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Vacinação em cães

Informações sobre o autor

Professora de Genética - Professora de Melhoramento...
Nível
Especializado
Estudo seguido
Médica...

Informações do trabalho

Giselle K.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
artigo
Número de páginas
9 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
1 Avaliaçao cliente
5
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  1. Introdução
  2. Imunocompetência neonatal
    1. Precocidade da mamada
    2. Número de filhotes da ninhada
    3. Permeabilidade intestinal
    4. Grau de contaminação por microrganismos
  3. Evolução das vacinas
    1. Segura
    2. Protetora
    3. Oferecer proteção sustentada
    4. Induzir anticorpos neutralizantes
    5. Induzir células T protetoras
    6. Considerações práticas
  4. Programa de vacinação
    1. Vacinas
  5. Falhas na vacinação
    1. Erros
    2. Toxicidade ?normal?
    3. Resposta inapropriada
  6. Reações das vacinas

Antes de nascer, os fetos estão protegidos contra os patógenos por barreiras físicas, fisiológicas e imunológicas, dentro do ambiente estéril do útero da mãe. Ao nascer, são subitamente expostos a uma grande variedade de patógenos potencialmente invasivos, mas ainda estão de certa forma protegidos, através dos anticorpos que recebem da mãe pelo colostro, o que torna os neonatos imunocompetentes.
Conforme vão se desenvolvendo, os filhotes perdem esta imunidade neonatal, mas passam a produzir seus próprios anticorpos, de acordo com os antígenos com que entram em contato. É nesta hora que passa a ser importante o início do programa de vacinação.
É importante a administração correta destas vacinas, seu armazenamento e o manejo dos animais, pois não deve-se administrar vacinas em animais doentes, com vermes, mal alimentados, pois não irão surtir o efeito desejável, ou seja, não irão estimular o sistema imune do animal a produzir anticorpos. Outra observação importante é a não administração das vacinas em animais que estejam sob imunidade passiva, ou seja, que estejam em fase inicial de amamentação ou tenham recebido soro ?anti? o microrganismo que está sendo administrado com a vacina, pois anularia o efeito desta.

[...] Leptospirose Tétano: mais usada em animais que convivem em ambiente rural. O programa de vacinação em cães geralmente se inicia na 6ª ou 8ª semana de vida e é repetido com intervalos de 21 a 30 dias até o 4º mês de vida. Animais que são levados a exposições ou animais de canis devem iniciar o programa mais cedo, na 6ª semana (45 dias). O início precoce também deve ocorrer para filhotes que não mamaram colostro, filhotes de mãe não vacinada e filhotes que estão em ambiente contaminado. [...]


[...] Geralmente, em condições normais, quando a taxa de anticorpos maternos começa a declinar, já começa a aumentar a taxa de anticorpos produzida pelo próprio filhote, ou seja, ele não chega a ficar imuno-incompetente. Alguns fatores podem interferir no processo de imunocompetência do neonato: Precocidade da mamada as primeiras mamadas são as mais importantes, pois é quando o colostro está concentrado, repleto de imunoglobulinas. Se o filhote não mamar este colostro, não recebe uma boa quantidade de Igs e fica vulnerável. [...]


[...] Os vírus vivos (atenuados ou em bactérias vivas), induzem por si mesmos a resposta imune. Os vírus inativos precisam ser aplicados com adjuvantes, que auxiliam a produção da resposta imune As vacinas de vírus vivo são mais eficazes, pois conseguem anular a interferência dos anticorpos da mãe. Neste caso, não é necessária a revacinação. São as vacinas de dose única. Atualmente já dispomos de vacinas recombinantes, que utilizam uma tecnologia nova na produção de imunizantes. As primeiras vacinas desenvolvidas foram as vacinas vivas, mas eram pouco seguras. [...]

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