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Síndrome confusional aguda

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
direito...
Faculdade
CESPA

Informações do trabalho

ESMERALDO M.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
9 páginas
Nível
Para todos
Consultado
152 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Síndrome confusional aguda em paciente idoso
  2. Apresentação clínica
  3. Fisiopatologia
  4. Fatores de risco
  5. Fatores etiológicos
  6. Avaliação diagnóstica
  7. Tratamento
  8. Tratamento não-farmacológico
  9. Tratamento farmacológico

A síndrome confusional aguda no idoso envolve vários aspectos da medicina, como a psiquiatria, a gerontologia e a medicina interna; é uma "patologia de interseção". Suas manifestações são psiquiátricas, sendo a etiologia sempre uma causa orgânica, e na maioria das vezes não cerebral (fratura de quadril, infecção urinária, pneumonia, etc).
Segundo o INDEC, 16,1% da população da cidade de Buenos Aires é maior de 65 anos, a população envelhece progressivamente, e a incidência da síndrome confusional aumenta com a idade, por isso é esperado que encontremos, com freqüência, cada vez mais, este problema de saúde.
O diagnóstico de síndrome confusional aguda tem sido visto com facilidade, recentemente, com os trabalhos bem projetados que se tem realizado, clareando aspectos de suas etiologias mais freqüentes, critérios diagnósticos e a diferenciação com outros quadros como a demência ou a psicose.
O médico generalista se encontra em uma posição ideal para coordenar a atenção deste quadro, dada a variedade de contextos e causas possíveis.
A síndrome confusional aguda ("delirium" para os americanos) mostra claramente uma característica do paciente idoso:
"As patologias não se manifestam no paciente idoso tanto pelo órgão afetado, quanto pelo órgão mais vulnerável, neste caso o sistema nervoso" (Dr. Alberto Marty - Médico Geriatra)

[...] critérios diagnósticos de delírio, atualmente utilizados: - Alteração do estado de consciência manifestado através da incapacidade de reconhecer o meio, associado a impossibilidade de focalizar, manter, ou mudar a atenção. - Mudanças na área cognitiva (déficit de memória, desorientação, transtornos de linguagem) ou transtornos de percepção que não podem ser explicados por demência prévia ou em evolução. - Instalação do quadro em um período de tempo (habitualmente horas a dias) com tendência a variar durante o dia. - Evidências através da anamnese, exame físico e exames laboratoriais de que o quadro é causado por: condição médica; intoxicação ou efeito colateral de alguma substância; abstinência de substâncias; e múltiplos fatores. [...]


[...] Em um trabalho recente sobre pacientes com síndrome confusional aguda se constatou 19% de delírio hipoativo de delírio hiperativo misto e 14% permaneceu sem classificação. Podem apresentar alucinações, ilusões e alterações de percepção em ambos os tipos, até em 40% dos casos. Fisiopatologia O delírio é considerado uma manifestação neuropsiquiátrica de uma desordem generalizada do metabolismo cerebral e seus neurotransmissores. Os pacientes com demência têm diminuição dos neurônios mediadores de acetil-colina, principalmente a nível do córtex e dos núcleos da base, podendo explicar, em parte, as alterações de memória e da consciência; isto leva a um desequilíbrio dopamina-acetilcolina com excesso relativo de dopamina, a qual poderia ser responsável pelas alterações de percepção, dado a eficácia que demonstram os neurolépticos (bloqueadores dopaminérgicos). [...]


[...] Se com 5 - 10 mg não há resposta, faz-se a combinação com benzodiazepínicos (lorazepam 0,5 - 1,0 mg). O inconveniente com o haloperidol é que, às vezes, se necessita de grandes doses para alcançar o efeito terapêutico, com o conseqüente risco de prolongação do intervalo QT, alteração da ponta e taquicardia. Uma alternativa é o droperidol como monoterapia: é mais sedativo, tem início de ação mais rápido e foram relatados menos efeitos extrapiramidais. Também pode prolongar o QT. Para os BZD prefere-se a via EV, já que a absorção por via IM é contra-indicada, exceto para o lorazepam. [...]

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