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Pneumonias na crianças

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
ITPAC

Informações do trabalho

Frederico L.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo
Número de páginas
74 diapositivo
Nível
Especializado
Consultado
280 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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0
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  1. Introdução
  2. Conceito
  3. Gravidade
  4. Agentes etiológicos
  5. Faixa etária e condições associadas
  6. Padrão radiológico
  7. Broncopneumonias
  8. Pneumonias lobares
  9. Pneumonias Intersticiais
  10. Agentes etiológicos específicos
  11. Pneumonias virais
  12. Pneumonias bacterianas
  13. Pneumonias bacterianas Pneumocóccica
  14. Pneumonias bacterianas Estreptocóccica
  15. Pneumonias bacterianasEstafilocóccica
  16. Pneumonias bacterianasHaemophilus influenzae
  17. Pneumonias bacterianasPneumonia de Eaton
  18. Critérios da OMSDiagnósticos e classificação
  19. Critérios da OMS Critério de entrada
  20. Critérios da OMS Critério de Identificação dos casos
  21. Freqüência respiratória

Dentre as infecções respiratórias agudas das vias aéreas inferiores (IVAI) as pneumonias possuem uma grande importância: Principal causa de morbi-mortalidade principalmente em países em desenvolvimento É a inflamação do parênquima pulmonar, decorrente da agressão por algum agente: Vírus Bactérias (infecções mais graves) Fungos Broncoaspiração (alimentos, suco gástrico) Corpos estranhos Drogas (pneumonite induzida por droga) Radiações Neonatos e imunodeprimidos possuem infecções mais graves que lactentes e crianças maiores sadias; Dentre os fatores de risco que determinam morbidade em < 2 anos temos: Idade < 9 meses Peso ao nascer < 2.500g Desnutrição (peso/idade) Falta de aleitamento materno História prévia de pneumonia Nº de pessoas no domicílio, escolaridade e ausência paterna Idade materna < 20 anos, berçário e creches

[...] influenzae Tratamento é ambulatorial dias) e as drogas de escolha são: Penicilina procaína ( 50.000 U/kg/dia, IM) ou; Ampicilina ou amoxi (30-50mg/kg/dia, VO) ou; Sulfametoxazol-trimetoprim (40mg/kg/dia de sulfametoxazol, VO) Antibioticoterapia Para crianças 2 meses a 4 anos Deve-se orientar a família: No caso de sinais e sintomas de piora da pneumonia eles devem procurar imediatamente o médico; Dentro de 48 h a criança deve retornar para reavaliação Antibioticoterapia Para crianças 2 meses a 4 anos Caso necessite de internação nessa faixa etária a droga preconizada é: Penicilina cristalina IV ( 100.000 - 200.000 U/kg/dia); Se após 48/72h de instituição da terapia a criança não melhora deve-se substituir a antibioticoterapia para: Ceftriaxone IV (100-150mg/kg/dia) ou; cefotaxima (150mg/kg/dia); Antibioticoterapia Para crianças 2 meses a 4 anos Na suspeita de Staphylococcus aureus: Oxacilina (200mg/Kg/dia de 6/6h) Caso haja resistência: Vancomicina (40mg/kg/dia de 6/6h) Duração: 3 semanas, mas quando houver melhora clínica: Cefalexina (50-100mg/kg/dia de 6/6h) Antibioticoterapia Para crianças 2 meses a 4 anos Manter EV até o paciente ficar afebril por pelo menos 24-72h ; Depois continuar por via oral; 7 dias de antibioticoterapia geralmente é suficiente nas pneumonias por S. [...]


[...] ficou tossindo alguns dias, meio gripadinho? Febre: Presente ou não, porém ela é menos alta que a da bacteriana Cianose e fadiga respiratória (nas mais intensas) Pneumonias virais Diagnóstico: Anamnese + exame físico Exames complementares: Raio Caracterizado por infiltrados difusos, podendo ser acompanhado de hiperinsuflação Hemograma: Leucocitose (presente ou não) Linfocitose (quase sempre presente) O diagnóstico definitivo: Isolamento viral em amostra do trato respiratório Pneumonias virais Tratamento Sintomáticos Hidratação Repouso Oxigênio e ventilação mecânica SE necessário Drogas disponíveis: Amantadina oral Ativa contra isolados de influenza A Só é benéfica se instituída nas primeiras 48h do início da infecção Ribavirina em aerossol É ativa in vitro contra o Vírus Sincicial Respiratório Pneumonias bacterianas Geralmente a maioria das pneumonias na infância são virais, entretanto a distinção às vezes não é possível e por isso considera-se como uma infecção bacteriana; As pneumonias bacterianas não são tão frequentes na infância, exceto se: História de IVAS viral ou bacteriana prévia Presença de Fibrose cística Imunodepressão Pneumonias bacterianas Se criança apresentar pneumonia de repetição devemos considerar doença subjacente e as mais comuns são: Anormalidades da produção de anticorpos Fibrose cística Fenda palatina Bronquiectasia congênita Discinesia ciliar Fístula traqueoesofágica Neutropenia Cardiopatias congênitas Traumatismos, anestesia e aspiração são exemplos de fatores iatrogênicos que facilitam infecções pulmonares Pneumonias bacterianas Pneumocóccica Agente: Streptococcus pneumoniae É a mais frequente Fisiopatologia: Aspiração do strepto a partir da via aérea superior ou nasofaringe. [...]


[...] Drug Resistance 1997;3:141-6. Ejzenberg Fernandes VO, Rodrigues Neto [...]

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