Search icone
Permuta de Trabalhos Acadêmicos
Garantias
Leia mais sobre as nossas garantias.

Dismenorréia

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Bruno C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
palestra
Número de páginas
39 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
173 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
0
escrever um comentário
  1. Introdução
  2. Classificação da dismenorréia
  3. A etiologia da dismenorréia primária
  4. O diagnóstico da dismenorréia primária
  5. O diagnóstico da dismenorréia secundária
  6. Tratamento
  7. Tratamento cirurgico

Introdução Dá-se o nome de dismenorréia às dores abdominais que surgem preferencialmente em jovens, relacionadas ao fluxo catamenial. É também designada de algomenorréia, menalgia ou odinomenorréia. Consoante a sua derivação etimológica, o rótulo dismenorréia refere-se à menstruação difícil, desagradável e, não propriamente, dolorosa. Outro termo empregado, mais moderno, é síndrome dismenorréica. Todavia, como a dor é o componente mais relevante no quadro clínico, generalizou-se a palavra dismenorréia como sinônimo de dor menstrual. Sua incidência não se acha bem estabelecida, pois, via de regra, a dor é de apreciação subjetiva, sendo, em geral, referida espontaneamente pela própria paciente. No entanto, elevada parcela de autores estima que aproximadamente 52% das adolescentes são afetadas; cerca de 10% acham-se incapacitadas ao trabalho por 1 a 3 dias, todo mês. Nos Estados Unidos representa em torno de 140 milhões de horas de trabalho perdidas anualmente entre as mulheres jovens. Classifica-se a dismenorréia em: 1 ? essencial, primária, intrínseca, funcional ou idiopática e 2 ? secundária, sintomática, extrínseca, adquirida ou orgânica. A primeira ocorre em pacientes com ausência de lesões orgânicas. A dismenorréia secundária, ao inverso, decorre de enfermidades orgânicas, tais como: endometriose pélvica, leiomioma do útero, doença inflamatória pélvica, distopias uterinas, malformações genitais, estenose do canal cervical, etc. Menos freqüentemente, devido à presença de dispositivo intra-uterino e após a terapêutica com elevadas doses de progestagênios. A dismenorréia primária, pela sua elevada incidência e severidade do quadro clínico, pelo aparecimento em jovens, por falta de patologia definida, por sua associação com a síndrome de tensão pré-menstrual e pelo seu desaparecimento, em geral com a gestação e parto, é que deve merecer a atenção dos especialistas. O mesmo não ocorre com a forma secundária, pois a dor relaciona-se à lesão orgânica causal. A etiologia da dismenorréia primária, ainda não se acha definitivamente estabelecida. Sobrelevam-se, entre as principais teorias, a miometrial, a psicogênica, a endócrina e a influência exercida pelas prostaglandinas.

[...] Com referência à crise dolorosa, indicam-se repouso, calor local, banho de imersão quente, medicações analgésicas e antiespasmódicas. A terapêutica específica acha-se embasada nos fatores etiológicos conhecidos. Compreende: o emprego de medicamentos, especialmente a hormonioterapia e os inibidores de síntese das prostaglandinas; a psicoterapia superficial ou de apoio e medidas higiênicas em relação ao trabalho ou ambiente (regime alimentar adequado, vida ao ar livre, exercícios físicos, etc.). O tratamento hormonal é feito, principalmente, com os contraceptivos orais, com a precípua finalidade de inibir a ovulação, isto é, transformar um ciclo ovulatório, via de regra doloroso, em anovulatório, indolor. [...]


[...] A vitamina B6, os bloqueadores do cálcio e o DIU com progesterona (Progestasert). A vitamina B6, determinando maior penetração de magnésio na miocélula, promove relaxamento do miométrio. O verapamil e a nifedipina, fármacos bloqueadores do cálcio, por inibirem a contração da musculatura lisa dos vasos, têm indicação na algomenorréia. O ?Progestasert? inserido na cavidade uterina, parece que diminui a síntese das prostaglandinas por atrofiar o endométrio. Drogas beta-adrenérgicas, por estimularem o relaxamento muscular, são também empregadas. O seu mecanismo de ação é pouco conhecido. [...]

Estes documentos podem interessar a você

Cirurgia vídeolaparóscopica

 Biologia e medicina   |  Enfermagem   |  Estudo   |  11/12/2006   |  BR   |   .doc   |   8 páginas

Dismenorréia

 Biologia e medicina   |  Medicina   |  Estudo   |  21/04/2007   |  BR   |   .ppt   |   29 páginas

Mais Vendidos medicina

Trabalho sobre educação física e a importância do esporte no ensino

 Biologia e medicina   |  Medicina   |  Estudo   |  15/05/2007   |  BR   |   .doc   |   16 páginas

Gestação múltipla

 Biologia e medicina   |  Medicina   |  Dissertação   |  21/11/2007   |  BR   |   .doc   |   21 páginas