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Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
CASTELO BRANCO

Informações do trabalho

Data de Publicação
08/01/2007
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
23 páginas
Nível
Para todos
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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Programa de atividades físicas para idosos objetivando efeitos hipotensores

  1. Atividade física e envelhecimento
    1. Atividade física , aptidão física e o idoso
    2. Elementos da aptidão física
    3. Benefícios da atividade física em idosos
  2. Hipertensão
  3. A atividade física e a hipertensão
    1. Avaliação física
    2. Metodologia de teste de esforço
  4. Os exercícios aeróbicos e a hipertensão
    1. Prescrição do exercício
    2. Utilização do teste ergométrico (ECGE)
    3. Benefícios de um programa de condicionamento físico
    4. Efeitos sobre o sistema cardiovascular
    5. Efeitos sobre os fatores de risco
    6. Segurança nos programas de reabilitação
    7. Recomendações de prescrição de atividade física
  5. Programa de atividade físicas para idosos visando efeito hipotensor
    1. Treinamento da força muscular
  6. Conclusão
  7. Referências bibliográficas

A Hipertensão Arterial está distribuída em todas as regiões do mundo, atendendo a múltiplos fatores de índole econômico, social, cultural ambiental e étnicos.
A prevalência tem estado em aumento, no mundo se estima que 691 milhões de pessoas a padecem. Dos 15 milhões de pessoas falecidas por doenças circulatórias, 7.2 milhões são por Doenças Coronárias do coração e 4.6 milhões por Doença Vascular Encefálica; a Hipertensão Arterial está presente na maioria delas.
A freqüência da Hipertensão Arterial aumenta com a idade, demonstrando-se que depois dos 50 anos quase 50 % da população a padece: Quanto a sua etiologia é desconhecida em 95 % dos casos, identificando-se como essencial ou primária, o restante 5 % é devido a causas secundárias.
Numerosos estudos realizados demonstraram sua associação com outras afecções como a obesidade, os indivíduos com inatividade física; Diabete Mellitus de longa duração, o incremento da ingestão de álcool, o tabagismo, a gota, hiperuricemia.
A prática de hábitos saudáveis, entre eles a alimentação, o anti-tabagismo e exercícios é considerada atualmente como uma das formas mais atuantes de controle da doença.
Neste sentido, este trabalho tem como finalidade o estudo da prática de atividade física como adjuvante no controle da hipertensão arterial em idosos.
Para o desenvolvimento desta pesquisa, optou-se pela pesquisa bibliográfica.
A pesquisa bibliográfica procura explicar um problema a partir de referências teóricas publicadas, buscando conhecer e analisar as contribuições culturais ou científicas do passado existentes sobre um determinado assunto, tema ou problema.
O presente estudo será dividido em 5 etapas, a saber: (a) levantamento do referencial teórico; (b) seleção do referencial teórico apropriado a presente investigação; (c) leitura crítico-analítica do referencial selecionado; (d) organização dos dados levantados e (e) elaboração do relatório final.

[...] A motivação serve como estímulo essencial para a prática de atividades físicas por parte de hipertensos. Este sentimento deve ser cultivado sempre com o estímulo do profissional combinado com um suporte psicológico capaz de direcionar o paciente para o estado mental mais saudável e aberto ao tratamento, camuflado como hábito saudável, quanto possível. Além disso, os problemas cardíacos decorrentes da hipertensão são causadores potenciais da instalação de quadros de fadiga nos pacientes, pela falta de oxigenação muscular com decorrência de espasmos, tonturas, esgotamentos e ampliação do tônus muscular. [...]


[...] Para desenvolver a aptidão física nos idosos há que se levar em consideração aptidões já trabalhadas, além de ser enfatizada a necessidade de realizarem um check-up e terem a orientação de um profissional de Educação Física BENEFÍCIOS DA ATIVIDADE FÍSICA EM IDOSOS A atividade física se constitui em um excelente instrumento de saúde em qualquer faixa etária, em especial no idoso, induzindo várias adaptações fisiológicas e psicológicas, tais como: - aumento do VO2máx - maiores benefícios circulatórios periféricos - aumento da massa muscular - melhor controle da glicemia - melhora do perfil lipídico - redução do peso corporal - melhor controle da pressão arterial em repouso - melhora da função pulmonar - melhora do equilíbrio e da marcha - menor dependência para realização de atividades diárias - melhora da auto-estima e da autoconfiança - significativa melhora da qualidade de vida (PESCATELLO et al; 2003). [...]


[...] Uma característica da força muscular adquirida por estes tipos de exercícios é que esta pode ser usada como reserva, para ser utilizada quando das crises que acometem estes pacientes. Quando os sintomas regridem e o paciente se encontra mais apto a voltar a um estilo de vida normal, pode-se utilizar destes benefícios como estímulo para se continuar a realização da prática de estilos de vida mais saudáveis (BLAIR, 1996). No entanto, praticamente todos os efeitos dos exercícios aeróbicos são de curta duração, ou seja, ocorre uma regressão caso a prática dos mesmos for descontinuada. [...]

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