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Cirurgia veterinária

Informações sobre o autor

Professora de Genética - Professora de Melhoramento...
Nível
Especializado
Estudo seguido
Médica...

Informações do trabalho

Giselle K.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
dissertação
Número de páginas
96 páginas
Nível
Especializado
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução ao estudo da patologia e clínica cirúrgica
  2. Inflamação e infecção em cirurgias
  3. Cicatrização de tecidos moles
  4. Traumatismos
  5. Fraturas
  6. Entorse e luxação
  7. Água - hidratação
  8. Tumores em cirurgia
  9. Principais patologias cirúrgicas de cabeça e pescoço
  10. Corpo estranho no organismo animal
  11. Abdome agudo (crise abdominal aguda, dor abdominal aguda, síndrome abdominal aguda)
  12. Principais distrofias cirúrgicas
  13. Obstruções intestinais
  14. Principais patologias do trato reprodutivo feminino

Tanto a cirurgia quanto a anestesiologia veterinárias têm evoluído muito nos últimos anos e muitos profissionais de medicina veterinária se especializam nestas áreas. Grandes avanços conquistados nas técnicas anestésicas têm permitido cirurgias cada vez mais seguras e mais elaboradas, permitindo que muitas enfermidades, antes consideradas como intratáveis ou terminais, hoje já possuam opções terapêuticas, proporcionando aos animais maior tempo e melhor qualidade de vida.
Um bom cirurgião e um bom anestesista sabem avaliar cada caso como único, pois é necessário estudar vários aspectos sobre o animal acometido pelo problema, que tipo de anestesia será mais indicada, que tipo de abordagem cirúrgia e também há que se ter fundamental preocupação com o pós-operatório do animal, pois muito do sucesso da cirurgia se deve aos cuidados no pós-operatório.

Introdução ao estudo da Patologia e Clínica Cirúrgica

Generalidades e terminologia
Patologia: origem grega.
Pathos = doença, enfermidade
Logos = estudo descrição

Clínica: origem grega.
Kline = observação do doente, junto a ele. Coleta de sintomas, sinais, síndromes, tipo de anestesia, etc.

Cirurgia: origem grega.
Cheir = mãos
Ergen = trabalho
Chirurgos = habilidade com as mãos para trabalhos delicados

Cirurgia são manobras manuais e instrumentais, com o fim de intervir em qualquer doença ou mesmo em um animal sadio. São usadas para fins estéticos ou em casos de patologias.
O cirurgião tem que ter consciência de como, quando e onde cortar, além de também saber a hora de parar.
Devemos observar bem o paciente, para sabermos se é possível fazer um tratamento clínico antes da cirurgia ou se devemos levar o mesmo para a mesa de operação o mais rápido possível.

[...] A vitamina D sozinha fixa o cálcio. Associada ao PTH promove descalcificação. A vitamina D2 é formada pelo metabolismo tecidual ou pela ingestão. E a D3 é ativada pelos raios solares. Outro elemento importante é a calcitonina. Hormônio hipocalcemiante, produzido pelas células C (parafoliculares) na tireóide. Sua ação é praticamente no osso, inibindo os osteoclastos (impedindo sua ação desmineralizadora inibe a osteólise osteoclástica impede a formação do segundo mensageiro). Outras Influências: Glicocorticóides (cortisol) hipocalcemiantes. Atuam no intestino, inibindo a absorção do cálcio, e no rim, inibindo a reabsorção do cálcio. [...]


[...] Estenose deve ser feita nova cirurgia para corrigir a estenose. Dificuldade de defecar: pode ser causada pela estenose. Recidiva - se houver recidiva, faz-se outra cirurgia que é a colopexia (fixação do cólon). Quando não se consegue fazer a redução digital, efetua-se uma laparotomia para reduzir o prolapso e depois faz-se a colopexia. Técnica: A laparotomia é caudal. Traciona-se o cólon, reduz o prolapso e sutura o cólon com o músculo reto abdominal. Pode-se efetuar uma ou duas camadas de suturas paralelas. [...]


[...] Adulto / idoso: Se já teve alguma neoplasia, se já fez alguma cirurgia anterior (pode ter havido aderências), se teve algum trauma anterior, alguma fratura, etc. Exame físico geral: Inspeção do abdome: Às vezes é necessária a tricotomia, porque se o animal for muito peludo dificulta a visualização por baixo do pêlo. A tricotomia é importante, pois permite a visualização de lesões que os pêlos escondiam, auxiliando o diagnóstico de queimaduras, hematomas, atropelamentos (presença de graxa dos pneus). Auscultação: Movimentos peristálticos aumentados ou diminuídos, quando aumentados podem indicar gastrite, úlcera gástrica ou duodenal, etc, se diminuídos podem indicar peritonite, hemoperitônio, etc. [...]

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