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Sexualidade

Informações sobre o autor

autônoma
Nível
Especializado
Estudo seguido
Letras

Informações do trabalho

Montserrat C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
monografia
Número de páginas
22 páginas
Nível
Especializado
Consultado
407 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Anatomia genital feminina
    1. Conceito
    2. Órgãos genitais internos
    3. Órgãos genitais externos
    4. Assoalho pélvico
  2. Disfunção sexual feminina
    1. Definição
    2. Subtipos
    3. Disfunção orgásmica feminina
    4. Vaginismo
    5. Fases da relação sexual
  3. Proposta fisioterápica
    1. Objetivo fisioterápico
    2. Tratamento fisioterápico

A Sexualidade está presente em todas as etapas da vida. Ela tem o poder e o fascínio de provocar calorosas discussões e até de modificar o comportamento de gerações. Fala-se de sexualidade como uma forma de expressão pessoal que não tem momento definido para começar e acabar. Ao contrário do que muitos acreditam, a sexualidade não se inicia na puberdade e muito menos termina com a chegada da menopausa. (Lopes, 1999; Vitielo, 1998).
A função sexual humana representa uma parte muito importante para a sexualidade, e esta sim começa após a puberdade. Quando esta função é prejudicada, denominamos genericamente de Disfunção Sexual.
A Disfunção Sexual caracteriza-se por uma perturbação que pode afetar o desejo sexual e/ou alterar as respostas psicofisiológicas do corpo frente aos estímulos sexuais. O aparecimento desse transtorno associa-se as mudanças do comportamento feminino e determina conseqüências do ponto de vista emocional, físico e sexual, seja de origem psicológica, social ou biológica, causando sofrimento e insatisfação (Piato, 1997).
Existem dois aspectos: a disfunção sexual desencadeada por alterações psicológicas e a disfunção sexual desencadeada por patologias físicas. (Benson 1970; Novak, 1996, Piato, 1997). Em outras palavras, a disfunção sexual apresenta-se como um mau funcionamento da psiconeurofisiologia em forma de distúrbios no desejo, na ereção, na ejaculação e no orgasmo. O comprometimento de uma destas fases prejudica toda a relação.

[...] necessário discrição do profissional, e para que isto se torne menos angustiante, a privacidade é um fator importante quando da coleta da história sexual. Deve-se ressaltar que, a dificuldade de expressão é muito maior, quando o assunto é sexo, a paciente necessita de segurança para conseguir expor seus assuntos mais íntimos e colaborar na investigação da disfunção sexual.(Nascimento & Lopes, 1995). O tratamento da Disfunção Sexual feminina exige do fisioterapeuta um conhecimento e aprimoramento de técnicas muitas vezes, uma adaptação do protocolo de atendimento, do espaço físico, dos recursos disponíveis e clientela atendida. [...]


[...] Caso a mulher consiga contrair, mas não sustentar a contração pelos 10 segundos, os músculos estão começando a enfraquecer. Deve ser dada atenção a este fato, pois o enfraquecimento é progressivo muito rápido após a menopausa. Identificação dos músculos que cercam a vagina Para este teste, a mulher deve se concentrar em contrair os músculos da vagina. Um auxílio bastante útil é a inserção de um ou dois dedos no canal vaginal, para que se possa sentir a musculatura pressionando os dedos. [...]


[...] Em sua porção superior, fundem-se para formar o prepúcio, encerrando o clitóris. O vestíbulo é a área triangular, entre os lábios, na qual se abre a uretra. É coberta por epitélio escamoso estratificado (Benson, 1970; Rezende & Montenegro, 2000). O hímem, membrana de tecido conjuntivo, forrado por mucosa interna e externamente, é variável em forma e tamanho, sendo anular ou crescente. Por tratar-se de membrana de pequena espessura e de pouca vascularização, o rompimento durante a cópula não é doloroso e nem provoca profundas hemorragias, pode ocorrer, uma sensação de desconforto nas primeiras relações sexuais, em virtude de músculos e outras estruturas do óstio da vagina não terem sofrido um relaxamento (Benson, 1970; Fattini, 1998; Rezende & Montenegro, 2000). [...]

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