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Cetoacidose e coma diabético

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Raphael C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
palestra
Número de páginas
33 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
206 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Terapêutica

O coma diabético (e/ou a cetoacidose que sempre o precede), é uma descompensação grave do diabético, com hiperglicemia, cetonemia e cetonúria, desidratação e alterações em graus variáveis da consciência. É a mais grave complicação aguda do diabetes sendo sempre conseqüência de uma quantidade insuficiente de insulina para uma dada necessidade fisiológica. Ou o paciente diabético omite por um ou mais dias suas injeções de insulina, ou as toma em doses insuficientes ou (o que é mais freqüente) surge uma condição patológica que torna insuficiente a dose de insulina utilizada. São fatores precipitantes de cetoacidose: a) infecções ? principalmente as infecções urinárias e as do trato respiratório superior, bem como as pancreatites; b) perturbações vasculares ? tanto os AVC como o infarto do miocárdio; c) uso de medicamentos ? principalmente clortiazida, hidroclortiazida e corticóides.

[...] Contudo, pelas próprias características destes casos (hiperosmolaridade com grandes perdas de líquidos, ausência de acidose e de cetonúria, com hipernatremia), a hidratação deve ser feita com soluções salinas hipotônicas portanto diluídas ao meio) até que a osmolaridade plasmática chegue a níveis normais; daí em diante a hidratação se fará com soro fisiológico. Estes pacientes geralmente requerem mais tempo para controle como conseqüência recebem, ao final, maiores quantidades de insulina e de líquidos. Conclusões O coma diabético (e/ou a cetoacidose que sempre o precede), é uma descompensação grave do diabético, com hiperglicemia, cetonemia e cetonúria, desidratação e alterações [...]


[...] O diagnóstico de coma diabético é confirmado pela presença de glicemia elevada, freqüentemente acima de 500 mg/dl, presença em grandes concentrações de corpos cetônicos e glicose na urina, desidratação, respiração profunda e acelerada, baixa ou ausência de consciência. Existe sempre um aumento da osmolaridade sérica, o pH do sangue arterial é baixo (podendo em casos mais raros chegar abaixo de e o bicarbonato está reduzido, geralmente abaixo de 15 mEq/l. Terapêutica Há já alguns anos está consagrado o esquema de tratamento do coma diabético com pequenas doses de insulina, proposto pela primeira vez por Alberti e col. [...]

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