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Doenças inflamatórias da córnea

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Raphael C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
palestra
Número de páginas
50 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Ceratites não-supurativas
  3. Concentrações e dosagens dos prinicipais antibióticos utilizados em úlceras de córnea
  4. Úlceras de córnea não-infecciosas
  5. Infecções Corneanas
  6. Ceratites supurativas bacterianas
  7. Ceratites micóticas
  8. Ceratite parasitária (por Acanthamoeba)

Vários são os sintomas das doenças da inflamatórias da córnea: alteração da acuidade visual, olho vermelho, desconforto, irritação, sensação de corpo estranho, dor (geralmente causada pela associação de irite ou esclerite), fotofobia (intolerância anormal à luz ).  A alteração da acuidade visual é causada pela diminuição da transparência corneana ou pela presença de células e proteínas na câmara anterior. A hiperemia conjuntival  ocorre geralmente ao redor da córnea pela dilatação dos vasos conjuntivais e superficiais da episclera no limbo, nos casos de ceratite grave os vasos da íris que são contínuos com os vasos episclerais  podem estar dilatados, levando a irite reflexa. O blefaroespasmo é um espasmo do músculo orbicular que provavelmente representa um esforço subconsciente do paciente em eliminar o movimento das pálpebras sobre a córnea inflamada.

[...] O tratamento consiste, além da ciclopegia, na utilização de colírios e pomadas de antimicóticos de anfotericina B em concentração que variam de 0,1-0,3%. Também, pode-se indicar a irrigação contínua diária com anfotericina preparada a partir da solução endovenosa (Fungizon 50 mg-1 frasco) diluída em 500 ml de soro glicosado a soro fisiológico precipita a droga, a solução deve ser protegida contra a degradação pela luz). A injeção subconjuntival pode ser realizada nos casos mais graves, mas, além de ser muito dolorosa, pode causar necrose escleral e granulomas conjuntivais. [...]


[...] No início do quadro os infiltrados profundos acinzentados no centro da córnea aumentam de tamanho se estendem em direção à periferia, podendo se tornar confluentes, e o epitélio sobre esta região aparece sem brilho. A vascularização profunda ocorre em direção aos infiltrados centrais. No processo de cura as lesões periféricas desaparecem primeiro, podendo resultar em opacidade estromal leve com vasos fantasmas. Causas de ceratite intersticial são: sarampo, sífilis pré-natal ou adquirida, tuberculose, linfogranuloma venéreo, herpes simples, oncocercose, infecção pelo vírus Epstein-Barr, tripanosomíase e síndrome de Cogan. [...]


[...] Podem ocorrer em várias alterações corneanas, sendo a mais comum a ceratoconjuntivite seca, cujo filamento ocorre por excesso da produção de muco. Outras causas da formação de filamentos corneanos são a ceratoconjuntivite límbica superior, erosão recorrente do epitélio corneano e ruptura de bolhas epiteliais, oclusão prolongada do olho, uso de lentes de contato, ceratite por herpes simples, diabetes mellitus, ceratite neurotrófica e dermatite atópica. A ceratite filamentar causa irritação e sensação de corpo estranho. O filamento começa como uma elevação pequena parcialmente opaca da superfície do epitélio corneano. [...]

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