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Patologias da infância - Sarampo

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
ITPAC

Informações do trabalho

Frederico L.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo
Número de páginas
46 diapositivo
Nível
Especializado
Consultado
206 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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0
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  1. Importância do tema
  2. O sarampo
  3. Modo de transmissão
  4. Fisiopatologia do Sarampo
  5. Susceptibilidade
  6. Quadro clínico
  7. Sinais e sintomas: Cronologia
  8. Complicações do Sarampo
  9. Diagnóstico laboratorial
  10. Diagnósticos diferenciais
  11. Rubéola x Sarampo
  12. Exantema súbito x Sarampo
  13. Eritema infeccioso x Sarampo
  14. Dengue x Sarampo
  15. Enteroviroses e ricketioses x Sarampo
  16. Tratamento
  17. Profilaxia
  18. Profilaxia pós-exposição
  19. Conclusão
  20. Bibliografia

Acredita-se que atualmente morra por ano no mundo 1 milhão de crianças devido às complicações do sarampo; Em SP em 1997 houve uma epidemia com 42.000 casos confirmado (antes a doença estava sob controle); Motivos: Baixa cobertura vacinal Acúmulo de suscetíveis ao longo dos anos Porém desde o ano 2.000 não houve mais registro de novos casos de sarampo no Brasil; É uma doença infecciosa, altamente contagiosa; Agente etiológico: O vírus RNA, Paramyxovirus, subgrupo Morbillivírus; Antes da vacinação em massa, a população mais acometida era de 5 a 10 anos; Atualmente a doença vem ocorrendo mais em adolescentes e adultos jovens; Razão: Um percentual importante desta faixa etária não teve contato com o vírus selvagem e uma parcela não recebeu a 2ª dose da vacina depois de 1 ano de idade;

[...] em 1997 houve uma epidemia com 42.000 casos confirmado (antes a doença estava sob controle); Motivos: Baixa cobertura vacinal Acúmulo de suscetíveis ao longo dos anos Porém desde o ano 2.000 não houve mais registro de novos casos de sarampo no Brasil; O sarampo É uma doença infecciosa, altamente contagiosa; Agente etiológico: O vírus RNA, Paramyxovirus, subgrupo Morbillivírus; Antes da vacinação em massa, a população mais acometida era de 5 a 10 anos; Atualmente a doença vem ocorrendo mais em adolescentes e adultos jovens; Razão: Um percentual importante desta faixa etária não teve contato com o vírus selvagem e uma parcela não recebeu a 2ª dose da vacina depois de 1 ano de idade; O sarampo (cont) A doença se caracteriza pela febre, coriza, conjuntivite, tosse, e presença de enantema característico denominado manchas de Koplik; Continua sendo uma ameaça e a melhor forma de eliminá-lo é garantindo uma boa cobertura vacinal; Os pacientes desnutridos possuem a doença na sua forma mais grave; Neles os quadros diarréicos e infecções bacterianas secundárias são freqüentes e preocupantes; O sarampo está diretamente relacionado aos padrões de sanitarismo básico, alimentação e desenvolvimento socioeconômico; Modo de transmissão É transmitido diretamente de pessoa a pessoa, através das secreções nasofaríngeas, expelidas ao tossir, espirrar, falar ou respirar; Essa forma de transmissão é responsável pela elevada contagiosidade da doença; Tem sido descrito, também, o contágio por dispersão de gotículas com partículas virais no ar, em ambientes fechados como, por exemplo: escolas, creches e clínicas; Fisiopatologia do Sarampo O único reservatório natural é o ser humano; O vírus do sarampo é considerado, entre as viroses conhecidas como "comuns da infância" a doença infecciosa mais contagiosa; A transmissão do vírus ocorre mesmo antes do surgimento do xantema, o que facilita a transmissão do vírus, pois é comum o paciente febril continuar em contato com outras pessoas; Fisiopatologia do Sarampo (cont) Nos primeiros dias de infecção o vírus dá início a sua replicação e provoca uma viremia primária e posteriormente secundária; Depois o vírus alcança a mucosa respiratória causando bronquite ou mesmo pneumonia viral, que poderá ser um fator predisponente para infecção bacteriana secundária; Otite média aguda (mais comum) e pneumonia bacteriana (mais temida) são exemplos de complicações que o vírus do sarampo pode causar; Fisiopatologia do Sarampo (cont) O vírus do sarampo também infecta linfócitos linfócitos B e monócitos, o que pode justificar a imunodepressão celular que ocorre com a doença; Um paciente infectado, ou em período de convalescença de sarampo, pode negativar o PPD, ou mesmo, apresentar melhora clínica transitória de doenças auto-imunes; A doença confere imunidade duradoura e a reinfecção é rara; Susceptibilidade A suscetibilidade ao vírus do sarampo é geral; Os lactentes em que a mãe já teve sarampo ou foi vacinada possuem (temporariamente) anticorpos transmitidos por via placentária, conferindo imunidade; Essa imunidade dura ao longo do primeiro ano de vida, o que interfere na resposta à vacinação; No Brasil cerca de 85% das crianças perdem esses anticorpos maternos por volta dos 9 meses de idade; Quadro clínico Após o período médio de incubação (8-12dias) surge o período prodrômico; O período prodrômico aparece subitamente e dura de 4 a 5 dias Observa-se então uma febre ( >38,3 que persistirá até após surgir o exantema; Outros sintomas comuns no prôdrômico são mal-estar importante e anorexia; Cerca de 24 horas após a criança apresentará a fáceis Sarampenta composta por sintomas catarrais: Coriza mucopurulenta Conjuntivite com lacrimejamento Fotofobia Quadro clínico As manchas de Koplik é o sinal patognomônico; Podem ser observadas 24 a 48 horas antes do exantema eritematoso, maculopapular, morbiliforme característico; O exantema aparece primeiro na região retroauricular e do pescoço tendo distribuição céfalo-caudal; Depois ocorre um escurecimento das lesões e descamação furfurácea (raramente acomete mãos e pés) Sinais e sintomas: Cronologia Complicações do Sarampo Quando suspeitar de complicação ? [...]


[...] Tratamento (cont) Para os casos não complicados: Manter a hidratação Suporte nutricional Antitérmicos Repouso: Apesar de recomendado, encontra-se naturalmente presente, sendo determinado pelo estado de desânimo típico das crianças enfermas; Isolamento: A criança deve ser isolada das demais até 5 dias após o início do exantema; Tratamento (cont) Recuperação do estado Nutricional: Levará até de 4 - 8 semanas para recuperar o estado nutricional que apresentava antes da doença; Tratamento das complicações: Diarréia, pneumonia e otite média, devem ser tratadas de acordo com normas e procedimentos estabelecidos pelo Ministério da Saúde; Profilaxia Vacinas disponíveis na América Latina: As vacinas licenciadas contêm vírus vivos atenuados contra o sarampo (cepas Moraten, Schwarz, AIK-C ou CAM-70); A vacina contra o sarampo pode ser administrada isoladamente, de forma monovalente, ou combinada com as vacinas contra a caxumba e rubéola, em forma de vacina tríplice; Vale observar que todas as vacinas são administradas por via subcutânea e que depois de aberto o frasco sua validade é de 8h; Profilaxia Eficácia e imunogenicidade das Vacinas: Quando administrada depois dos 12 a 15 meses de vida, a eficácia da vacina contra o sarampo é de aproximadamente Antes dessa idade, a eficácia é menor, devido à interferência dos anticorpos matemos presentes na circulação; No Brasil, a partir de 2003, a vacinação contra o sarampo aos nove meses com a vacina monovalente foi suspensa e a vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) passou a ser administrada aos 12 meses; Profilaxia Efeitos adversos da vacina tríplice: Hipersensibilidade imediata é rara; Por ser cultivada em embrião de galinha, podem ocorrer reações de hipersensibilidade a antígenos relacionados com o ovo; É contra-indicada unicamente para pessoas com história de reação anafilática após ingestão de ovo, mas pode ser administrada com segurança a pessoas com outras manifestações alérgicas ao ovo; Existe também o risco de reação de hipersensibilidade a neomicina contida na fórmula da vacina, por pessoas alérgicas a esse antibiótico; Profilaxia Efeitos adversos da vacina tríplice: A vacina é aplicada por via subcutânea, havendo, em alguns casos, queixa de dor discreta e auto-limitada; Reações locais pouco significativas; As manifestações sistêmicas associadas às vacinas de vírus atenuados ocorrem, geralmente a 15 dias após sua administração, que é o tempo necessário para um "período de incubação?; Profilaxia Efeitos adversos da vacina tríplice: Quando se utiliza a vacina combinada (tríplice viral) é difícil identificar o antígeno que está relacionado com o efeito secundário; Manifestações como artrite e artralgias (relacionadas com a vacina da rubéola) e a inflamação das parótidas (vacina da parotidite); Em muitos vacinados surge também exantema, com duração de dois a quatro dias e evolução benigna (reação atribuída à vacina contra o sarampo); 10 dias depois da aplicação da vacina algumas crianças (de a podem apresentar um quadro de catarro rinofaríngeo, com ou sem febre, que dura de 2-4 dias; Profilaxia pós-exposição Indicação: Contactantes íntimos sem história prévia de sarampo; A vacina pode ser empregada até 72 horas após o contato; A Imunoglobulina (imunização passiva) pode ser utilizada após 72 horas da exposição ou na existência de alguma contra-indicação à vacina (malignidades, gravidez, imunodeficiência congênita); Profilaxia pós-exposição A dose é de 0,2 a 0,5 ml/kg intramuscular, sendo as doses mais elevadas administradas em indivíduos com alguma forma de imunodepressão; A gamaglobulina confere proteção por um período de quatro semanas; Em caso de nova exposição, a dose deve ser repetida; Se não houver contra-indicação para seu emprego, a vacina deve ser administrada cerca de 12 semanas após a Imunoglobulina, com objetivo de fornecer imunidade duradoura; Conclusão O sarampo é uma das principais causas de morbimortalidade entre crianças menores de cinco anos, sobretudo as desnutridas e as que vivem nos países em desenvolvimento;. [...]


[...] Tratamento (cont) Para os casos não complicados: Manter a hidratação Suporte nutricional Antitérmicos Repouso: Apesar de recomendado, encontra-se naturalmente presente, sendo determinado pelo estado de desânimo típico das crianças enfermas; Isolamento: A criança deve ser isolada das demais até 5 dias após o início do exantema; Tratamento (cont) Recuperação do estado Nutricional: Levará até de 4 - 8 semanas para recuperar o estado nutricional que apresentava antes da doença; Tratamento das complicações: Diarréia, pneumonia e otite média, devem ser tratadas de acordo com normas e procedimentos estabelecidos pelo Ministério da Saúde; Profilaxia Vacinas disponíveis na América Latina: As vacinas licenciadas contêm vírus vivos atenuados contra o sarampo (cepas Moraten, Schwarz, AIK-C ou CAM-70); A vacina contra o sarampo pode ser administrada isoladamente, de forma monovalente, ou combinada com as vacinas contra a caxumba e rubéola, em forma de vacina tríplice; Vale observar que todas as vacinas são administradas por via subcutânea e que depois de aberto o frasco sua validade é de 8h; Profilaxia Eficácia e imunogenicidade das Vacinas: Quando administrada depois dos 12 a 15 meses de vida, a eficácia da vacina contra o sarampo é de aproximadamente Antes dessa idade, a eficácia é menor, devido à interferência dos anticorpos matemos presentes na circulação; No Brasil, a partir de 2003, a vacinação contra o sarampo aos nove meses com a vacina monovalente foi suspensa e a vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) passou a ser administrada aos 12 meses; Profilaxia Efeitos adversos da vacina tríplice: Hipersensibilidade imediata é rara; Por ser cultivada em embrião de galinha, podem ocorrer reações de hipersensibilidade a antígenos relacionados com o ovo; É contra-indicada unicamente para pessoas com história de reação anafilática após ingestão de ovo, mas pode ser administrada com segurança a pessoas com outras manifestações alérgicas ao ovo; Existe também o risco de reação de hipersensibilidade a neomicina contida na fórmula da vacina, por pessoas alérgicas a esse antibiótico; Profilaxia Efeitos adversos da vacina tríplice: A vacina é aplicada por via subcutânea, havendo, em alguns casos, queixa de dor discreta e auto-limitada; Reações locais pouco significativas; As manifestações sistêmicas associadas às vacinas de vírus atenuados ocorrem, geralmente a 15 dias após sua administração, que é o tempo necessário para um "período de incubação?; Profilaxia Efeitos adversos da vacina tríplice: Quando se utiliza a vacina combinada (tríplice viral) é difícil identificar o antígeno que está relacionado com o efeito secundário; Manifestações como artrite e artralgias (relacionadas com a vacina da rubéola) e a inflamação das parótidas (vacina da parotidite); Em muitos vacinados surge também exantema, com duração de dois a quatro dias e evolução benigna (reação atribuída à vacina contra o sarampo); 10 dias depois da aplicação da vacina algumas crianças (de a podem apresentar um quadro de catarro rinofaríngeo, com ou sem febre, que dura de 2-4 dias; Profilaxia pós-exposição Indicação: Contactantes íntimos sem história prévia de sarampo; A vacina pode ser empregada até 72 horas após o contato; A Imunoglobulina (imunização passiva) pode ser utilizada após 72 horas da exposição ou na existência de alguma contra-indicação à vacina (malignidades, gravidez, imunodeficiência congênita); Profilaxia pós-exposição A dose é de 0,2 a 0,5 ml/kg intramuscular, sendo as doses mais elevadas administradas em indivíduos com alguma forma de imunodepressão; A gamaglobulina confere proteção por um período de quatro semanas; Em caso de nova exposição, a dose deve ser repetida; Se não houver contra-indicação para seu emprego, a vacina deve ser administrada cerca de 12 semanas após a Imunoglobulina, com objetivo de fornecer imunidade duradoura; Conclusão O sarampo é uma das principais causas de morbimortalidade entre crianças menores de cinco anos, sobretudo as desnutridas e as que vivem nos países em desenvolvimento;. [...]

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