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Controle do diabetes

Informações sobre o autor

Consultoria - Consultoria - Gerência de Recursos Humanos
Nível
Especializado
Estudo seguido
Mestrado...

Informações do trabalho

Marta O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
monografia
Número de páginas
22 páginas
Nível
Especializado
Consultado
822 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Abstract
  2. Considerações gerais sobre o diabetes
    1. Uma visão geral
    2. Explicações sobre o diabete
    3. Epidemologia
    4. Etiologia
    5. Os custos
    6. Complicações agudas do diabetes
    7. A diabete e seus cuidados
  3. Programa municipal de S.José/PR de controle do diabetes
    1. Considerações
    2. Acompanhamento nos centros de saúde
    3. Controle de diabetes no IEDE
    4. Consequências do diabetes
  4. Material e método
    1. Resultados

Como a pessoa poderia ter lido isto em um recente relatório do OMS, a diabetes é agora um problema do Terceiro mundo. O Relatório na Saúde do Mundo 1997, conclui que países em desenvolvimento sofrerão o impacto da epidemia de diabetes durante o século 21.
Segundo Berger (2004) a Diabetes mellitus descreve uma classe de doença caracterizada por hiperglicemia ou "aumento da taxa de glicose no sangue".
É uma doença crescente, especialmente nas populações urbanas.
Diabetes não é somente uma doença comum e de alto custo, mas também crônica e refratária ao tratamento. Os médicos que cuidam de diabéticos enfrentam recorrências frustrantes, tendo dificuldades de gerar entusiasmo nos pacientes, apesar dos riscos de longo prazo. É uma doença tratável e seus resultados são gratificantes.
Acidose diabética, hiperglicemia hiperosmolar não cetônica e hipoglicemia são algumas das emergências médicas que, na maioria das vezes, são evitáveis.Hiperglicemia crônica causa sintomas debilitantes. A polidipsia, poliúria e noctúria do diabetes podem tornar a vida miserável. Hiperglicemia afeta a visão. O diabetes mal controlado induz à fadiga, enfraquece as cicatrizes cirúrgicas e predispõe à infecções que vão desde intertrigo a mucormicose.
O diabetes pode ser desatroso na gravidez, aumentando o risco de má-formação, complicação neonatal e aumento de morbidade e mortalidade materna.
Finalmente, Berger (2004) explica que o diabetes crônico leva a inevitáveis complicações secundárias. Quando comparado a população o diabético tem 25 vezes mais possibilidade de se tornar cego, 17 vezes mais de ter insuficiência renal, 5 vezes mais de ter uma grangrena de extremidades e 2 vezes mais de ter uma doença cardíaca.
O diabetes já pode ser considerado uma epidemia. Em 1985 havia, em todo o mundo, 30 milhões de pessoas com diabetes, dez anos depois já eram 135 milhões. A Organização Mundial de Saúde (OMS) prevê que em 2.025 esta população seja maior que 300 milhões de pessoas.
No Brasil, de acordo com os dados publicados pelo Ministério da Saúde, a taxa de incidência do diabetes é de 7,60%, variando desde 5,2%, no Distrito Federal, até 9,66%, em São Paulo. São 12,5 milhões de diabéticos que incidem num custo de R$5 bilhões ao ano. A taxa média de mortalidade por diabetes é de 17,5 por 100.000 habitantes, sem contar com a mortalidade por outras doenças e agravadas pelo diabetes.

[...] A diabetes é um problema de saúde pública em S.José, acompanhando a tendência mundial; Tem uma tendência crescente com a idade; Cerca de 50% dos diabéticos não estão com controle glicêmico portanto, mantêm risco de complicações microvasculares e macrovasculares; Há um potencial de diabéticos não diagnosticados, portanto, estes pacientes mantêm-se com risco de complicações da diabetes em conseqüência de diagnóstico tardio; As patologias secundárias à diabetes têm freqüência elevada e certamente impõem custos elevados para os pacientes/família, para a economia e para o Sistema de Saúde; Proposta Manter programa de diabetes que contemple: Atividades pedagógicas de esclarecimento sobre diabetes, dirigidas a todos os estratos sociais, mas com ênfase na criança em nível escolar; o objetivo é mudar comportamentos alimentares e hábitos de vida sedentarismo para atividade física; Programas de detecção de diabetes e controle da glicemia, das dislipidemias e da pressão arterial entre os diabéticos; Programas de detecção precoce das complicações diabéticas, tais como complicações Microvasculares (Retinopatia, Nefropatia, Neuropatia), complicações Macrovasculares (Doença isquêmica do miocárdio, AVC, Doença arterial periférica) e pé diabético; Disponibilização de medicamentos necessários ao controle glicêmico e para tratamento das co-morbidades; as dificuldades financeiras reduzem a aderência ao tratamento e facilitam as complicações, as quais demandarão recursos elevados para o tratamento e controle; Promoção e facilitação de acesso aos serviços de tratamento das complicações: catarata, retinopatia, vasculopatias, etc; Obediência aos critérios etiológicos e de diagnóstico da diabete. [...]


[...] No mundo, há mais mulheres atingidas pela diabetes do que homens, bem que nota-se diferenças importantes entre países. A tendência geral em si seguirá bem abaixo o que a diferença atual entre sexos e cairá um pouco. Em geral nos países desenvolvidos as mulheres são mais atingidas que os homens. Para 1995 e 2025 os três países que contam com o maior número de diabéticos são a Índia, China e os Estados Unidos da América. A situação através de região é ilustrada no gráfico a seguir. [...]


[...] A polidipsia, poliúria e noctúria do diabetes podem tornar a vida miserável. Hiperglicemia afeta a visão. O diabetes mal controlado induz à fadiga, enfraquece as cicatrizes cirúrgicas e predispõe à infecções que vão desde intertrigo a mucormicose. O diabetes pode ser desatroso na gravidez, aumentando o risco de má-formação, complicação neonatal e aumento de morbidade e mortalidade materna. Finalmente, Berger (2004) explica que o diabetes crônico leva a inevitáveis complicações secundárias. Quando comparado a população o diabético tem 25 vezes mais possibilidade de se tornar cego vezes mais de ter insuficiência renal vezes mais de ter uma grangrena de extremidades e 2 vezes mais de ter uma doença cardíaca. [...]

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