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Otosclerose

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
ITPAC

Informações do trabalho

Frederico L.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo
Número de páginas
30 diapositivo
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Sinônimos
  2. Conceito
  3. Histórico
  4. Considerações
  5. Histologia
  6. Sítios de predileção
  7. Diagnóstico
  8. Audiometria
  9. Classificação de Shaumbach
  10. Diagnóstico diferencial
  11. Tratamento
    1. Clínico
    2. Prótese auditiva
    3. Cirúrgico
  12. Cuidados pós-operatórios
  13. Complicações
  14. Complicações Intra-operatórias
  15. Complicações pós-operatórias
  16. Revisão cirúrgica
  17. Conclusão
  18. Bibliografia

Conceito Displasia óssea encontrada apenas no osso temporal humano, de característica hereditária autossômica dominante com penetrância variável (25 a 40%) Histórico 1735 ? Valvalsa descreveu pela 1ª vez a anquilose do estribo na janela oval - 1881 ? Von Troltsch usou o termo otosclerose pela 1ª vez - 1885 ? Toymbee descreveu como doença a fixação do estribo causando perda auditiva - 1893 ? Politzer constatou a doença em achados histológicos - Sibernmann criou o termo otospongiose devido ao aspecto poroso encontrado no osso Considerações Incidência: 8 a 12% em peças - 0,5 a 2% diagnosticados Predisposição familiar ? 50 a 70% tem antecedentes familiares Mais freqüente em indianos, brancos caucasianos e raro em chineses e negros Ocorre mais em adultos jovens (11- 30 anos) 60% dos pacientes apresentam comprometimento bilateral Prevalência no sexo feminino de 2:1 Pode ser desencadeada ou agravada com a gravidez Uso de Anticoncepcionais orais podem agravar a doença Pode estar associada a algumas doenças sistêmicas como a osteogênese imperfeita

[...] dominante com penetrância variável (25 a Histórico - 1735 Valvalsa descreveu pela 1ª vez a anquilose do estribo na janela oval - 1881 Von Troltsch usou o termo otosclerose pela 1ª vez - 1885 Toymbee descreveu como doença a fixação do estribo causando perda auditiva - 1893 Politzer constatou a doença em achados histológicos - Sibernmann criou o termo otospongiose devido ao aspecto poroso encontrado no osso Considerações Histologia Áreas de reabsorção única ou múltiplas, por atividade dos osteoclástos, seguidas de cicatrização com focos de neoformação óssea, com numerosos espaços vasculares, formando projeções que invadem o tecido ósseo da cápsula labiríntica Semelhante ao osso fibroso normal, difere apenas na estrutura da matriz, sendo em mosaico no osso normal e em trama no osso espongiótico (semelhante ao calo ósseo) Sítios de predileção - 80 a 90% junto à janela oval na área denominada fóssula antefenestra, causando fixação, desencadeando perda condutiva - 30 a 50% nas bordas da janela redonda - invadem ligamento anular, perdendo as margens da janela oval (otosclerose obliterante) - pode seguir para cóclea resultando em perda sensorial - raramente atinge toda a cóclea, causando surdez total (otosclerose maligna) - caso progrida nas 2 direções pode resultar em perda mista Diagnóstico - História típica de perda auditiva gradual e lentamente progressiva - História familiar de perda auditiva e cirurgias - Zumbido ocorre em 70% dos casos - Vertigem é incomum - Nega trauma e infecções Diagnóstico Otoscopia e pneumo otoscopia descartam outras causas de perda condutiva (serosa, pequena perfuração) Sinal de Schwartze mancha avermelhada vista por transparência Rinné e Weber definem perda condutiva Testes como de Bing, Gélle e Bonnier podem ser úteis Audiometria Variam com o grau de fixação do estribo e presença ou não do acometimento coclear Geralmente aparece uma curva ascendente com queda maior nos graves A curva óssea pode apresentar um entalhe em 1000 ou 2000 Hz (entalhe de Cahart) Discriminação normal, melhor do que a esperada pela perda auditiva Classificação de Shaumbach: Grau curva aérea ascendente, óssea normal ou com entalhe Grau II: curva horizontal, óssea com discreta lesão (20 dB) e entalhe Grau III: curva descendente com perda aérea até 90 dB, óssea com lesão acentuada (50 a 60 dB) e recrutamento Grau IV: atrofia coclear profunda com perda dos sons agudos - Timpanometria: Geralmente normal (tipo ou levemente rígida (tipo As) Reflexo estapédico ausente Efeito on-off: lesão precoce, normalmente precede o gap aéreo-ósseo, ocorre em 30% dos casos - Exame de imagem: TC é o ideal, cortes de 1mm, mas de pouco valor para lesão extensa áreas de rarefação no bloco labiríntico foco descalcificado na cápsula labiríntica Diagnóstico diferencial - Otite média serosa - Fixação congênita do martelo, bigorna ou estribo - Anormalidades ossiculares congênitas - Fixação ossicular pós-inflamatória, pós traumática ou pós operatória - Descontinuidade ossicular - Osteogênese imperfeita (S. [...]


[...] Série Otoneurolgia Kirachae I. Physiology [...]

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