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Informações sobre o autor

Professora de Genética - Professora de Melhoramento...
Nível
Especializado
Estudo seguido
Médica...

Informações do trabalho

Data de Publicação
04/07/2008
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
dissertação
Número de páginas
38 páginas
Nível
Especializado
Consultado
4 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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Apostila de anatomia das aves e animais selvagens (peixes, anfíbios e répteis)

  1. Peixes
    1. Morfologia externa
    2. Observações quando a morfologia
    3. Tegumento
    4. Sistema circulatório
    5. Sistema porta
    6. Vísceras
    7. Sistema respiratório
    8. Sistema digestivo
    9. Sistema renal
  2. Anfíbios
    1. Salamandras, giminofiona (cobra-cega), anuros (rãs, sapos e pererecas)
    2. Tegumento
    3. Coração
    4. Pulmões
    5. Sistema digestório
    6. Linfático
    7. Sistema urinário
    8. Sistema reprodutor feminino
  3. Ectotermia e Endotermia
    1. Gordura marrom ou tecido adiposo marrom (TAM)
  4. Répteis
    1. Tegumento
    2. Outras características
    3. Sistema circultório
    4. Observações
    5. Sistema respiratório
    6. Sistema digestório
    7. Serpentes
    8. Sistema reprodutor feminino
    9. Funções
  5. Aves
    1. Penas
    2. Tipos de penas
    3. Estôma
    4. Intestino
    5. Vísceras
    6. Sacos aéreos
    7. Siringe
    8. Tipos de penas

Observações quando a morfologia:
A boca normalmente é rostral, mas há exceções de acordo com os hábitos do animal.
O opérculo é uma estrutura óssea que se abre (as brânquias ficam “atrás” desta abertura).
Possuem dois pares de narinas, um par de cada lado, sendo uma inalante (mais dorsal) e a outra exalante (mais ventral). Sua função é olfatória e não respiratória, exceto nos peixes pulmonados. Internamente possuem o tecido olfatório e os canais inalante e exalante se comunicam.
Para necropsiar um peixe, disseca-se apenas o tronco, pois as vísceras se localizam todas nele. Apenas o coração se localiza na cabeça, na região ventral do opérculo.
Alguns peixes possuem alometria, ou seja, determinadas partes do corpo crescem mais rápido (tem taxa de crescimento maior) que outras. Portanto, os animais devem ser medidos em comparação com outros da mesma fase (idade).
O linguado faz migração ocular. Seu crânio se abre e o globo ocular (com inervação e vascularização) migra para o outro lado, ficando com os dois olhos do mesmo lado, dando a falsa impressão de que está achatado. Isso ocorre porque, com algumas semanas de vida, o linguado se deita no solo marinho e essa migração se faz necessária para que ele não fique com um dos olhos na areia.
Os peixes normalmente não mastigam, engolem o alimento inteiro.
A linha lateral é um sensor de movimentos. Os peixes não possuem pescoço, não sendo capazes de mover a cabeça para visualizar ao redor. A linha lateral auxilia na detectação dos movimentos ao redor do animal, identificando presas e predadores. A linha pode se estender do pedúnculo caudal até a cabeça, mas sempre está presente no tronco. É mais desenvolvida nos peixes de cardume.
A nadadeira anal e a caudal são impares, já as pélvicas e peitorais são pares (uma de cada lado). A dorsal também é impar, podendo o peixe possuir duas, sendo denominadas Primeira dorsal e Segunda dorsal. As peitorais se localizam lateralmente ao opérculo e as pélvicas podem estar ventrais ou ligeiramente laterais.

[...] O intestino grosso faz a absorção de sais minerais, água, vitaminas complexo compactação do bolo fecal e formação das fezes. Em alguns peixes, ocorre também absorção de nutrientes. Sistema renal A função do rim é promover a osmorregulação (manter em equilíbrio os sais e os fluidos corporais). Sua porção cranial funciona como órgão hematopoiético, produzindo hemácias, plaquetas e leucócitos. Armazena espermatozóides que são produzidos pelas gônadas. OBS: os peixes de água salgada colocados em água doce, e vice-versa, morrem por diferença de osmolaridade. [...]


[...] Com o movimento das vísceras, ao comprimir e descomprimir com a ação dos músculos (movimentos de cabeça e membros auxiliam esses movimentos), aumenta e diminui o espaço interno, promovendo a respiração (inflando o pulmão). Fale sobre o ceco dos répteis. É um divertículo do intestino grosso, tendo a função de fermentação (principalmente em animais de dieta vegetariana, onde é mais desenvolvido), absorção de sais, vitaminas e água. Em algumas espécies (como em boídeos), a urina pode chegar até o ceco, sendo encaminhada da cloaca, para promover reabsorção de água. [...]


[...] Alguns se reproduzem das duas formas e outros se tornam partenogenéticos na ausência de machos. O esôfago de serpentes começa com tecido conjuntivo e é muito sensível, rompendo com facilidade na dissecação. Portanto deve-se tomar muito cuidado ao dissecar esses animais. Dependendo da serpente, o baço e o pâncreas podem estar unidos em um só órgão (se vê a separação histologicamente) ou separados. A vesícula biliar possui a mesma origem embriológica que o baço e o pâncreas, portanto fica próximo a estes órgãos e não ao fígado. [...]

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