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O câncer de cólon

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
engenharia
Faculdade
Mauá

Informações do trabalho

Cinthya B.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
monografia
Número de páginas
43 páginas
Nível
Para todos
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. O Câncer de cólon
  2. Telômeros e câncer
  3. Base molecular da carcinogênese em múltiplas etapas
  4. Progressão e heterogeneidade dos tumores
  5. Disseminação vascular e estabelecimento das células tumorais
  6. Defesas do hospedeiro contra tumores- imunidade tumoral
  7. Manifestações clínicas dos tumores
  8. Diagnóstico laboratorial do câncer
  9. Cânceres colorretais desenvolvem-se vagarosamente por uma sucessão de mudanças estruturais visíveis
  10. Câncer colorretal hereditário não poliposo (HNPCC)
  11. Detecção precoce e prevenção
  12. Aconselhamento gênico
  13. Colonoscopia virtual por tomografia computadorizada: nova arma propedêutica para rastreamento de pólipos e câncer colo-retal

A idade representa uma importante influência na possibilidade de ser vítima do câncer. Os carcinomas ocorrem em sua maioria, nos anos mais tardios da vida ( 55 anos). Cada grupo etário tem sua própria predileção para certas formas de câncer, até mesmo, como as pesquisas observam que as crianças com menos de 15 anos de idade não são poupadas. Nos Estados Unidos, o câncer é responsável por pouco mais de 10% de todas as mortes nesse grupo etário, ocupando segundo lugar depois dos acidentes. Embora o câncer colo retal aconteça em qualquer idade, mais de 90% dos pacientes tem mais de 40 anos à partir deste ponto, o risco dobra a cada 10 anos. O câncer de colo-retal é a segunda causa mais comum de câncer nos Estados Unidos atingindo cerca de 140.000 pessoas anualmente e causando 60.000mortes. É um número alarmante se considerarmos que é uma doença potencialmente curável se diagnosticada em estágios iniciais.
Na atualidade, as evidências indicam que, para um grande número de tipos de câncer, incluindo as formas mais comuns, existem não apenas influências ambientais, como também predisposições hereditárias.
Síndrome de Câncer Herdado: As síndromes de câncer herdado incluem vários cânceres bem definidos nos quais a herança de um único gene mutante aumenta acentuadamente o risco de desenvolver um tumor.
Cânceres Familiares: Foi também relatada a ocorrência de formas familiares de praticamente todos os tipos comuns de cânceres que ocorrem de modo esporádico. Os exemplos incluem os carcinomas de cólon, mama, ovário.Os aspectos que caracterizam os cânceres familiares incluem baixa idade por ocasião de seu aparecimento, tumores que surgem em dois ou mais parentes próximos do caso índice, e algumas vezes, tumores múltiplos ou bilaterais.
Os cânceres familiares não estão associados a fenótipos marcadores específicos. Por exemplo em contraste com a síndrome de pólipos adenomatosos
familiares, os cânceres familiares do cólon não surgem em pólipos benignos preexistentes.
Além da idade, outros fatores de risco incluem uma história familiar de câncer colo retal e pólipos intestinais e uma pessoal de retocolite ulcerativa, pólipos ou câncer de outros órgãos.
Síndrome Autossômica Recessiva de Defeito no Reparo do DNA: Além das condições pré-autossômicos recessivos caracteriza-se, coletivamente, por instabilidade cromossômica ou do DNA.
É possível estimar a contribuição da hereditariedade na carga fatal do câncer humano. Entretanto as melhores estimativas sugerem que não mais de 5 a 10% de todos os cânceres humanos estão incluídos nessas 3 categorias citadas. Lembrando também que o genótipo pode influenciar significativamente a probabilidade de desenvolver um câncer induzidos por fatores ambientais, como substancias químicas, radiação ou vírus.

[...] Entretanto, exame de rotina de adultos normais com um colonoscópio (um aparelho de fibra óptica para observar o interior do cólon e o reto) freqüentemente revela um tumor benigno pequeno, ou adenoma, no epitélio do intestino formando uma massa protuberante de tecido chamado Pólipo. A credita-se que estes pólipos adenomatosos são precursores de uma grande proporção de câncer e colorretal. Como a progressão da doença é geralmente lenta, há um período típico de 10-35 anos em que os tumores que crescem vagarosamente são detectáveis, mas não se tornam malignos. [...]


[...] O câncer de endométrio é a neoplasia extra- colônica mais frequentemente associada à síndrome de Lynch II, apresentando um risco cumulativo de 42% aos 80 anos. Além disto, o risco cumulativo para o desenvolvimento de outros tumores extra-colônicos, como os cânceres de estômago, de ovários e dos tratos biliar e urinário ( e respectivamente), é maior do que o esperado ao acaso. Estima-se que nas famílias com a síndrome de Lynch I apresente mutações em MSH2 e 30% em MLH1 Mais de 100 mutações já foram descritas em MHS2, predominando substituições e pequenas deleções 5). [...]


[...] Lembrando também que o genótipo pode influenciar significativamente a probabilidade de desenvolver um câncer induzidos por fatores ambientais, como substancias químicas, radiação ou vírus. Apesar de tudo, as causas de câncer colorretal são desconhecidas, mas sabe-se que alguns fatores podem elevar o risco de desenvolvimento da doença. Como já citado, além da idade, pólipos ( estruturas que surgem dentro do intestino, não malignas), a história familiar, podemos levar em consideração a enterocolite ( nesta condição o cólon se inflama e úlceras aparecem na camada de revestimento interno do intestino grosso. [...]

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