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A importância do dentista no programa saúde família

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
Unip

Informações do trabalho

Fabiana C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
monografia
Número de páginas
29 páginas
Nível
Para todos
Consultado
3 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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Sabe-se que a higiene bucal, é essencial na vida de uma pessoa, a falta do conhecimento sobre cuidados necessários de higiene bucal afeta um fator a ser estimado, uma vez que a informação, embora disponível nas grandes mídias, não chega a todas as camadas da população da mesma forma e, dificilmente, é apreendida de modo a produzir conhecimento e autonomia em relação aos cuidados com a saúde Unidade de Saúde da Família é o exterioridade de atuação da equipe multiprofissional. O programa saúde da família atende inúmeras famílias carentes, sendo que eles são uma equipe, a odontologia passou a fazer parte desse programa, e vêm crescendo as equipes que atendem a cada dia. É essencial o direito a higiene bucal, independente da classe social, dispor de dentista as pessoas que não tem poder aquisitivo para usa- las constitui o direito a saúde que é um direito de todo cidadão. Sendo assim, neste trabalho será abordado através de revisão bibliográfica, os dentistas no programa saúde da família.

INTRODUÇÃO

Pode-se dizer que a Unidade de Saúde da Família é o exterior de atuação da equipe multiprofissional, composta, minimamente, por um médico, um enfermeiro, um ou dois acessórios de enfermagem e quatro a seis agentes comunitários, estabelecer o desafio do trabalho em equipe, multidisciplinar, com culpabilidade sobre o território onde vivem ou afligem em torno de 4.500 pessoas, ou mil famílias.
Vasconcelos assegura que o campo da educação em saúde tem sido, desde a década de 1970, densamente repensado e verifica- se um relativo distanciamento dos atos impositivas alegorias do discurso higienista. Paralelamente, existe uma ampliação da abrangência sobre o processo saúde-doença, que, saindo da concepção restrita do biologicismo, passa a ser arquitetado como resultante da inter-relação causal entre fatores sociais, econômicos e culturais.
Sendo assim, Pereira salienta que requerer saúde é mais do que contar para o paciente que cárie pode ser acautelada por meio da utilização correta de produtos contendo flúor, da limpeza adaptada dos dentes e da racionalização do consumo de açúcar. Promoção de saúde é uma ação global, objetivando a avanço na qualidade de vida das pessoas. Neste sentido, é somente uma parte do todo. É qualquer esforço planejado para arquitetar políticas públicas saudáveis, criar ambientes que agüentem o esforço individual e comunitário de ser saudável, fortalecer ação comunitária, crescer habilidades pessoais ou reorientar os serviços.
Neste contexto, Pinheiro aduz que a construção de um sistema de serviços de saúde democrático, universal, igualitário e integral, compõe um processo social e político que se atinge por meio de formulação de políticas públicas voltadas para a saúde, mas ainda, e fundamentalmente, no cotidiano dos serviços de saúde. Enfatiza- se que a perspectiva de que as políticas de saúde se concretizam na ?ponta? do sistema, isto é, mediante ação de atores sociais e suas práticas no cotidiano dos serviços, tem sido proeminente para a reflexão crítica sobre os processos de trabalho em saúde, apontando à produção de novos conhecimentos e ao desenvolvimento de novos exercícios de saúde consoantes com os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde.
Salienta- se que o desconhecimento sobre cuidados imprescindíveis de higiene bucal simula um fator a ser estimado, uma vez que a informação, embora disponível nas grandes mídias, não chega a todas as camadas da população da mesma forma e, arduamente, é embargada de modo a produzir conhecimento e autonomia em relação aos cuidados com a saúde. Enfatiza- se que a importância de programas odontológicos educativos, que elevem e anotem as necessidades das populações de menor acesso aos serviços de saúde odontológicos necessita ser valorizada.
Sendo assim, Maranhão salienta que os profissionais de saúde bucal são os agentes que inventam as normas e, assim sendo, cumprem um importante papel na transmissão destas às mães, que por sua vez as apostilam e imprimem à criança. No entanto, o cirurgião-dentista não encontra- se numa posição vantajosa em relação à cárie de mamadeira, porque, comumente a primeira consulta odontológica se dá a partir dos 3 anos, quando a doença já pode estar em estágio avançado.

CAP.1 DENTISTA X SAÚDE
Salienta- se que apesar da reconhecida importância da saúde bucal, uma quantia importante da população brasileira não tem elevação a serviços odontológicos. Enfatiza- se que a disponibilidade de dados ainda é limitada, baseando-se em dois inquéritos nacionais sobre saúde bucal, um concretizado em 1986 e outro em 1996. Neles, além da informação do exame bucal, coletou- se informação sobre sexo, idade e local de residência. Enfatiza- se que outro inquérito, iniciado em 2000, está em andamento, desta vez coletando- se uma quantidade maior de informações, tais como dados sobre situação socioeconômica e elevação aos serviços de saúde bucal, além do exame odontológico e avaliação de imperativo de tratamento.
De acordo com Bastos salienta que a saúde bucal apanha maior acuidade quando se fala em característica de vida da população, deste modo, é eficaz a busca de mecanismos que aumentem o campo de suas ações e viabilizem mudanças no perfil epidemiológico brasileiro. Enfatiza- se que a luta pela saúde bucal está diretamente abocada à melhoria de fatores condicionantes sociais, políticos e econômicos, o que referenda a responsabilidade e dever do Estado em sua execução.
Por sua vez, Cohen assegura:
Existem poucas informações acerca do uso de serviços odontológicos por parte da população brasileira. Conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios, quase um quinto (18,7%) da população brasileira nunca consultou um dentista. As maiores proporções de pessoas desassistidas estão entre as crianças menores de quatro anos (85,6%), nos homens (20,5%) e na população residente em áreas rurais (32,0%).
Cortes assevera que ao analisar a saúde bucal como parte integrante da saúde do indivíduo, estando absolutamente ligada às condições para uma melhor qualidade de vida, expede à aceitação dos registros em saúde bucal como um bem inerente à concepção de saúde dos responsáveis pelas operações atingidas. Isso, por abranger que a saúde bucal fez-se valorizada, mesmo diante do número significativo de necessidades em saúde viventes na população e da predominância de temas próprios do gerenciamento em saúde nas pautas das reuniões dos CMS estudado.
Neste contexto, Botazzo indica uma reflexão sobre o exercício caracterizado da Odontologia segundo as classes sociais e a compreensão da prática caritativa e assistencialista da Odontologia quando desempenhada no setor público para atendimento ?dos pobres?, a ?Odontologia Social? como sinônimo de atendimento ao ?carente?, ao portador do não - direito, enquanto Paim & Almeida Filho adicionam que a saúde coletiva, enquanto movimento ideológico danificado com a transformação social, apresenta probabilidades de articulação com novos paradigmas científicos capazes de abordar o objeto saúde doença- cuidado respeitando sua historicidade e integralidade.
Salienta- se que a saúde bucal, subentendida na saúde integral, está alistada às condições socioeconômicas e culturais da população. Como adverte Porto, a saúde bucal está diretamente alistada às condições de alimentação, moradia, trabalho, renda, meio ambiente, transporte, lazer, liberdade, acesso a serviços de saúde e informação. Nesse sentido, a luta pela saúde bucal está, essencialmente, ligada à luta pela melhoria dos categóricos sociais, políticos e econômicos.
Stamm enfatiza que não existe dúvidas quanto à seriedade de uma prática odontológica que admire a saúde bucal coletiva, universalizando o acesso e afiançar a eqüidade no atendimento das precisões da população. Sendo que, é marcante o declínio recente no conhecimento da doença cárie, em especial, na população jovem de países industrializados. Na Inglaterra e no País de Gales, de 1968 a 1988, o número de adultos com dentes aumentou em 41% e o número de dentes sadios, em 65%. Na Dinamarca, desde 1978, possuí redução média de 69% de dentes cariados em crianças de 5 anos de idade e de quase 75%, entre crianças de 12 anos. Em quatro países nórdicos Dinamarca, Finlândia, Noruega e Suécia, a proporção de crianças livres de cárie, em 1988, era de cerca de 50% aos 5 anos e de 25% aos 12 anos, demonstrar nítido declínio nos níveis de doença . As maiores reduções ocorreram onde foram abonados programas coletivos extensos de atenção às crianças.
Dessa forma, Pinto adverte que a educação em saúde bucal (ESB) é uma ação importante do artifício de promoção da saúde, determinando alegorias específicas que envolvem práticas e conhecimento. Apesar disso, ressalta que o conceito de educação em saúde bucal precisa ser expandido para incluir, entre suas tarefas, o trabalho de conscientização com os grupos sociais com menor elevação aos programas de saúde odontológica.
Por sua vez, Oliveira enfatiza:
As proporções de pessoas que consultaram um dentista há menos de um ano foram sempre maiores no grupo dos mais ricos, e nos grupos etários de 7-19 e 20-49 anos. No total, quase três vezes mais pessoas foram ao dentista no grupo mais rico (Q5), comparando-se com o grupo mais pobre (Q1).Neste caso, os maiores diferenciais socioeconômicos foram encontrados nos grupos extremos de idade, onde a razão Q5/Q1 foi de 4,1 para o grupo de 50 anos ou mais e de 4,7 para o grupo de 0-6 anos. No grupo mais pobre, menos de 9% das crianças e dos mais velhos consultaram um dentista no último ano. A procura de atendimento odontológico nas duas últimas semanas segue um padrão semelhante ao anterior, com prevalências mais baixas.
Narvai expõe que a odontologia de mercado jamais invadiu a hegemonia no sistema de saúde brasileiro, em linhas gerais, sua abrangência de prática centrada na assistência odontológica ao indivíduo doente, e abordada com exclusividade por um sujeito individual no restrito ambiente clínico-cirúrgico, não exclusivamente predomina no setor privado, como segue cumprir poderosa alargamento sobre os serviços públicos. Enfatiza- se que a interior da odontologia de mercado está na base biológica e individual sobre a qual constrói seu fazer clínico, e em sua organicidade ao modo de produção capitalista, com a transformação dos cuidados de saúde em mercadorias, solapando a saúde como bem comum sem valor de troca, e impondo- lhes as deformações mercantilistas e éticas sobejamente sentidas.
Johsen aduz que a saúde bucal da criança pode ser acesa por membros da equipe de cuidados primários de saúde, invadindo médicos generalistas, pediatras, enfermeiros, nutricionistas e agentes de saúde, que estão numa extraordinária posição para controverter o problema da cárie antes da primeira visita ao dentista.
Pode- se dizer ainda que a educação e a prevenção são repetidamente citadas no meio acadêmico e profissional de Odontologia. Contudo, Narvai aconselha sobre a questão do preventivismo, uma forma simplista de abordagem da saúde bucal, sem levar em atendimento o contexto sócio-econômico e cultural nos quais serão implantadas as medidas preventivas. Ademais, Cordón & Garrafa indicam uma reflexão sobre o uso acrítico de tecnologias preventivas destinadas a populações que delas não precisam, enquanto grandes eventuais populacionais não têm acesso mínimo a informações sobre a saúde bucal.
Dessa forma, Sheiham afiança que o trabalho em equipe compõe a abordagem mais adaptada para a promoção de saúde bucal, empregar- se pessoal auxiliar odontológico e pessoal não-odontológico, por meio da integração entre saúde bucal e saúde geral.
Neste contexto, Barros assegura que o ensino de saúde tem sido um desafio para a educação, no que se alude à probabilidade de afiançar uma aprendizagem efetiva e transformadora de caracteres e hábitos de vida. Sendo que, as experiências mostram que imprimir informações a respeito do funcionamento do corpo e descrição das distintivas das doenças, bem como um elenco de hábitos de higiene, não é satisfatório para que os alunos ampliem atitudes de vida saudável. É preciso educar para a saúde alterando em conta todos os aspectos invadidos na formação de hábitos e atitudes que advêm no dia a dia escolar.
Neste contexto, Elvey afiança que embora a importância da saúde bucal seja distinguida na prática médica da pediatria, de acordo com a história pouco tem sido feito pelos médicos no sentido de colocar e garantir linhas de educação e comunicação nesta área da saúde. Tendo em vista o insuficiente número de estudos viventes na literatura, não se sabe precisamente se os médicos pediatras têm e apõem os conhecimentos forçosos para que possam operar na manutenção da saúde bucal de seus pacientes.
Segundo Chaves , a odontologia sanitária:
"é a disciplina da saúde pública responsável pelo diagnóstico e tratamento dos problemas de saúde oral (.) da comunidade", sendo esta entendida como "uma cidade ou parte dela, um estado, região, país ou grupo de países (.). Em qualquer nível, o que é importante é a visão de conjunto da comunidade, tanto mais complexa quanto mais extensa geograficamente e maior a população (.). A idéia de que odontologia sanitária é 'prevenção' ou de que é 'assistência ao indigente, à gestante, ao escolar, ou a qualquer outro grupo', [grifos no original] não tem razão de ser. Odontologia sanitária é trabalho organizado da comunidade, na comunidade e para a comunidade, no sentido de obter as melhores condições médias possíveis de saúde oral."
Dessa forma, Baldani aduz que observa- se na Atenção Precoce um modelo de acontecimento para a clientela específica de crianças menores de três anos de idade, com resultados interessantes na redução de cárie dental tanto na idade assistida, quanto nas idades seguintes, abarcando os escolares de seis anos de idade, época importante pela erupção do primeiro molar constante. Possivelmente o sucesso na redução do índice de cárie ocorre pela ostentação dada à prevenção e educação em saúde bucal. Há questões de motivação invadidas na fase educativa, desigualmente do que ocorria anteriormente com os modelos Sistema Incremental e Programa Inversão da Atenção.
Por sua vez, Zanetti assegura que ao se elucidar a presença do cirurgião dentista como ativador, ambiciona- se determinar sua contribuição em reuniões dos CMS e em outros espaços facilitadores do exercício de sua participação cidadã, reproduzir como valiosa sua participação no processo de fortalecimento da consciência preventiva em saúde bucal. Propõe- se que o estímulo ao controle social no ?processo de produção dos serviços de saúde bucal? deva ser uma bandeira, desígnio a ser viabilizado e apreciado permanentemente, nos espaços aprovados ao planejamento em saúde bucal. Pela qualidade de direito ofertada à saúde bucal, e assim, por ser direito, pode-se anunciar o direito de se determinar em saúde bucal como sendo um direito de valor imensurável!

[...] A odontologia para bebês no Estado do Paraná, Brasil perfil do Programa de Atenção Precoce à saúde bucal. J Bras Odontopediatr Odontol Bebê 2003; 6:210-6. ZANETTI, C. H. G Saúde Bucal no Programa de Saúde da Família Proposição e Programação. Julho 2000 . CAMPOS GW. Um método para análise e co-gestão de coletivos. São Paulo: Hucitec; 2000 FAVERET, Paulo; OLIVEIRA, P.J Universalização Excludente: Reflexões sobre as Tendências do Sistema de Saúde?. In: DADOS BRASIL Portaria do Gabinete do Ministro de Estado da Saúde de no 1395, de 9 de dezembro de 1999, que aprova a Política Nacional de Saúde do Idoso e dá outras providências. [...]


[...] CAP.3 A IMPORTÂNCIA DO DENTISTA NO PROGRAMA SAÚDE DA FAMILÍA Pode- se dizer que durante muitos anos, a atenção odontológica no serviço público brasileiro distinguiu- se por prestar assistência a grupos populacionais restritos, como os escolares, por meio de programas voltados para a doença cárie e periodontal. Enfatiza- se que o restante da população ficava abandonado e dependente de serviços meramente curativos e mutiladores. Isso resultava numa baixa cobertura de atendimento, alvo de críticas por parte dos atores submergidos.[53] Loureiro[54] afiança que a prática odontológica está densamente inventariada ao indivíduo dependendo de suas condições, pode causar colisão negativo no bem-estar geral do ser humano. [...]


[...] Inserção da equipe de saúde bucal no PSF: um desafio para a melhoria da qualidade de atenção à saúde. Rev Baiana Saúde Pública 2002; 26:94-8. YATSUDA RA & Ramos DLP 1998. O papel do educador em saúde bucal na pré- escola. O Mundo da Saúde 15-22. BARBOSA S Conferência Nacional de Saúde Bucal. Apresentação do relatório final. Brasília: Brasil. FARIAS MV, Moura ERF. Saúde Bucal no Contexto do Programa Saúde da Família do Município de Iracema, no Ceará. Revista de Odontologia da [...]

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