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Um problema de todos os tempos: a infecção hospitalar

Informações sobre o autor

Consultoria - Consultoria - Gerência de Recursos Humanos
Nível
Especializado
Estudo seguido
Mestrado...

Informações do trabalho

Marta O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
monografia
Número de páginas
21 páginas
Nível
Especializado
Consultado
5 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Infecção hospitalar: um problema de longa data
    1. Histórico sobre a infecção hospitalar
    2. Considerações sobre a infecção hospitalar
    3. Legislação e controle da infecção hospitalar
    4. Ética e controle da infecção hospitalar
  3. Comportamento epidemiológico das infeções hospitalares
    1. Considerações
    2. Mecanismos e vias de transmissão
    3. O laboratório de microbiologia
    4. Microbiologia automatizada e suas vantagens
    5. O controle ainda é a melhor solução
    6. A importância da auditoria hospitalar
  4. Conclusão
  5. Referências

Este estudo teve por objetivo, estudar a infecção hospitalar e seu processo , com intuito de verificar se houve ou não mudanças com o decorrer do tempo e quais os novos procedimentos adotados. Também pode-se verificar os índices e controles existentes. Sabe-se que atualmente, o controle de infecção hospitalar é um ato obrigatório, existindo legislações bem específicas. Por outro lado, nota-se que o problema resiste ao tempo, às leis, e aos novos produtos de higienização. É uma questão problemática, que prejudica não só o paciente e seus familiares, mas também a própria instituição e seus colaboradores, pois estigmatiza ao mesmo tempo em que cria situações de desconfiança e prejuízo financeiro. É uma questão social. Atualmente, além da obrigatoriedade, a necessidade faz com que todos os hospitais, sejam públicos ou particulares, tenham a sua Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, que é grupo de profissionais da área de saúde, de nível superior, formalmente designado para planejar, elaborar, implementar, manter e avaliar o Programa de Controle de Infecção Hospitalar, adequado às características e necessidades da Unidade Hospitalar, constituída de membros consultores e executores. É com este grupo, além dos gestores que o auditor hospitalar deve atuar. Não com uma postura fiscalizadora e punitiva, mas orientadora e de suporte, trazendo novas posturas técnicas, nova cultura ao ambiente de forma que se possa através de avaliações, verificar as mudanças ocorridas, os cuidados adotados. Uma alternativa é adoção de metodologias para identificação e avaliação sistemática das causas de infecção hospitalar, em pacientes submetidos a tratamento e ou procedimentos hospitalares, visando a prevenção e a redução da incidência de infecção hospitalar Mas é preciso trabalhar muito, analisar cada caso, para que se tenha estas mudanças, para que se possa vencer a infecção hospitalar que é uma guerra antiga, mas ainda muito atuante, fazendo inúmeras vítimas.

[...] Como em outros países, os profissionais que trabalham no controle de infecções têm adquirido conhecimentos epidemiológicos e microbiológicos, o que permite entendermos porque essa especialidade é também denominada como epidemiologia hospitalar Controle de Infecção em Serviços de Saúde Existem algumas legislações que amparam o Programa Nacional de Controle de Infecção Hospitalar, tais como: As atividades do Programa Nacional de Controle de Infecção Hospitalar (PCIH) foram delineadas pela Lei nº 9431, de 6 de janeiro de 1997, que dispõe sobre a obrigatoriedade dos hospitais manterem um Programa de Infecções Hospitalares e criarem uma Comissão de Controle de Infecções Hospitalares (CCIH) para execução deste controle. [...]


[...] A importância da mudança de paradigmas nas instituições de saúde. Disponível no site: www.mvsistemas.com.br/noticias.shtm. Acesso em MALIK, A. M. e SCHIESARI, L. M. C. Qualidade na gestão local de serviços e ações de saúde. São Paulo: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, Série Saúde & Cidadania, v MARTINS STF. Experiência cotidiana e sentido pessoal no processo saúde- doença. Coletâneas da ANPEPP 1996; 3:41-53. MENDES AC. Indenização por dano oriundo de erro médico. Bioética 1994;2:183- 9. MENDES EV. [...]


[...] No Brasil, como em outros países da América Latina, o estudo da qualidade começou mais tarde nos hospitais Desde a promulgação da Lei Federal 6.431 de 1998, todos os hospitais brasileiros são obrigados a terem constituído uma Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), que deve elaborar o Programa de Controle de Infecções, definido como um conjunto mínimo de ações para reduzir ao máximo possível a incidência e gravidade das infecções hospitalares. Assim, quem não tiver constituído sua comissão ou se ela não for atuante, elaborando um programa de controle eficaz, já incorre em um delito e pode sofrer as conseqüências legais decorrentes desse erro. [...]

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