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Doenças infecto contagiosas

Informações sobre o autor

Professora de Genética - Professora de Melhoramento...
Nível
Especializado
Estudo seguido
Médica...

Informações do trabalho

Giselle K.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
dissertação
Número de páginas
54 páginas
Nível
Especializado
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Carbúnculo Hemático
  2. Carbúnculo Sintomático
  3. Pasteureloses
  4. Pasteurelose Bovina
  5. Pasteurelose Suína
  6. Pasteurelose Aviária
  7. Ruiva dos Suínos
  8. Colibaciloses
  9. Enterotoxemia
  10. Mastite
  11. Tétano
  12. Gangrena Gasosa
  13. Botulismo
  14. Bruceloses
  15. Salmonelose
  16. Linfadenite Caseosa
  17. Tuberculose
  18. Leptospirose
  19. Pielonefrite Bovina
  20. Listeriose
  21. Necrobaciloses
  22. Garrotilho
  23. Mormo
  24. Mixomatose
  25. Complexo de Enfermidade das Mucosas e Diarréia a Vírus dos Bovinos
  26. Papilomatoses
  27. Anemia Infecciosa Eqüina
  28. Encefalomielite Eqüina
  29. Rinotraqueíte Bovina
  30. Ectima Contagioso
  31. Raiva
  32. Doença de Aujeszky ou Pseudo-raiva
  33. Cinomose
  34. Hepatite Contagiosa Canina
  35. Febre Aftosa
  36. Estomatite Vesicular
  37. Influenza Eqüina
  38. Rinopneumonia Eqüina
  39. Influenza suína
  40. Peste suína clássica (PSC) ou européia
  41. Peste suína africana (PSA)
  42. Gastrenterite transmissível dos suínos

Carbúnculo hemático

I) Sinonímia (denominações) ? carbúnculo verdadeiro ou bacteriano, Anthrax, sangue de baço, pústula maligna.

II) Conceito ? é uma doença infecciosa aguda, de caráter septicêmico hemorrágico, caracterizada por esplenomegalia (aumento do baço) e infiltração gelatino hemorrágica (sero-hemorrágica) nos tecidos subcutâneos e subserosos. É uma zoonose.
Ocorre em todo o mundo (cosmopolita), sendo muito disseminada em países onde o controle efetivo das doenças transmissíveis dos animais é falho.

III) Agente etiológico ? Bacillus anthracis.

IV) Espécies suscetíveis ? os herbívoros são os mais receptivos, sendo mais freqüentes em ruminantes (bovinos, caprinos e ovinos), mais ou menos freqüentes em eqüinos, menos freqüentes em suínos e raramente em carnívoros.

V) Transmissão:
A transmissão se dá através dos cadáveres e das fezes dos animais doentes, onde ocorre a esporulação dos bacilos, que são formas extremamente resistentes. Estes esporos contaminam o solo e a água, o que aumenta a facilidade de contágio para os animais de pastoreio.
Via oral ? através da ingestão de água e alimentos contaminados por esporos provenientes de animais doentes. Estes animais eliminam bacilos junto com suas secreções e excreções, contaminando o meio ambiente (pasto, comedouros, bebedouros e os rios).
OBS: apesar de comumente os esporos se encontrarem nas fezes, os urubus transmitem através do vômito.
Via solução de continuidade da pele ? tosquia, fômites (um instrumento), castração, tudo que possa levar a um corte na pele do animal.
OBS: também pode ocorrer transmissão através de disseminação mecânica por moscas e aves, que carreiam estes esporos nas patas e bicos.

VI) Patogenia:
Via oral ? com a ingestão de água ou alimentos contaminados, os esporos vão se fixar em ferimentos das mucosas ou nas criptas linfáticas (para escapar do sistema imunológico), permanecendo em estado latente, germinando posteriormente, originando as formas vegetativas encapsuladas.
Via solução de continuidade da pele ? ao atingirem o ferimento, os esporos causam uma dermatite local. Em seguida migram para a corrente circulatória, onde ocorrerá a multiplicação (bacteremia). O PI (período de incubação) dura de 1 a 14 dias. Corresponde ao período entre o ingresso do germe no organismo até o aparecimento dos primeiros sintomas.

VII) Sintomas:
Forma hiperaguda ? a evolução é rápida e o animal pode aparecer morto sem sintomas, ou então ocorrerem alguns sintomas repentinos, tais como: hemorragia cerebral, espuma corada de sangue pela boca, sangue puro pelo ânus, asfixia e convulsões.
Forma aguda ? é rápida, mas nem tanto quanto a hiperaguda. Os sintomas são febre, prostração, anorexia, animal em decúbito lateral, entra em profundo estado de depressão, pode ter diarréia hemorrágica, edemas e a fêmea em gestação normalmente aborta.
Forma crônica ? neste caso os sintomas gerais são mais graves e perceptíveis em suínos. Começa com uma faringite aguda, infiltração da garganta e dos gânglios linfáticos subparotídeos, pele com manchas avermelhadas, ocasionalmente a mucosa dos lábios e língua podem apresentar uma vesícula com líquido.
Cavalos: cólicas violentas, temperatura alta, edemas nas regiões faringiana, peito e pescoço, fezes e urina com sangue e a morte ocorre em 1 a 2 dias.
Bovinos: evolução de 12 a 48 horas, febre alta, alimentação normal, excitação, tremores musculares, cólicas, eliminação de sangue pelas fezes, urina e leite, edemas no pescoço, no peito e na região genital. Precede a morte dispnéia, parada de ruminação, secura na boca, ranger dos dentes (bruxismo).
Ovinos e caprinos ? apoplexia cerebral (afecção que se caracteriza pela privação de sentidos e movimentos), tremores, excitação, dispnéia e convulsões, a principal lesão é a angina carbunculosa.

VIII) Diagnósticos:
Clínico ? é o diagnóstico onde se analisam os sintomas, o histórico, os sinais e dados epidemiológicos.
Anatomopatológico (necropsia) ? A necropsia á campo deverá ser evitada pelo risco da contaminação pelos esporos. Em caso de fazê-la, deverão ser seguidas as regras de biossegurança: luvas, óculos de proteção, avental, máscara, etc. Deve ser coletado um pequeno fragmento de baço e uma pequena quantidade de sangue. No caso específico de suínos, procura-se o linfonodo regional alterado e retira-se um fragmento.
OBS: o sangue do carbúnculo é incoagulável.
Laboratorial ? esfregaço sanguíneo, dos fragmentos retirados faz-se o cultivo, pode fazer inoculação em animais de laboratório.

IX) Prognóstico ? desfavorável (péssimo, ruim).

X) Tratamento ? antibioticoterapia: penicilina tipo benzatina.

XII) Profilaxia:
Médica ? vacinação.
Sanitária ? comunicação obrigatória ao Serviço de Defesa Sanitária Animal (SDSA), cremação no local da morte do animal, evitar necropsia a campo para evitar contágio por esporulação, isolar as pastagens onde ocorreram as mortes, higiene de manuseio e instalações e desinfecção ? neste caso pode-se fazer a desinfecção com fogo ou criolina a 5%.

[...] II- Conceito Doença infecto contagiosa de apresentação superaguda ou aguda, que afeta principalmente bovinos e suínos (1º caso constatado em 1813 nos EUA). III- Agente etiológico Família Herpesviridae, espécie Suid herpesvirus I. É um DNA vírus. IV- Espécies afetadas Em ordem de freqüência: suínos, bovinos, cães, gatos, coelhos, ovinos, caprinos, ratos, espécies selvagens. Reservatórios suínos adultos (portadores assintomáticos). Transmissão Suíno/suíno via respiratória (secreção nasal). Outras espécies via percutânea contato do focinho do suíno com a pele, mesmo intacta, de outros animais. [...]


[...] II- Conceito Doença infecto contagiosa aguda que afeta quase que exclusivamente o sistema respiratório dos eqüídeos. III- Agente etiológico RNA vírus. Família Orthomyxoviridae, gênero Influenzavirus tipo A. Subtipos Equi-1 e equi-2 (mais patogênico). Influenzavirus A homem, eqüinos, suínos e aves. Influenzavirus A equi eqüinos. IV- Espécies afetadas Eqüinos. A idade de maior freqüência é de jovens de 2 a 3 anos. Transmissão Pelo ar partículas úmidas geradas pela tosse de animais contaminados. VI- Reservatórios Animais portadores. VII- Patologia / patogenia O vírus ingressa no organismo pelas vias respiratórias, sofre réplica nas células do epitélio respiratório e nas células das glândulas mucíparas. [...]


[...] Conceito Doença infecto contagiosa que se caracteriza por manifestações neurológicas devido a inflamação cerebral, meningia e medular. É uma zoonose. Tipos: Encefalomielite eqüina do leste E.E.E. (1º caso em 1912 nos EUA). Encefalomielite eqüina do oeste W.E.E. (1º caso em 1930 nos EUA). Encefalomielite eqüina da Venezuela V.E.E. (1º caso em 1930 na Venezuela). II. Agente etiológico Família Togaviridae, gênero Alphavirus causa os três tipos. III. Espécies afetadas Eqüídeos, podendo atingir o homem (zoonose). IV. Transmissão Ciclo E.E.E. Aves silvestres (de pântano) são portadoras do vírus (hospedeiros). [...]

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