Search icone
Permuta de Trabalhos Acadêmicos
Garantias
Leia mais sobre as nossas garantias.

Vitaminas lipossolúveis e hidrossolúveis

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
administração
Faculdade
FACECA/FADIVA

Informações do trabalho

José Antônio P.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
35 páginas
Nível
Para todos
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
0
escrever um comentário
  1. VITAMINAS LIPOSSOLÚVEIS
    1. VITAMINA A
    2. Carotenóides
    3. Metabolismo
    4. Função
    5. Necessidades nutricionais
    6. Toxicidade
    7. VITAMINA D
    8. Necessidades nutricionais
    9. Hipervitaminose D
    10. VITAMINA E
    11. Necessidades nutricionais
    12. Toxicidade
    13. VITAMINA K
    14. Necessidades nutricionais
    15. Toxicidade
  2. VITAMINAS HIDROSSOLÚVEIS
    1. TIAMINA (vitamina B1)
    2. Deficiência e toxicidade
    3. RIBOFLAVINA
    4. NIACINA
    5. Deficiência e Toxicidade
    6. PIRIDOXINA (vitamina B6)
    7. Deficiência e toxicidade
    8. ÁCIDO PANTOTÊNICO
    9. Deficiência e toxicidade
    10. BIOTINA
    11. Deficiência e toxicidade
    12. FOLACINA
    13. COBALAMINA
    14. Deficiência e Toxicidade
    15. VITAMINA C
    16. Deficiência e Toxicidade
  3. CONCLUSÃO
  4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Desde que a primeira vitamina foi descoberta, no princípio do século XX, esse grupo de substâncias não tem ainda definição satisfatória. O próprio nome vitamina encerra um conceito incorreto, pois originalmente o termo significava ?amina vital?. Mais tarde, descobriam-se vitaminas que não poderiam ser quimicamente classificadas como aminas.
Julgava-se também, a princípio, que o suprimento de vitaminas dependesse sempre da dieta: isto é, o organismo humano não as sintetizava, mas apenas aproveitava o trabalho de síntese de outros seres vivos. Sabe-se hoje que não é assim: a vitamina PP (ácido nicotínico) é sintetizada pelo organismo humano, assim como a vitamina K. Por outro lado, bactérias saprófitas, hóspedes inócuos do intestino humano, sintetizam vitaminas do complexo B, que dessa forma não precisam ser necessariamente supridas pela dieta. Outro conceito de aceitação transitória foi o de que as vitaminas seriam agentes químicos de ativação das enzimas e, portanto, co-enzimas. Atualmente, sabe-se que nem todas podem ser agrupadas nessa classificação.
O resultado dessas sucessivas retificações do conceito é o de que ainda não se possui nenhuma definição segura do que sejam as vitaminas. Reconhece-se, porém, que algumas propriedades são comuns a todas elas: as vitaminas são indispensáveis ao desenvolvimento dos processos químicos que constituem o metabolismo humano; as vitaminas não são substâncias que se integram à estrutura dos tecidos; as vitaminas, embora substâncias orgânicas, não liberam energia mediante alteração de sua estrutura química, como acontece com o açúcar e outras substâncias nutritivas que sofrem modificação estrutural ao ceder energia.
O caráter indispensável das vitaminas tem sido suficientemente demonstrado em experiências de laboratório e na prática médica. Quando os níveis de vitaminas do organismo estão abaixo do normal, surgem manifestações patológicas de gravidade variável. É muito comum que a deficiência de uma vitamina seja acompanhada pela carência de outras. A razão disso é que, na maioria dos casos, a carência vitamínica é determinada por insuficiência nutritiva da dieta, condição que afeta o suprimento global das vitaminas. Outro motivo: a carência vitamínica é muitas vezes determinada por disfunções digestivas, que afetam englobadamente a absorção de mais de uma vitamina ao mesmo tempo.
A ausência absoluta de uma vitamina configura uma condição denominada tecnicamente avitaminose; níveis deficientes, por outro lado, configuram a hipovitaminose.
Além disso, o organismo humano poderá estar exposto a ocasionais aumentos de necessidades vitamínicas: trabalho muscular intenso e prolongado; gravidez e lactação; necessidades do crescimento e da dentição; convalescença; e outras.
Finalmente, as hipovitaminoses poderão surgir ou aumentar como decorrência de estados patológicos, sobretudo do aparelho digestivo, nos quais a absorção e a síntese de vitaminas sejam diminuídas. Tratamento prolongado à base de certos antibióticos poderá devastar a flora bacteriana intestinal, que sintetiza vitaminas do complexo B e, assim criar uma hipovitaminose B.
As necessidades diárias de vitaminas, em condições normais, variam de um indivíduo para outro e mesmo num só indivíduo, conforme seus hábitos de vida. Hoje, quase todas as vitaminas são produzidas em forma sintética, o que tornou possível a correção dos estados de avitaminose e hipovitaminose em condições rápidas e econômicas. Contribui para a viabilidade dos recursos terapêuticos o fato de as vitaminas serem requeridas em quantidades mínimas. Exceto as vitaminas A e D, que são medidas em unidades internacionais, as demais são medidas em miligramas (mg) ou microgramas (o mcg, que equivale a 1 milésimo de miligrama).
As deficiências vitamínicas prolongadas exigem tratamento correspondentemente longo, às vezes dificultado pelas condições resultantes. Problema mais sério são as hipovitaminas leves, difíceis de reconhecer, e que determinam efeitos insidiosos, de lenta espoliação das energias vitais.
Por outro lado, as hipervitaminoses ? níveis exageradamente altos de vitaminas no organismo ? podem assumir formas graves, embora raras. Excesso de vitamina D, por exemplo, pode determinar calcificações graves, mesmo mortais em certos órgãos.
Comumente, as vitaminas são classificadas em dois grupos conforme sua solubilidade: as vitaminas solúveis em gordura (lipossolúveis) e as solúveis em água (hidrossolúveis).

[...] É dito que grandes doses de niacina (3g/dia) podem atuar no sentido de reduzir os níveis de colesterol e triglicerídeos e que suplementos de niacina também seriam efetivos na manutenção dos níveis adequados de glicose no diabetes. Recomenda-se 19 mg (equivalente a 155(mol) por dia para homens adultos e saudáveis e 15 mg por dia para mulheres. Pelo fato de o organismo poder converter o aminoácido triptofano em niacina, define-se um equivalente de niacina como 1mg de niacina ou então 60mg de triptofano. [...]


[...] Experimentalmente demonstrou-se que vitaminas hidrossolúveis, como a tiamina, a piridoxina e a vitamina em altas doses, poderiam atuar como substância pró-oxidantes, isto é, promovendo a peroxidação lipídica e conseqüentemente exercendo efeitos indesejáveis ao organismo. Finalizando, poderíamos dizer que apesar dos possíveis benefícios da suplementação vitamínica acreditamos que a alimentação ainda é a melhor fonte para obtenção das quantidades necessárias de todos os nutrientes e que a suplementação só seria indicada em casos muito específicos, que poderiam depletar as reservas corporais Tiamina (vitamina B1) Muito antes do descobrimento da tiamina era conhecida uma doença denominada beribéri, que afeta os sistemas nervoso e cardiovascular. [...]


[...] Quanto às frutas e hortaliças, as mais ricas em carotenóides biologicamente ativos são aquelas de cor amarelo-alaranjado, como cenoura, moranga, abóbora madura, manga e mamão; ou verde-escuro (devido à enorme quantidade de clorofila, que mascara os pigmentos carotenóides), como mostarda, couve, agrião e almeirão. É importante lembrar que, muitas vezes, alimentos não considerados fontes, mas consumidos com certa frequência e quantidade por integrarem a alimentação de uma dada população, podem contribuir com maiores porcentagens de vitamina A do que as fontes tradicionais, devendo ser incluídos, por isso nos inquéritos dietéticos específicos. [...]

Estes documentos podem interessar a você

Trabalho de Nutrição e Dietética I Micronutrientes Vitaminas e Minerais

 Biologia e medicina   |  Nutrição   |  Estudo   |  23/03/2007   |  BR   |   .doc   |   35 páginas

Mais Vendidos medicina

Trabalho sobre educação física e a importância do esporte no ensino

 Biologia e medicina   |  Medicina   |  Estudo   |  15/05/2007   |  BR   |   .doc   |   16 páginas

Gestação múltipla

 Biologia e medicina   |  Medicina   |  Dissertação   |  21/11/2007   |  BR   |   .doc   |   21 páginas