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Atopia

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
veterinária
Faculdade
Universidad...

Informações do trabalho

Danielli S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
8 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Desenvolvimento
    1. Lúpus eritematoso discóide
    2. Atopia canina

Atopia canina se define como uma predisposição genética para de forma espontânea Hipersensibilidade do tipo I à substancia normalmente inócuas para o individuo. Se expressa com a síntese de grande quantidade de anticorpos, especialmente do tipo IgE e IgG contra alérgenos ambientais como poeira, mofos e pólen ( TECNOVET, 2006).
A atopia canina é a segunda mais comum enfermidade alérgica da pele; se estima que ao redor de 15 a 20% da população canina se vê afetada por essa condição (TECNOVET, 2006).
Animais susceptíveis ficam sensibilizados a alérgenos ambientais pó produção de IgE especifica ao alérgeno, que se conjuga com sítios receptores nos mastócitos cutâneos; a exposição ao alergeno adicional (inalação, absorção percutânea) causa desgranulação mastocitária que constitui reação de hipersensibilidade tipo I e resulta em liberação de histamina, enzimas proteolíticas, citocinas, quimiocinas e muitos outros mediadores químicos. Também podem estar envolvidos anticorpos não-IgE (IgD-d) e reação de fase tardia (8-12horas) (TILEY et al, 2002).
Os achados do exame físico incluem lesões que variam de nenhuma à pêlos quebradiços ou descoloração salivar a eritema, reações papulares, crostas, alopecia, hiperpigmentação, liquenificação, seborréia excessiva oleosa ou seca e hiperidrose (sudorese apócrina); encontra-se muitas vezes infecções cutâneas bacterianas e levedurais secundarias, otite externa recidivante e crônica, alem de conjuntivite (TILEY et al, 2002).

[...] Atopia canina: De acordo com Merck 2001, a dermatite por alérgeno inalatório (atopia) é uma alergia bastante comum nos cães, ficando em segundo lugar, somente atrás da alergia a pulgas na áreas onde existam esses insetos. Trata-se de uma hipersensibilidade de tipo I e afeta 10% da população canina. Os animais com atopia são geneticamente programados para serem sensibilizados a alérgenos no ambiente. Os alérgenos são inalados, absorvidos através da pele e possivelmente, do trato gastrointestinal e deflagram a produção de IgE alérgeno-específica. [...]


[...] A atopia é diagnosticada por base no cumprimento de pelo menos uma parte dos sinais clínicos fortemente associados à enfermidade, juntamente com a eliminação de outros diagnósticos diferenciais relevantes (DERMATOLOGIA CLINICA VETERINARIA, 2006). O diagnostico baseia-se na presença de pelo menos 3 dos seguintes 5 critérios: Aparecimento do prurido entre os 6 meses de idade aos 3 anos; Prurido sensível à corticoide; Pododermatite interdigital bilateral eritematosa nos membros anteriores; Eritema na face e pavilhões auriculares; Eritema peribucal; Segundo Merck 2001, os diagnósticos diferenciais compreendem alergias alimentares (diferenciação deve ser feita por resposta à dieta hipoalérgena), alergia a pulgas (causa mais comum de prurido sazonal em muitas regiões geográficas, podendo ocorrer concomitante à atopia), alergias por contato, sarna sarcóptica, piodermatite e dermatite por Malassezia spp. [...]


[...] Em humanos, demonstrou-se que os linfócitos infiltrando-se nas lesões cutâneas do lúpus eritematoso discóide e sistêmico são predominantemente células T e que as células T auxiliares predominam no lúpus discóide, ao passo que as células T supressoras predominam na variedade sistêmica. No cão, os plasmócitos são proeminentes, uma característica não compartilhada pelos humanos, sugerindo que os linfócitos B possam ser importantes e que uma patogenia diferente possa estar ocorrendo (SCOTT et al, 1996). O exato mecanismo de ação é indeterminado, mas provavelmente há alguma predisposição genética. [...]

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