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Atendimento Inicial ao Politraumatizado

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
ITPAC

Informações do trabalho

Frederico L.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
palestra
Número de páginas
39 diapositivo
Nível
Especializado
Consultado
991 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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0
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  1. História
  2. Distribuição trimodal das mortes
  3. Três conceitos
  4. Exame primário
  5. Reanimação
  6. Medidas auxiliares
  7. Monitorização ECG
  8. Procedimentos diagnósticos
  9. Tratamento definitivo

Distribuição Trimodal das Mortes: Primeiro pico: Segundos a minutos após o trauma. Segundo pico: Minutos a várias horas após o trauma. Terceiro pico: Dias a semanas após o trauma. Segundo Pico ? Hora de Ouro : A primeira hora (Golden Hour) após o trauma é caracterizada pela necessidade imediata de avaliação e reanimação, os princípios fundamentais do ATLS. Os óbitos nesse período devem-se geralmente a hematomas intracranianos, hemopneumotórax, ruptura de baço, lacerações hepáticas, fraturas pélvicas e outras lesões traumáticas com perda sangüínea significativa. Trâs Conceitos : Tratar primeiro a maior ameaça a vida; A falta de um diagnóstico definitivo nunca deve impedir a aplicação do tratamento indicado; Uma história detalhada não é essencial para avaliar o politraumatizado.

[...] Reanimação Oxigenação e Ventilação; Tratamento do Choque: Catéteres Intravenosos; Ringer Lactato aquecido; Continuação do tratamento de lesões graves identificadas no exame inicial; A Vias Aéreas Se houver qualquer dúvida estabelecer uma via aérea definitiva: Entubação orotraqueal proteger a coluna; Entubação nasotraqueal respiração; Cricotireoidostomia punção com catéter; B Respiração / Ventilação Ventilar com Ambu e máscara fornecendo oxigênio suplementar; Pneumotórax hipertensivo compromete a ventilação e a circulação, deve ser tratado imediatamente por descompressão se for suspeitado; Ocluir pneumotórax aberto e drenar; C Circulação Controle o sangramento por pressão direta ou intervenção cirúrgica; No mínimo 2 catéteres de grosso calibre em veias periféricas MMSS; Colher amostras para tipagem e prova cruzada e exames de rotina; Infusão vigorosa de cristalóide, de preferência Ringer lactato aquecido; Podem ser necessários 2 a 3 litros; O choque associado ao trauma é, na maioria das vezes, hipovolêmico; Caso não haja resposta à infusão rápida de cristalóide pode ser necessária a administração de sangue; Choque hipovolêmico não deve ser tratado com vasopressores, esteróides ou bicarbonato de sódio nem pela infusão contínua de sangue e de cristalóides, e sim pelo controle cirúrgico da hemorragia; Medidas Auxiliares Monitoração; Sonda Vesical; Sonda Nasogástrica; Radiografias: Crânio e coluna cervical; Tórax; Pelve; LPD ou USG abdominal; Monitorização ECG Necessária em todo traumatizado; Arritmias podem indicar trauma cardíaco contuso; Atividade elétrica sem pulso (AESP) pode indicar tamponamento cardíaco, pneumotórax hipertensivo ou hipovolemia profunda; Bradicardia, extra-sístoles ou condução aberrante podem significar hipóxia; Sonda Vesical Débito urinário reflete a perfusão renal conseqüentemente, a volemia: 0,5ml/kg/h no adulto; 1ml/kg/h nas crianças acima de 1 ano; Cateterização trans-uretral contra indicada na suspeita de secção uretral: Sangue no meato uretral,equimose perineal, sangue no escroto; Deslocamento da próstata; Fratura pélvica; Sonda Nasogástrica Descompressão do estômago diminui o risco de aspiração; Sonda deve ser bem posicionada e aspirada para esvaziar o estômago; A passagem da sonda pode provocar náuseas, vômitos e aspiração; Deve haver um aspirador eficiente e funcionando à disposição; Monitoração Freqüência Respiratória; Gasometria Arterial; Oximetria de Pulso; Pressão Arterial; Capnografia; Radiografias Se possível devem ser feitas na própria área de reanimação; Se considerados essenciais não devem ser evitados em gestantes; Pelo menos 3 filmes: Tórax AP; Pelve AP; Coluna Cervical Perfil; Procedimentos Diagnósticos Lavado Peritoneal Diagnóstico: deve ser realizado nas suspeitas de hemorragia intra-abdominal se o médico tiver experiência com o procedimento; Ultra-sonografia abdominal deve ser feita se o ultra-sonografista estiver disponível e for experiente em trauma; Tomografia é extremamente precisa para lesões de órgãos parenquimatosos mas o paciente precisa estar estável; Exame Secundário Só deve ser iniciado após completar o exame primário, quando as medidas necessárias foram tomadas e o paciente tende à estabilização; Deve incluir um exame neurológico completo e escore da Escala de Coma de Glasgow, se não tiver sido calculado; ?Tubos e dedos em todos orifícios?; História AMPLA A Alergia; M Medicamentos; P Passado Médico/Prenhez; L Líquidos e Alimentos; A Ambiente e eventos relacionados ao Trauma; Principais Tipos de Trauma Trauma Fechado; Impacto Frontal; Impacto Lateral; Impacto Traseiro; Ejeção; Veículo Automotor / Pedestre; Trauma Penetrante; Lesões por frio ou calor (Queimaduras); Ambiente de Risco; Cabeça Examinar toda a cabeça e o couro cabeludo em busca de lesões; Avaliar os olhos pois com a instalação do edema periocular a avaliação posterior será dificultada; Pupilas, tamanho e reatividade; Remover lentes de contato; Face Fraturas da face sem comprometimento das vias aéreas ou sangramento podem ser tratadas tardiamente; Fraturas do terço médio podem ser acompanhadas de fratura da placa crivosa sondagem orogástrica; Reavaliar freqüentemente pois são fraturas de difícil diagnóstico; Coluna Cervical e Pescoço Pacientes com TCE e trauma de face devem ser considerados portadores de lesão instável da coluna cervical; Lesões penetrantes não devem ser exploradas na emergência e sim em centro cirúrgico por cirurgião habilitado; Hematomas e hemorragias devem ser comprimidos até a lesão poder ser explorada; Tórax Palpar toda caixa torácica; Ausculta torácica MV diminuído: Ântero-superior pneumotórax; Posterior das bases hemotórax; Radiografia de Tórax; Timpanismo; Engurgitação das veias do pescoço; Abdômen Diagnóstico específico não é tão importante quanto a identificação da presença de lesão intra-abdominal; A identificação e o tratamento devem sempre executados de maneira agressiva; Reavaliar freqüentemente o paciente; Períneo/Reto/Vagina Examinar o períneo em busca de hematomas, contusões, lacerações e sangramento uretral; Toque retal antes de sondagem vesical, avaliar próstata e sangue; Toque vaginal e teste de gravidez nas mulheres em idade fértil; Músculo-Esquelético Examinar as extremidades; Palpar a pelve e avaliar integridade do anel pélvico por compressão; Avaliar cuidadosamente a coluna tóraco-lombar atráves de radiografias; A perda sangüínea por fraturas pélvicas pode ser volumosa e de difícil controle; Sistema Nervoso A proteção da coluna é obrigatória continuamente até que sejam descartadas lesões de coluna, especialmente se o doente for transferido; Nos doentes com lesão neurológica é necessário um parecer precoce do neurocirurgião; Pacientes com lesão cerebral requerem entubação rápida e suave; Medidas Auxiliares Procedimentos diagnósticos especializados devem ser realizados após as lesões de risco terem sido tratadas: Tomografia computadorizada; Estudos [...]

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