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Miomatose uterina

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
ITPAC

Informações do trabalho

Frederico L.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo
Número de páginas
44 diapositivo
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Definição
  2. Epidemiologia
  3. Etiopatologia
    1. níveis circulantes de strogênio
    2. Ação sinérigica do GH com estrogênio
    3. Ação sinérigica do HPL com o estrogênio
    4. Níveis circulantes de progesterona
    5. Deficiência de 17 - OH - desidrogenase
    6. Aromatase
    7. Influência genética
  4. Patologia
  5. Alterações degenerativas Secundárias
  6. Classificação
    1. De acordo com a localização
    2. De acordo com a posição relativa as camadas
  7. Manifestações clínicas
  8. Diagnóstico
  9. USG
  10. USG: 3D: Mioma submucoso
  11. Histeroscopia: Mioma submucoso
  12. Videolaparoscopia
  13. Videolaparoscopia: Dissecando o pedículo do mioma
  14. Videolaparoscopia: Retirando o mioma
  15. Diagnóstico diferencial
  16. Tratamento
    1. Conduta expectante
    2. Tratamento clínico
  17. Embolização
  18. Antes da embolização
  19. Após a embolização
  20. Conclusão
  21. Bibliografia

Tumores benignos formados por fibras musculares lisas do útero com estroma de tecido conjuntivo em proporções variáveis Neoplasia benigna mais comum na mulher 95% dos tumores benignos do trato genital feminino 3-9 vezes mais comum nas negras Mais comum em nulíparas e inférteis Rara antes dos 20 anos Maior causa de histerectomia Não está totalmente esclarecida Fatores que podem influenciar no crescimento da musculatura uterina: 1) NÍVEIS CIRCULANTES DE ESTROGÊNIO: Principal fator determinante do cresc. tumoral. Há maior número de receptores de estrogênio nos tecidos tumorais Não foi comprovados níveis de estrogênio elevado em mulheres com leiomiomas

[...] Após menopausa, miomas que sofrem necrose NECROSE = + comum em miomas pediculados SARCOMATOSA = rara CLASSIFICAÇÃO DE ACORDO COM A LOCALIZAÇÃO: Cervicais Ístmicos Corporais ( DE ACORDO COM A POSIÇÃO RELATIVA AS CAMADAS: Subseroso Intramural Submucoso MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Menos de 50% dos miomas são sintomáticos Sangramento anormal Dor pélvica e dismenorréia Aumento do volume abdominal Compressão genitourinária Corrimento vaginal Distúrbios intestinais Infertilidade DIAGNÓSTICO Anamnese e exame físico Toque vaginal bimanual USG pélvica Histeossalpingografia Histeroscopia Videolaparoscopia TC RM USG USG 3D: Mioma submucoso USG 3D: Mioma submucoso Histeroscopia: Mioma submucoso Histeroscopia: Mioma submucoso Videolaparoscopia Videolaparoscopia Videolaparoscopia Videolaparoscopia Videolaparoscopia: Dissecando o pedículo do mioma Videolaparoscopia: Retirando o mioma DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL Condições que cursam com sangramento uterino anormal ou alterações do volume uterino: Pólipos endometriais Hiperplasias endometriais Neoplasia do corpo ou colo uterino Adenomiose Gravidez Mal formação uterina Neoplasia traofoblástica gestacional Tumores císticos e sólidos do ovário DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL Condições pélvicas de origem extra-ginecológica que mascaram o diagnóstico: Aderências pélvicas Tumores vesicais ou intestinais Tumores retroperitoneais Cistos mesentéricos Rim ectópico Fecaloma Abscessos TRATAMENTO 1)CONDUTA EXPECTANTE: Paciente assintomática ou sintomática sem comprometimento geral Tumores pequenos na peri-menopausa ou pós-menopausa USG TRATAMENTO 2)TRATAMENTO CLÍNICO: Redução tumoral Controle da perda sanguínea Paciente na peri-menopausa Paciente com risco cirúrgico elevado TRATAMENTO MIFEPRISTONA: Antagonista da progesterona Reduz 50% no tamanho do tumor em 12 meses DANAZOL: Inibe secreção GnRH e diretamente a esteroidogênese Efeitos colaterais androgenicos Reduz 30% no tamanho dos miomas TRATAMENTO GESTRINONA: Efeito antigonadotrófico, antiestrogenico e antiprogestogênico Efeitos colaterais androgênicos Reduz 30% RALOXIFENO: Modulador seletivos dos receptores de estrogenios Age positivamente na massa óssea Sem efeito na peri ou pós-menopausa TRATAMENTO ANÁLAGOS DE GnRH: Via IM, SC ou nasal Modificação da molécula original 15-200x mais potente Maior meia vida Efeito flare-up (14dias) Após fase down-regulation dos receptores Reduz 30-70% Amenorréia em 2/3 dos casos Uso no pré-operatório ou peri-menopausa A interrupção da medicação leva ao retorno em curto espaço de tempo TRATAMENTO ANTAGONISTAS DO GnRH: Cetrorelix Não possuem efeito flare-up inicial ABLAÇÃO ENDOMETRIAL: Destruição do endométrio através de laser, balões térmicos, microondas, fluídos quentes, criocirurgia, corrente mono ou bipolar. [...]


[...] 95% dos tumores benignos do trato genital feminino 3-9 vezes mais comum nas negras Mais comum em nulíparas e inférteis Rara antes dos 20 anos Maior causa de histerectomia ETIOPATOGENIA Não está totalmente esclarecida Fatores que podem influenciar no crescimento da musculatura uterina: NÍVEIS CIRCULANTES DE ESTROGÊNIO: Principal fator determinante do cresc. tumoral. Há maior número de receptores de estrogênio nos tecidos tumorais Não foi comprovados níveis de estrogênio elevado em mulheres com leiomiomas ETIOPATOGENIA AÇÃO SINÉRGICA DO GH COM O ESTROGÊNIO: Influencia no cresc. [...]

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