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A importância da hemotransfusão em cirurgias cardíacas

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
ITPAC

Informações do trabalho

Frederico L.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
monografia
Número de páginas
23 páginas
Nível
Especializado
Consultado
230 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Os hemoderivados e sua utilização na prática cirúrgica
  2. Circulação extracorpórea
  3. Patologias cardíacas e CEC
  4. Hemoderivados solicitados nas cirurgias cardíacas
  5. Alerta sobre a necessidade que os hemocentros e hemonúcleos possuem de receber doação de sangue

O uso de transfusões sanguíneas em cirurgias cardíacas, apesar de ser uma prática rotineira, requer dos cirurgiões cardíacos uma compreensão sólida das indicações apropriada e dos riscos e benefícios do seu uso. A hemostasia e a coagulação sanguínea, bem como os distúrbios hemorrágicos e suas complicações tem que ser minuciosamente estudas e monitoradas nesses pacientes, além dos riscos que uma transfusão traz ,como: infecções e doença do enxerto versus hospedeiro. Geralmente para cada cirurgia cardíaca os cirurgiões solicitam cerca de 6 a 8 unidades de concentrado de hemácias (CH) além de outros hemoderivados como concentrado de plaquetas (CP), plasma fresco congelado (PFC).
A razão dessa grande utilização de hemoderivados deve-se principalmente ao fato de tais cirurgias utilizarem uma Circulação extracorpórea (CEC) que ocasionará várias alterações nos componentes sanguíneos e levando à necessidade de hemotransfusão.


A hemotransfusão é a transferência de sangue ou de um hemocomponente (componente do sangue) de um indivíduo (doador) a outro (receptor). As transfusões são realizadas para aumentar a capacidade do sangue de transportar oxigênio, para restaurar o volume sangüíneo do organismo, para melhorar a imunidade ou para corrigir distúrbios da coagulação. Dependendo do motivo da transfusão, o médico pode prescrever sangue total ou um hemocomponente como, por exemplo, eritrócitos, plaquetas, fatores da coagulação sangüínea, plasma (a parte líquida do sangue) fresco congelado ou leucócitos. Sempre que possível, é realizada a transfusão apenas do hemocomponente que suprirá a necessidade específica do paciente, e não de sangue total. A administração de um hemocomponente específico é mais segura e evita o desperdício dos demais. Em cirurgias cardíacas a hemotransfusão é de fundamental importância, não só pelo fato de ser uma cirurgia que ocasiona perda sanguínea , como por utilizar a circulação extracorpórea. Portanto é quase sempre inevitável a hemotransfusão. Devemos também lembrar que pacientes submetidos a cirurgias cardíacas, muitas vezes possuem insuficiência coronariana ou miocardiopatia hipertrófica, o que acaba limitando aa utilização de sangue autólogo.
Há ainda os pacientes com insuficiência cardíaca no qual a bomba não consegue trabalhar com determinado volume sanguíneo, solicitando a atenção do cirurgião cardíaco na hora de transfundir, não ocasionando uma sobrecarga de volume. Portanto faz-se necessário que o cirurgião cardiovascular compreenda os princípios da hemotransfusão, tendo domínio do tema.

[...] Esta técnica tem sido aplicada com sucesso a diversos procedimentos operatórios que incluem a cirurgia cardíaca, cirurgia de coluna, transplante hepático ,procedimentos de trauma e cirurgia vascular Circulação extracorpórea O advento da circulação extracorpórea ( CEC ) tornou possível o grande avanço atual das cirurgias cardíacas. Aos substituir temporariamente s funções de propulsão e hematose sanguíneas, ela permitiu que as paredes cardíacas fossem abertas, dando acesso às estruturas intracavitárias do coração Aparelhagem da CEC Basicamente os aparelhos da CEC compõem-se de uma bomba propulsora unidirecional de sangue e de um sistema capaz de permitir as trocas gasosas necessárias à oxigenação sanguínea A idéia inicial que levou à construção de oxigenadores artificiais surgiu com Ludwing ( 1865 ) que ao misturar ar ambiental ao sangue venoso, obteve sua oxigenação. [...]


[...] - Tempo para o armazenamento desse sangue.( Espaço de tempo) - Sangue de autólogos mais caro que o sangue de homólogos Indicações para transfusão de sangue Autólogo - Paciente que sofre procedimento cirúrgico que requer sangue de Crossmatched - Pacientes com anticorpos para antígenos comuns5 Contra-indicações da transfusão autóloga - Anemia - Doença de artéria coronária ou estenose aórtica - Angina instável - Recente IAM - Miocardiopatia hipertrófica - Infecção bacteriana atípica Visto que uma boa parte dos pacientes que são submetidos a cirurgia cardíacas podem possuir uma dessas patologias citadas acima, a indicação de transfusão autóloga fica um pouco restrita em cirurgias cardíacas Quando o paciente não apresenta infecções e tiver hematócrito de pelo menos poderá fazer uma doação prévia. [...]


[...] Devemos também lembrar que pacientes submetidos a cirurgias cardíacas, muitas vezes possuem insuficiência coronariana ou miocardiopatia hipertrófica, o que acaba limitando aa utilização de sangue autólogo Há ainda os pacientes com insuficiência cardíaca no qual a bomba não consegue trabalhar com determinado volume sanguíneo, solicitando a atenção do cirurgião cardíaco na hora de transfundir, não ocasionando uma sobrecarga de volume Portanto faz-se necessário que o cirurgião cardiovascular compreenda os princípios da hemotransfusão, tendo domínio do tema Teremos como enfoque os seguintes objetivos: - Relatar a fundamental importância da hemotransfusão em cirurgias cardíacas - Descrever sucintamente os tipos de hemoderivados e sua utilização na prática cirúrgica. [...]

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