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Imunologia dos tumores

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
outros
Faculdade
fumesc

Informações do trabalho

Elisa S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
14 páginas
Nível
Especializado
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. INTRODUÇÃO
  2. ANTÍGENOS TUMORAIS E RECONHECIMENTO IMUNOLÓGICO
  3. MECANISMOS IMUNOLÓGICOS EFETORES
  4. IMUNIDADE CONTRA TUMORES MEDIADA POR CÉLULAS
  5. DETECÇÃO DE IMUNIDADE MEDIADA POR CÉLULAS T
  6. FUNÇÃO DA CÉLULA T EFETORA
  7. CLONES DE CÉLULAS T
  8. RESPOSTA DAS CÉLULAS B
  9. COMPLEXOS IMUNES
  10. IMUNIDADE NATURAL
  11. CÉLULAS NK
  12. MACRÓFAGOS E MONÓCITOS
  13. MECANISMOS DE ESCAPE
  14. EXPRESSÃO ANTIGÊNICA
  15. TOLERÂNCIA E SUPRESSÃO
  16. FACILITAÇÃO
  17. POTENCIAL TERAPÊUTICO
    1. IMUNOTERAPIA ATIVA
    2. IMUNOTERAPIA ATIVA INESPECÍFICA
    3. IMUNOTERAPIA ADOTIVA
    4. IMUNOTERAPIA PASSIVA
  18. CONCLUSÃO
  19. BIBLIOGRAFIA

O papel do sistema imune em prevenir o aparecimento e reagir contra um tumor já instalado tem sido tema de investigação de um grande número de pesquisadores em todo o mundo. No entanto, a importância real e a capacidade da resposta imunológica de impedir o desenvolvimento de uma neoplasia necessita ainda melhor confirmação experimental. As modernas técnicas que vêm revolucionando a biologia em geral e a imunologia em particular - biologia molecular, anticorpos monoclonais, clones de linfócitos T - deram novo impulso nesta área de conhecimento, abrindo novas perspectivas.
Um grande número de observações evidencia que o sistema imune tem importante papel no surgimento e desenvolvimento de um câncer.
A ablação cirúrgica de um tumor sólido é freqüentemente caracterizada por uma importante infiltração de células mononucleares marcando a presença do sistema imunológico. No entanto, o grau de infiltração não está diretamente relacionado com o grau de necrose tecidual, embora em alguns raros casos seja sinal de bom prognóstico. Por outro lado, o uso disseminado de drogas imunossupressoras em pacientes transplantados permitiu acumular dados de que em tal situação está muito aumentada a incidência de certas neoplasias. Da mesma maneira, indivíduos jovens acometidos de Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (SIDA) apresentam uma alta incidência de Sarcoma de Kaposi, uma patologia rara, até então observada em pacientes idosos. Ainda no mesmo sentido está o fato de que filhotes acometidos de imunodeficiências apresentam elevado risco de desenvolver câncer. Deve-se salientar que em todos estes casos desenvolveram-se raras formas de tumores e não ocorre simplesmente um aumento de predisposição às neoplasias comumente encontradas, levando a pensar que, nestes tumores, um particular controle imunológico deva estar envolvido.
As patologias que se abrigam com o nome de Câncer são em grande número, complexas e heterogêneas. Todas se caracterizam por um crescimento incontrolado de células invasivas ditas transformadas, mas as características celulares variam com os tecido, a função e o estágio de diferenciação. Além disto, há uma grande diversidade nos mecanismos de indução da transformação maligna - vírus, radiação, agente químico ou outro - no acesso do sistema imune ao tumor e quando, e de que forma, fica muito difícil generalizar as observações feitas em sistemas específicos e muita cautela deverá ser dada na aplicação de regras gerais. As bases imunológicas envolvidas na resposta antitumoral são o objeto deste trabalho.

[...] Um dos principais objetivos de um imunologista de tumores é identificar tal antígeno e mostrar que ele não está presente na célula normal fetal ou outro estado de diferenciação, bem como demonstrar que não está expresso em outros tecidos normais. Desta forma, a eficácia do sistema imune em eliminar células neoplásicas está na dependência que estas células sofram alterações que deverão ser reconhecidas pelo Sistema Imune que colocará em ação componentes eficazes na destruição destas células Caso haja falha em uma destas três etapas, a célula tumoral escapará ao controle imunológico. [...]


[...] No sistema imune eferente, o macrófago armado pelo seu receptor Fc de IgG específica é um dos sistemas dos protagonistas na lise por ADCC (Citotoxidade Celular Dependente de Anticorpo). Além destas funções, está claramente demonstrado que monócitos e macrófagos de um indivíduo normal podem ter reatividade espontânea contra células tumorais após ativação. Esta atividade é independente do reconhecimento de antígenos tumorais definidos anteriomente mas está ligado a uma estrutura expressa na célula macrofágica responsável por esta função. A atividade antitumoral natural macrofágica é pequena mas aumenta muito após ativação por linfocinas, principalmente interferon Gama, endotoxinas ou outras substâncias que induzem várias transformações bioquímicas e morfológicas nos macrófagos. [...]


[...] Reatividade contra tumores autólogos e alguns alogênicos; 3. Uma ampla reatividade contra vários alvos tumorais e contra células alvo EN-sensíveis. (Isto tem alguma semelhança à atividade de células "exterminadoras" anômalas, freqüentemente geradas em culturas mistas de linfócitos (CML) e podem representar a atividade de células LAK, que necessitam de vários dias de incubação em IL-2 para sua geração). RESPOSTA DAS CÉLULAS B A produção de anticorpos contra antígenos expressos nas células tumorais pode ser demonstrada por uma variedade de técnicas, incluindo imunoflorescência e citotoxicidade, utilizando-se células tumorais marcadas com isótopos radioativos e complemento exógeno. [...]

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