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Fratura na mandíbula

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
administração
Faculdade
Faculdade...

Informações do trabalho

Vanessa C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
34 páginas
Nível
avançado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Dentes
  2. Músculos
  3. Vascularização
  4. Inervação
  5. Classificação das fraturas
  6. Fraturas expostas da mandíbula
  7. Sinais e sintomas
  8. Tratamento das fraturas
  9. Tratamento das fraturas do ramo, corpo e ângulo mandibular
  10. Redução
  11. Fixação
  12. Sinopse da sequência cirúrgica no tratamento das fraturas de ramo, ângulo e corpo
  13. Tratamentos das fraturas sinfisárias (mentais)
  14. Fratura de mandíbula em desedentados
  15. Localização
  16. Posição dos fragmentos
  17. Mandíbula com atrofia óssea
  18. Próteses totais - goteiras
  19. Fraturas cominutivas
  20. Sequelas das fraturas mandibulares

As fraturas da mandíbula não diferem essencialmente das fraturas de outros ossos do esqueleto, com relação à etiologia e aos princípios gerais de tratamento. Porém, a presença da oclusão dentária, a existência de dois côndilos e sua relação peculiar com as fossas articulares e a importância estética da mandíbula na face determinam princípios especiais de tratamento.
A redução das fraturas faciais deve ser a mais precisa possível, pelas suas implicações estético-funcionais. Desníveis entre os fragmentos ósseos, aceitáveis sem maiores conseqüências em outras localizações do esqueleto, são inaceitáveis na mandíbula.
Certos aspectos da anatomia mandibular devem ser lembrados. O corpo mandibular apresenta forma de ferradura, que se prolonga em direção cefálica pelos ramos. Em vista medial, a união do corpo com os ramos forma os ângulos mandibulares.
A mandíbula é composta de duas tábuas de osso cortical, uma externa e outra interna e de uma parte medular, central. No mandibular, a cortical externa é mais grossa na região mental e, no terceiro molar, isto decorre da presença da linha obliqua que sobe em direção ao processo coronóide.
Os ramos da mandíbula compõem-se fundamentalmente de duas tábuas finas de osso compacto, lateral e medial, que são separadas por uma porção delgada de osso esponjoso. Sendo o corpo da mandíbula bem mais grosso que os ramos, a união destas duas partes, os ângulos, constitui-se em zonas de debilidade estrutural. Pode-se considerar a mandíbula como formada por dois componentes: a mandíbula propriamente dita; a mandíbula alveolar (processo alveolar).
Como o osso alveolar existe em função dos dentes, este componente desaparece na mandíbula desdentada. Os alvéolos são compostos de osso menos resistentes e as fraturas alveolodentárias podem ocorrer totalmente independentes da mandíbula propriamente dita.
No paciente idoso, os ossos encontram-se debilitados e mais predispostos às fraturas. Esta debilidade estrutural aumenta, no caso da mandíbula desdentada, pela ocorrência do fenômeno de reabsorção alveolar, uma vez perdidos os dentes. No idoso, o corpo mandíbular pode estar reduzido à metade de sua altura.
Os colos dos côndilos são regiões frágeis da mandíbula, sujeitos a fraturas, resultantes, como frequência, de traumatismos mentais. Existe uma relação muito próxima do côndilo com a lâmina timpânica, na parte posterior da fossa articular. Porém, os casos de penetração do côndilo na cavidade craniana são muito raros.
Estudou-se em laboratórios a tolerância da mandíbula à aplicação de forças, através de engenharia médica. Um impacto de 191kg no mento, com linha de força através da sínfase e articulação temporomandibular, produziu uma fratura unilateral subcondilar; com 247,5kg, fratura bilateral subcondilar.
As fraturas sinfisárias requerem mais força (247,5 a 405kg). Os impactos laterais na mandíbula produzirão fraturas de corpo com 135 a 337,5 kg.
Outros estudos também indicaram que o corpo mandíbular e o ramo são mais sensíveis a impactos laterias do que a sínfise.
Neste trabalho propomo-nos a fazer uma revisão literária, combinada com avaliação de estudo de caso realizado na UNINCOR ? Universidade Vale do Rio Verde, Três Corações ?MG, com a finalidade de demonstrar as incidências de fraturas mandibulares, bem como os procedimentos odontológicos relacionados às mesmas.

[...] A análise radiográfica deve levar em conta as distorções (evidentes nas panorâmicas), mas também as fraturas biseladas que induzem a uma falsa localização da fratura FRATURAS DO RAMO DA MANDÍBULA As fraturas limitadas ao ramo mandibular são infreqüentes , pois como já vimos na anatomia cirúrgica, essa região é bem protegida por tecidos moles. São considerados de ramo as fraturas abaixo da incisura da mandíbula, permanecendo no fragmento superior o côndilo e o processo coronóide (PETTERSON, 2000). Pode ocorrer edema na região paratídea e maddeterina, geralmente não havendo limitação grave do movimento mandibular. [...]


[...] Existe uma relação muito próxima do côndilo com a lâmina timpânica, na parte posterior da fossa articular. Porém, os casos de penetração do côndilo na cavidade craniana são muito raros. Estudou-se em laboratórios a tolerância da mandíbula à aplicação de forças, através de engenharia médica. Um impacto de 191kg no mento, com linha de força através da sínfase e articulação temporomandibular, produziu uma fratura unilateral subcondilar; com 247,5kg, fratura bilateral subcondilar. As fraturas sinfisárias requerem mais força (247,5 a 405kg). [...]


[...] Figura 2 Incidência de fraturas mandibulares Na análise realizada observou-se uma maior incidência de fraturas de corpo e côndilo e uma incidência menor de fratura alvéolo dentária. Os dados obtidos são compatíveis com os encontrados por Jorge (1989) e Sá-Lima (2001). Concordamos com Manganello e Silva (2002), que fala que a alta incidência de fraturas de mandíbula se deve ao fato de ser este um osso móvel e proeminente da face; mais exposto, consequentemente, aos agentes traumáticos. Esses índices também foram encontrados neste estudo. [...]

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