇÃO VASA PRÉVIA CONSIDERAÇÕES: É a condição em que os vasos de inserção velamentosa transitam no segmento inferior, adiante da apresentação fetal Trata-se de uma anomalia de inserção do funículo umbilical da placenta na qual os vasos umbilicais cruzam o segmento inferior uterino, colocando-se à frente da apresentação HEMORRAGIAS NO TRIMESTRE DA GESTAÇÃO CONSIDERAÇÕES: É um evento raro, ocorrendo em 1:3000 nascimentos, mas com alta taxa de mortalidade fetal (33 a pois o sangramento é eminentemente fetal e não materno (Chen; Konchak, 1998) A freqüência de inserção velamentosa oscila entre 0,5 e em gestações simples, ao redor de 10% em gestações gemelares, e segundo alguns autores, pode chegar próximo de 100% em gestações trigemelares HEMORRAGIAS NO TRIMESTRE DA GESTAÇÃO COMPLICAÇÕES AGUDAS: Ruptura dos vasos prévios durante a ruptura de membranas ou na aminiotomia em pacientes nas quais não se sustenta de onde seja a localização do vaso velamentoso, com choque fetal ocorrendo rapidamente (Lijoi; Brady, 2003) Compressão dos vasos prévios pela apresentação fetal acarretando bradicardia e conseqüente sofrimento fetal (Lijoi; Brady, 2003) HEMORRAGIAS NO TRIMESTRE DA GESTAÇÃO DIAGNÓSTICO: É realizado ocasionalmente pelo toque digital dos vasos junto à bolsa aminiótica Aminioscopia Doppler colorido transvaginal a partir do trimestre se os vasos aberrantes sobre o orifício vaginal interno forem visualizados com uma especificidade de 91% (Chen; Konchak, 1998; Lee et al., 2000) HEMORRAGIAS NO TRIMESTRE DA GESTAÇÃO DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL: Placenta prévia ou inserção viciosa da placenta Descolamento prematuro da placenta Rotura do seio marginal HEMORRAGIAS NO TRIMESTRE DA GESTAÇÃO TRATAMENTO: Resolução do parto com operação cesariana em pacientes com 35 semanas ou mais Infelizmente, não existem muitas opções a serem feitas durante esta emergência obstétrica, pois trata-se de uma situação de risco de vida imediata para o feto HEMORRAGIAS NO TRIMESTRE DA GESTAÇÃO PROGNÓSTICO: Se a veia umbilical for acometida o prognóstico é ruim com morte fetal quase que imediata Se a artéria umbilical for acometida o prognóstico é melhor, pois uma vez que a circulação pode se manter pela outra artéria umbilical Conclusão As doenças que determinam hemorragia no 3º trimestre são as que normalmente mais determinam gravidade para a mãe e para o feto; Geralmente os RNs em que a mãe teve hemorragia nesse período, apresentam complicações futuras, em todos os sistemas orgânicos. [...]


[...] A gestação deve ter mais de 20 semanas e a placenta deve estar inserida no corpo uterino A DPP é condição freqüente ocorrendo em cerca de a das gravidezes que ultrapassam a semana Representa mais de 30% de todas as hemorragias do terceiro trimestre HEMORRAGIAS NO TRIMESTRE DA GESTAÇÃO CONSIDERAÇÕES: Em cerca de 50% dos casos, ocorre antes de iniciado o trabalho de parto, sendo que em 40% ocorre durante o período de dilatação e em 10% no período expulsivo Em gravidez subseqüente a um quadro de DPP, a chance de um novo episódio é 10 vezes maior que na população geral e 20 vezes quando ocorrerem dois episódios anteriores (Pernoll, 1994) HEMORRAGIAS NO TRIMESTRE DA GESTAÇÃO ETIOLOGIA: Na maioria das vezes é desconhecida, imprecisa e multifatorial Hipertensão arterial Idade avançada Rotura prematura das membranas Multiparidade (questionado) Uso de aspirina e drogas (cocaína, tabaco, etc.) Fator racial (raça negra) Fatores mecânicos ou traumáticos HEMORRAGIAS NO TRIMESTRE DA GESTAÇÃO ETIOLOGIA: Miomatose uterina Deficiência de folato Deficiência de vitamina C Alcoolismo HEMORRAGIAS NO TRIMESTRE DA GESTAÇÃO FISIOPATOLOGIA: O primeiro fenômeno fisiopatológico é a hemorragia decidual que inicia o deslocamento, tendo como conseqüência a formação do hematoma retroplacentário que invade a placenta formando uma ?cratera? na superfície placentária materna. [...]

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