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Criptococose

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Melissa S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
8 páginas
Nível
Especializado
Consultado
3 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Histórico
    1. Etiologia
    2. Epidemiologia
    3. Patologia e patogenia
    4. Aspectos imunológicos
    5. Características Clínicas
    6. Felinos
    7. Caninos
    8. Diagnóstico diferencial
    9. Diagnóstico
    10. Prevenção e controle
  2. Conclusão

A criptococose acomete homens e animais em todo o mundo. O animal doméstico mais freqüentemente infectado é o gato. Em todas as espécies há tendência de comprometimento do sistema nervoso e respiratório. É levedura não-contagiosa, subaguda a crônica. Cryptococcus neoformans é importante agente zoopatogênico cosmopolita e representa na atualidade a principal causa de meningoencefalite em hospedeiros com imunodepressão celular, cujo maior contingente é representado por indivíduos com AIDS. C. neoformans corresponde ao estágio assexuado de heterobasidiomiceto e apresenta-se sob a forma de levedura haplóide capsulada, uni ou bibrotante, com a particular propriedade de produzir melanina através da difenoloxidase.

[...] O formulário mais comum da criptococose é a meningoencefalite. Cryptococcus neoformans Aspectos Imunológicos: A imunossupressão é um fator pré- disponente. Os polissacarídeos capsulares produzem paralisia imune, depleção do complemento e mascaramento dos anticorpos. Os fenômenos humoral e celular contribuem de forma evidente para a defesa contra infecção criptocócica. Macrófagos participam da remoção do agente. Há alguma evidência de que os linfócitos T bem como as células destruidoras naturais são capazes de destruir ou inativar diretamente C. neoformans. Não há vacinas disponíveis . [...]


[...] Ao contrário das outras micoses profundas, a incidência de criptococose felina é igual ou mesmo maior que a incidência da enfermidade nos cães. A criptococose tem sido chamada tolurose porque o agente teve como sinonímia o nome de "Tolura histolítica" , e também como blastomicose européia. Já foi observada em todos os mamíferos domésticos, mas é enfermidade individual e esporádica, sendo mais comuns em gatos e cães; poucas vezes foi assinalada em eqüinos. A criptococose humana geralmente está associada à imunossupressão (transplante de órgãos, doença de Hodgking, gestação, AIDS) ou exposição intensa a corticóides. [...]

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