Search icone
Permuta de Trabalhos Acadêmicos
Garantias
Leia mais sobre as nossas garantias.

Digestão de proteínas em ruminantes

Informações sobre o autor

Professora de Genética - Professora de Melhoramento...
Nível
Especializado
Estudo seguido
Médica...

Informações do trabalho

Giselle K.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
19 páginas
Nível
Especializado
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
0
escrever um comentário
  1. Introdução
  2. Proteinas
    1. Aminoácidos essenciais
  3. Digestão no ruminante
    1. Carboidratos
  4. Suplementação de proteínas
    1. Uréia
    2. Pastagens consorciadas
    3. Sobressemeadura (Plantio de forrageiras de inverno em pastagens nativas)
    4. Pastagem diferida
  5. Metabolismo de proteínas a partir do abomaso
    1. Excesso de proteína
    2. Deficiência de proteína

Resumo: O presente trabalho enfocou o mecanismo de digestão de proteínas em ruminantes, a importância da proteína microbiana e os gastos desnecessários com rações concentradas. Levantamos a questão da suplementação com uréia, leguminosas, sal proteínado durante o inverno e as diversas formas de se enriquecer a flora ruminal, para dessa forma providenciar proteína de origem microbiana, reduzindo os custos de produção.

1. INTRODUÇÃO
O ruminante absorve dois tipos de proteínas: as provenientes dos alimentos não degradados no rúmen e a proteína microbiana (Andriguetto, 1983). Devem ingerir proteínas todos os dias, pois os animais não estocam proteínas como estocam energia. Teoricamente, há estocagem protéica nos músculos, sangue e fígado, que pode ser solicitada em casos de deficiências nitrogenadas agudas, mas esta reserva pouco significa frente as existentes de gorduras, no caso de energia (Lucci, 1997).
Qualquer proteína que falte na dieta desbalanceia o equilíbrio do organismo. O animal deixa de fabricar alguns tecidos, enzimas e/ou hormônios, podendo levar ao estabelecimento de doenças (Andriguetto, 1983).

[...] A produção de ruminantes com base em forrageiras tem um papel fundamental em sistemas sustentáveis de produção agrícola. Estes animais são capazes de transferir energia e/ou nitrogênio de matérias primas não aproveitáveis para produtos de alto valor nutricional para o homem (carne e leite) e representam um elemento fundamental em sistemas de produção que propõem um uso mais racional e conservacionista da superfície do solo agrícola. A eficiência da produção de ruminantes, utilizando forrageiras como única ou, pelo menos, principal fonte de proteína e energia para o animal, depende, em grande parte, do potencial genético do animal e da qualidade da forrageira consumida. [...]


[...] Principalmente no inverno, em que o capim fica mais fibroso (Informação pessoal - Uréia e cana Segundo Torres (2005), dos volumosos utilizados para compensar a baixa disponibilidade de pasto no período da seca, a cana-de-açúcar, associada à uréia, é considerada a tecnologia que reúne a melhor relação custo/benefício. A cana-de-açúcar é uma cultura perene que exige poucos tratos. Com cortes a cada 12 meses, o período de maturação e de colheita ocorre no inverno, quando o produtor mais precisa de uma alternativa para o pasto de baixa qualidade. [...]


[...] Para quantidades menores, a mistura da cana com a solução de cal pode ser feita em balde de plástico ou regador. Para grande quantidade, sugere-se o uso de equipamento específico, acoplado à picadeira, móvel ou fixa. É ideal manter a cana hidrolisada em pequenos amontoados, conforme planejamento de uso, ou seja, em função da quantidade diária por animal. O produtor pode planejar a hidrólise de uma quantidade suficiente para a alimentação dos animais durante o final de semana, facilitando o manejo. [...]

Mais Vendidos veterinária

Herpesviridae

 Biologia e medicina   |  Veterinária   |  Artigo   |  29/06/2008   |  BR   |   .doc   |   19 páginas

mais Pontuados veterinária

Anatomia, Estrutura e Circulação Sanguínea da Glândula Mamária

 Biologia e medicina   |  Veterinária   |  Estudo   |  13/08/2012   |  BR   |   .doc   |   10 páginas