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Shunt porto cava

Informações sobre o autor

Professora de Genética - Professora de Melhoramento...
Nível
Especializado
Estudo seguido
Médica...

Informações do trabalho

Giselle K.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
artigo
Número de páginas
14 páginas
Nível
Especializado
Consultado
3 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Desvio portossistêmico congênito
    1. Etiologia
    2. Congênito
    3. Adquirido
    4. Sinais clínicos
  3. Patologia e anatomia patológica
  4. Diagnóstico
  5. Sinais predisponentes
  6. Anamnese
  7. Avaliação laboratorial e fisiopatologia
  8. Tratamento
  9. Prognóstico
  10. Etiologia
    1. Hepatopatias de estágio final crônicas
    2. Fístulas arteriovenosas hepáticas
    3. Doença venooclusiva dos cocker spaniels
    4. Hipoplasia/atresia de veia porta
    5. Hipertensão portal não cirrótica idiopática
    6. Complicação pós-operatória de ligadura de DPS congênito
  11. Avaliação laboratorial
  12. Tratamento
  13. Sinais clínicos de hipertensão portal

Introdução
O fígado recebe um quarto de seu suprimento sangüíneo através da artéria hepática, com sangue oxigenado. Os três quartos restantes do suprimento sangüíneo provêm da veia porta, que drena o intestino, estômago e o baço. O sangue oriundo do intestino está repleto de substâncias alimentares digeridas e de toxinas que serão processadas pelo fígado.
No fígado, o sangue aferente (que chega pela artéria hepática e veia porta) passa pelos capilares sinusóides, para que haja depuração das toxinas presentes no sangue venoso pelos hepatócitos (além de nutrição do parênquima), e só então se dirigir à veia hepática, que por sua vez desemboca na veia cava caudal, que é a maior veia do corpo, e a seguir chega ao coração direito. Este sangue é uma mistura de sangue da artéria hepática e sangue da veia porta.

[...] Normalmente esta ligação se dá entre o sistema portal e a veia cava caudal. Etiologia As causas mais comuns de formação dos desvios portossistêmicos adquiridos múltiplos são: Hepatopatias de estágio final crônicas: Hepatite crônica; Cirrose; Hepatite dissecante lobular mais comum em animais jovens; Fibrose hepatoportal mais comum em animais jovens; Fístulas arteriovenosas hepáticas são comunicações vasculares entre a artéria hepática e a veia porta, resultando em hipertensão portal, ascite e desvios portassistêmicos secundários. São raras, ocorrendo mais comumente em cães e gatos jovens; Doença venooclusiva dos cocker spaniels mais comum em animais jovens; Hipoplasia/atresia de veia porta mais comum em animais jovens; Hipertensão portal não cirrótica idiopática é uma síndrome de hipertensão portal e DPS em cães jovens sem fístulas arteriovenosas, hipoplasia de veia porta, fibrose ou inflamação intra hepática significativas. [...]


[...] Outra causa de hipertensão portal é a síndrome de Budd-Chiari (SBC) não encontramos referências a respeito desta síndrome em animais, apenas em humanos é caracterizada pela oclusão das veias supra-hepáticas, geralmente de natureza trombótica, com ou sem envolvimento associado da veia cava caudal. O processo descrito leva a uma congestão hepática centrolobular progressiva, com conseqüente cirrose. O grau de oclusão e a presença de circulação colateral predizem a evolução clínica. As causas da SBC envolvem anormalidades da coagulação, como policitemia vera, hemoglobinúria paroxística noturna, leucemia crônica, deficiência de proteína C ou antitrombina III e uso de contraceptivos orais. [...]


[...] Shunt porto cava cirúrgico Como dito anteriormente, o shunt porto cava cirúrgico, ou TIPS (Transjugular Intrahepatic Portosystemic Shunt), consiste na colocação de um stent através da jugular, conectando a veia porta à veia cava, alterando a direção do sangue que atravessa o fígado, para reduzir a pressão portal. A hipertensão portal pode ser uma derivação séria da cirrose, contribuindo para algumas das complicações das hepatopatias crônicas. A veia porta é derivada da veia esplênica e da veia mesentérica superior e inferior. [...]

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