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Prevenção do cancer de fígado

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
ITPAC

Informações do trabalho

Frederico L.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
10 páginas
Nível
Especializado
Consultado
133 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Prevenção do cancer de fígado

Este trabalho cientifico tem o objetivo de demonstrar as formas de prevenção para o câncer de fígado, enfocando sua forma mais incidente o carcinoma hepatocelular primário.
Para tanto, apresentaremos de forma sucinta alguns aspectos da doença, ou seja, a epidemiologia e patogenia do fator etiológico mais comum. Contudo, decorreremos extensamente sobre os principais fatores etiológicos ambientais, que são os potencialmente mutáveis, e citaremos também os fatores etiológicos constitucionais.
A partir do conhecimento dos fatores etiológicos ambientais básicos, pretendemos frisar a prevenção primária desses, ou seja, os modos como se pode evitar o aparecimento da doença, utilizando-se de estudos anteriores para apresentar as formas de prevenção destes fatores etiológicos, levando então a prevenção do HCC. Além disso, citaremos brevemente alguns aspectos da prevenção secundária.
Na confecção deste trabalho foram utilizados artigos científicos recentes, ou seja, principalmente de 2000 a 2005, que demonstram todos os aspectos etiológicos e da prevenção dessa patologia e também testes que estão sendo realizados principalmente em áreas endêmicas. Além disso, utilizou-se 1 livro de grande renome no cenário nacional para a pesquisa básica sobre o tema.
O carcinoma hepatocelular(HCC) é um dos tumores malignos mais comuns do mundo, entretanto a incidência de HCC varia consideravelmente com a área geográfica por causa das diferenças nos fatores etiológicos principais(6).
Entre os homens, as taxas as mais elevadas da incidência são encontradas em Ásia oriental, particularmente em China, onde HCC é a terceira causa a mais comum de morte por câncer (7). Nessa os resultados demonstram, segundo WANG(9), geram cerca de 200000 mortes anualmente. HCC é a causa principal da morte por câncer em Qidong, uma cidade na província oriental de Jiangsu, República Popular da China, explicando até 10% de todas as mortes de adulto.
Como foi mencionado anteriormente as incidências são extremamente variáveis, sendo de aproximadamente 3-4/100 000 em países ocidentais e de até 120/100000 na Ásia e em África. Mais em de 80% de casos europeus e norte-americanos de HCC acontecem nas pessoas que tem o fígado cirrótico, enquanto que na Ásia esse número é de apenas 50%(8).
Essas diferenças estatísticas resultam de fatores etiológicos constitucionais, como idade, etnicidade, sexo(10) e outras doenças genéticas raras, como a tirosinemia hereditaria, na qual 40% dos pacientes desenvolvem esses tumores(2); e fatores etiológicos adquiridos. Dentre eles destacam-se especialmente a hepatite viral, abuso crônico do álcool(10), estilo de vida, ingestão de toxinas naturais, como a Aflatoxina B1(7). O fator de risco mais poderoso para o desenvolvimento de HCC é a existência do cirrose de fígado, não importando sua etiologia(6).

[...] As mudanças do DNA, mantidas durante divisões sucessivas da células, ativação dos oncogenes e inativação de genes supressores conduzem ao desregulação da divisão das células e sua imortalização. Um outro mecanismo da indução da transformação maligna é a geração de espécie reativas inconstantes do oxigênio em conseqüência do processo inflamatório, tal como o óxido nítrico do anion superóxido (O2 do radical do hidroxila e do peróxido de hidrogênio (H2O2). O vírus pode também ser diretamente oncogênico, pois demonstrou-se que o virus da hepatite B(HBV) integra-se no DNA das células do hospedeiro. [...]


[...] Com referencia a uma possível ação de carcinogenese da AFB1, o artigo de STERN, diz que há geralmente uma mutação na terceira posição do códon 249 do gene p53(supressor de tumor) em pacientes com HCC nas regiões com exposição dietética elevada a AFB1. A extensão da contaminação é uma função ecológica e não é completamente prevenível. Por isso, programas de prevenção secundária, com a quimioterapia, podem ser úteis(9). De acordo com Wang está sendo conduzido um estudo que está na fase mais ainda tem uma fase com duração de 5 anos ou mais, através do qual deseja-se estabelecer a real extensão da eficácia da droga em diminuir a concentração de biomarcadores de aflatoxina e o quanto isso reduzirá ou atrasará o desenvolvimento da droga. [...]


[...] Possíveis mecanismos de lesão hepática incluem a ligação do acetaldeido (convertido a partir do etanol no fígado) as proteínas celulares e também possivelmente ao DNA, conduzindo a metaplasia, inibição do reparo do DNA e estimulação a apoptose. Outro mecanismo diz que a ingestão do álcool e ferro e sua absorção pelo intestino, com conseqüente acúmulo hepático e geração de radicais oxidantes. Em condições normais esses radicais são neutralizados pelos antioxidantes endógenos. Mas, quando a absorção é demasiada e/ou a produção diminuída ocorre acúmulo desses oxidantes que leva a lesão celular, sendo potencialmente perigoso no órgão pré-canceroso(principalmente estresse oxidativo no fígado). [...]

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