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Controle microbiológico dos alimentos

Informações sobre o autor

Professora de Genética - Professora de Melhoramento...
Nível
Especializado
Estudo seguido
Médica...

Informações do trabalho

Giselle K.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
dissertação
Número de páginas
16 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Etiologia
  3. Vibrio cholerae
    1. Histórico e características
    2. Epidemiologia
    3. Transmissão
    4. Patogenia
    5. Sintomas
    6. Diagnóstico
    7. Tratamento
    8. Prevenção
  4. Vibrio parahaemolyticus
    1. Etiologia e características
    2. Epidemiologia
    3. Patogênese
    4. Transmissão
    5. Sintomas
    6. Diagnóstico
    7. Tratamento e prevenção
  5. Vibrio vulnificus
    1. Epidemiologia
    2. Sintomas
    3. Diagnóstico
    4. Prevenção

O gênero Vibrio possui várias espécies patogênicas, entre elas o V. cholerae e o V. parahaemolyticus, de grande importância para a saúde pública, pois são transmitidos pelo pescado e água contaminados, causando toxinfecções alimentares. Neste trabalho procurei enfocar as principais características de cada espécie, bem como as principais formas de prevenção contra as doenças causadas por elas.

1. Introdução
O gênero Vibrio, da família Vibrionaceae, possui pelo menos 28 espécies, a maioria saprófita ou parasitas inócuos, porem algumas são de grande importância para a saúde pública, pois possuem seu habitat natural na água, levando a contaminação de frutos do mar e a contaminação cruzada de outros alimentos. Ao consumir estes alimentos, o homem acaba por contrair gastrenterites e outras toxinfecções (PELCZAR, 1981; JAY, 2005).

[...] principalmente através da ingestão de água ou de alimentos contaminados. Na maioria das vezes, a infecção é assintomática (mais de 90% das pessoas) ou produz diarréia de pequena intensidade. Em algumas pessoas (menos de 10% dos infectados) pode ocorrer diarréia aquosa profusa de instalação súbita, potencialmente fatal, com evolução rápida (algumas horas) para desidratação grave e diminuição acentuada da pressão sangüínea (PEDRO, CASTIÑEIRAS & MARTINS, 2000) Histórico e Características Ocorreram seis pandemias entre 1817 e 1923. A 7ª pandemia se iniciou em 1961, e atingiu vários países da Ásia, África, Austrália, Europa, Canadá, Estados Unidos e América do Sul. [...]


[...] cholerae penetra no organismo humano por ingestão de água ou de alimentos contaminados (transmissão fecal-oral). Se conseguir vencer a acidez do estômago, alcança o intestino delgado onde o meio é alcalino, multiplica-se intensamente, principalmente em duodeno e jejuno, e produz a enterotoxina que pode causar diarréia (PEDRO, CASTIÑEIRAS & MARTINS, 2000). Os rios Ganges e Brahmaputra, na Índia, são considerados como reservatórios naturais do V. cholerae, sendo as regiões em seu entorno endêmicas para a doença. A disseminação, neste caso, está relacionada com a peregrinação aos rios e com a prática religiosa de banhar-se em suas águas (GERMANO & GERMANO, 2003). [...]


[...] Na maioria dos casos, mesmo nas formas graves, a recuperação é completa e rápida, apenas com a reidratação. Nas formas graves, os antibióticos quando iniciados nas primeiras 24 horas de doença, podem diminuir a duração da diarréia com isto, as perdas de líquido e eletrólitos, o que facilita a terapêutica. Nos casos sem gravidade, o uso de antibióticos não é justificável, uma vez que não trazem qualquer benefício comprovado na evolução da doença ou interferência na sua disseminação. Além disso, o uso indiscriminado de antibióticos aumenta o risco do surgimento de resistência no V. [...]

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