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Informações sobre o autor

Professora de Genética - Professora de Melhoramento...
Nível
Especializado
Estudo seguido
Médica...

Informações do trabalho

Data de Publicação
09/07/2008
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
dissertação
Número de páginas
15 páginas
Nível
Especializado
Consultado
436 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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Esterilização, anti-sepsia, desinfecção, assepsia, métodos físicos e químicos

  1. Introdução
  2. Revisão da literatura
    1. Histórico
    2. Desinfecção
    3. Esterilização
    4. Assepsia e anti-sepsia
    5. Conservação dos alimentos

- INTRODUÇÃO

A microbiologia envolve o estudo da patogênese e da quimioterapia de doenças infecciosas, bem como os métodos e meios utilizados para a prevenção destas doenças. Portanto um aspecto relevante do controle destas infecções é o entendimento e o uso de medidas de esterilização, desinfecção, assepsia e anti-sepsia.
É importante diferenciar esterilização de desinfecção e assepsia de anti-sepsia, pois muitos usam estes termos como sinônimos, mas são métodos diferentes. A esterilização destrói toda forma de vida e a desinfecção elimina apenas as bactérias patogênicas. A assepsia é o conjunto de medidas que permitem manter um ser vivo ou um meio inerte isento de bactérias, enquanto a anti-sepsia refere-se à desinfecção de tecidos vivos com anti-sépticos.

2- REVISÃO DA LITERATURA

2.1- HISTÓRICO

A partir do conhecimento de que os microrganismos causam doenças, os cientistas passaram a dar maior atenção a sua prevenção e tratamento. Além da imunização e dos tratamentos para doenças que surgiram, passou-se a dar grande importância a desinfecção, esterilização, assepsia e anti-sepsia, ou seja medidas que previnam a infecção (PELCZAR JR et al., 2005).
A palavra sêpsis refere-se ao efeito tóxico da presença do microrganismo no corpo durante a infecção. Foi então que surgiu o termo anti-sepsia, referindo-se às medidas que eliminam a infecção, portanto não permitem o aparecimento dos efeitos tóxicos (PELCZAR JR et al., 2005).
O médico Oliver Wendel Holmes acreditava, em 1843, que a febre da parturiente (febre puerperal) era contagiosa, portanto transmitida pelas mãos de médicos e parteiras. Outro médico, Ignaz Philipp Semmelweis, em 1846, conveceu seus colegas que o uso de soluções cloradas fazia a anti-sepsia das mãos dos obstetras. Em torno de 1860, o cirurgião Joseph Lister pesquisava uma forma de manter as incisões cirúrgicas livres de contaminação por microrganismos, por ocorriam diversas mortes na época por infecções pós-cirúrgicas (em média 45% dos pacientes). Sabia-se que o ácido carbólico (fenol) destruía bactérias, dessa forma Lister passou a embeber as compressas cirúrgicas em uma solução diluída desta substância química e ainda borrifava-a na sala de cirurgia (Figura 01). O sucesso desta experiência foi tamanho, que vários outros cirurgiões a adotaram. Estes experimentos deram origem as atuais técnicas assépticas utilizadas em hospitais e centros cirúrgicos, para prevenir infecções (PELCZAR JR et al., 2005).

[...] Sabia-se que o ácido carbólico (fenol) destruía bactérias, dessa forma Lister passou a embeber as compressas cirúrgicas em uma solução diluída desta substância química e ainda borrifava-a na sala de cirurgia (Figura 01). O sucesso desta experiência foi tamanho, que vários outros cirurgiões a adotaram. Estes experimentos deram origem as atuais técnicas assépticas utilizadas em hospitais e centros cirúrgicos, para prevenir infecções (PELCZAR JR et al., 2005). Figura 01 Lister produzindo uma névoa de ácido carbólico durante uma cirurgia. Fonte: PELCZAR JR et al - DESINFECÇÃO A desinfecção envolve o uso de métodos físicos ou químicos para destruir microrganismos, especialmente patógenos potenciais na superfície de objetos inanimados ou no ambiente (QUINN et al., 2005). [...]


[...] São corrosivos a alguns metais e o contato não deve exceder 30 minutos, devendo se proceder o enxágüe e a secagem; Compostos Fenólicos: possuem a vantagem de serem eficazes na presença de restos orgânicos, o que os torna úteis na remoção completa de resíduos, quando esta for impossível ou não for prática. O hexaclorofeno provavelmente é o mais importante dos derivados fenólicos para anti-sepsia cutânea, mas devido à incidência de reações adversas, foi removido pela Food and Drug Administration dos itens de venda livre. [...]


[...] Portanto, os termos estéril, esterilizar e esterilização, referem-se à ausência total ou à destruição de todos os microrganismos e não devem ser usados com sentido relativo. Um objeto ou substância estão ou não estéreis; jamais poderão estar meio- estéreis ou quase estéreis Desinfetante é um agente, normalmente químico, que mata as formas vegetativas, mas não, necessariamente, as formas esporuladas, de micróbios patogênicos. O termo é comumente utilizado para substâncias aplicadas em objetos inanimados. Desinfecção é o processo de destruição dos agentes infecciosos Antisséptico é uma substância que se opõe à sepsis (putrefação) ou previne o crescimento ou ação de microrganismos, pela destruição dos mesmos ou pela inibição de seu crescimento ou atividade. [...]

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