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Atenção à saúde da criança: promovendo a saúde e evitando a doença

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
enfermagem
Faculdade
Universidad...

Informações do trabalho

Andréia S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
monografia
Número de páginas
31 páginas
Nível
avançado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Revisão de literatura
    1. Epidemiologia e prevenção
    2. A epidemiologia na organização dos serviços de saúde
    3. Indicadores de saúde
    4. Morbimortalidade infantil
    5. Programas que contribuem com a redução da morbimortalidade infantil
    6. Como os dados de saúde podem ser utilizados
    7. Os sistemas de informação em saúde
    8. A classificação internacional das doenças
  3. Metodologia
    1. Tipo de estudo
    2. Fonte de dados
    3. Período do estudo
    4. Coleta de dados
    5. Análise de dados
  4. Desafios na atenção básica
    1. Uma abordagem sobre a atuação do enfermeiro no PSF
    2. O PSF e a atenção integrada às doenças prevalentes da infância (AIDIPI)
    3. A importância da utilização do cartão da Cciança
  5. Aleitamento materno
    1. Uma explanação sobre o atual cenário
    2. Programas de incentivo ao aleitamento materno
    3. O incentivo ao aleitamento nas unidades de saúde
  6. Doenças mais prevalente da infância: prevenção educativa
    1. Doenças diarréicas
    2. Anemia ferropriva
    3. Infecções respiratórias
    4. Resgate cultural das práticas populares

Com o intuito de contribuir com o conhecimento acerca das principais doenças que acometem crianças na região nordeste, a temática central desse estudo situa-se no desafio encontrado na atual modelo de atenção à saúde da criança na promoção da mesma, resgatando o conhecimento popular e o papel educador do enfermeiro na prevenção às doenças prevalentes da infância realizando uma explanação sobre estas.
Para melhor compreensão epidemiológica das morbidades em crianças é preciso diferenciar o grupo infantil das demais faixas etárias, considerando a existência de fatores intervenientes nos quais estão incluídos as condições maternas (escolaridade, estado nutricional da mãe, imunização, condições sócio-econômicas, acessibilidade dos serviços de saúde), as complicações da gestação, presença e duração da amamentação, data de introdução de alimentação artificial e qualidade desta, controle vacinal.
O conhecimento das doenças prevalentes da infância (doenças que ocorrem com uma freqüência maior em crianças devido à estrutura anatômica e fisiológica oferecerem menor resistência aos agentes causais em relação ao indivíduo adulto) e a comparação periódica com a análise dos principais diagnósticos encontrados nas Unidades da Saúde da Família (USF) permitem analisar e compreender a tendência de morbidade da população local, subsidiando a organização da assistência à saúde. De acordo com dados do Serviço de Informação da Atenção Básica (SIAB) as principais doenças que acometem crianças no município de Feira de Santana em 2006 são: desnutrição energético-protéica, hipovitaminoses, diarréias, doenças do aparelho respiratório e protozooses.
O material utilizado para realização desse estudo faz parte do acervo disponível na Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), com a utilização das seguintes palavras chaves: morbidade, infantil, prevenção. Selecionando aqueles que retratem a realidade da região Nordeste em especial os que abrangem o Estado da Bahia.

[...] Segundo Pereira (1995), o coeficiente de mortalidade infantil Termo para designar os óbitos de crianças menores de 1 ano, ocorridos em determinada área,em determinado período de tempo (Rouquayrol, 1993) (CMI) elevado está relacionado às causas maternas, ao ambiente ao qual à criança está exposta e carências nutricionais, refletindo na qualidade vida da população, contribuem para um índice elevado, a ausência e ou a ineficácia de ações preventivas de saúde. O IPEA estimou para a década de 90 um CMI 40/ 1.000 nascidos vivos, não representando, porém a realidade brasileira devido aos sub-registros. [...]


[...] Para se compreender a situação de saúde de um local, dentre outros fatores, são necessários dados de morbidade e indicadores de mortalidade devido à tendência crescente onde o indivíduo tem uma maior possibilidade de adoecer sem morrer necessitando da avaliação dos serviços de saúde. Essas informações devem ser consideradas no estabelecimento de planos de intervenção, programas e ações de saúde adequadas e condizentes com a população abrangida. Dentre as fontes de informações sobre morbidade de uma população estão os registros dos pacientes (prontuários) das unidades básicas de saúde (UBS). [...]


[...] As orientações devem englobar cuidados com a alimentação da gestante; higiene e prevenção de doenças; cuidados específicos com a mama; imunização; solicitação de exames para detecção de problemas de saúde; acompanhamento do crescimento fetal intra-uterino; estabelecimento de complementação vitamínica evitando anemia ferropriva. Conhecer a realidade na qual a mãe está inserida é primordial para se avaliar as potenciais condições que esta tem de amamentar exclusivamente. Segundo a OMS, as taxas desse tipo de aleitamento permanecem baixas, em todo o mundo, conforme dados de 94 países, o aleitamento exclusivo é praticado somente em relação a 35% dos menores de quatro meses. [...]

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