Search icone
Permuta de Trabalhos Acadêmicos
Garantias
Leia mais sobre as nossas garantias.

Doenças causadas pelas micotoxinas

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Melissa S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
19 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
0
escrever um comentário
  1. Aspergilose: afatoxicoses
    1. Aflatoxina no amendoim
    2. Onde e como ela acontece?
    3. Outras síndromes causadas por aspergillus spp
    4. Miroteciotoxicose Myrothecium spp
    5. Estaquibotritoxicose
    6. Utilização de Aspergillus na fabricação de vacinas
    7. Sintomas clínicos
    8. Forma gangrenosa
    9. Síndrome distérmica
    10. Forma convulsiva
    11. Patologia
    12. Tratamento
    13. Controle e profilaxia
    14. Efeitos farmacológicos
    15. Sinais clínicos
    16. Acremonium coenophialum Festuca arundinacea
    17. Penicillium spp
    18. Fatores Tremorgênicos
  2. Prevenção das micotoxicoses
  3. Práticas de prevenção
  4. Claviceps purpurea
  5. Conclusão

De importância primária Aspergillus flavus Aspergillus parasiticus De importância secundária Aspergillus spp. Penicillium spp. Mucor mucedo Rhizopus spp. Srrepromyces spp.
Aspergillus spp. são ocasionalmente patógenos vegetais e animais, mas em geral funcionam como saprófitas dominantes. O fungo Aspergillus flavus foi descoberto por Link em 1809 e possuia o sinônimo de Molinia sulphurea e Molinia flava, descoberta por Thom, em 1917.
A enfermidade foi denominada Aflatoxicose ou Aspergilose e afeta o aparelho respiratório, ouvidos, aparelho digestivo, epiderme, unhas e aparelho urinário. Sua distribuição geográfica é ampla, presente em diversos países. Sua forma no estado parasitário é em filamentos hialinos curtos ou ramificados e conídeos de cor verde-claro. O meio de cultivo é em ágar maltosado de Sabouraund com cloromicetina.
Podem ser cultivados a temperatura ambiente até 37ºC. A cabeça conidial do fungo é de tamanho variável, os conidióforos são de paredes pontiagudas, pouco espinhosas, e estão em uma ou duas séries, conídeos piriformes ou globosos, vesículas subglobosas. Possuem coloração amarelo esverdeado claro e posteriormente, verde profundo. As medidas do fungo são: cabeça aspergilar, de tamanho variável; conidióforos, de 5-15 micras; vesículas, de 10-40 micras; conídeos, 3-5 micras .A inoculação experimental é através da via intravenosa em um coelho comum e em cobaias com uma suspenção do material infecioso do cultivo em solução salina, provocando a morte em 4 dias, produzindo uma aspergilose renal. Em pombas, a morte ocorre no mesmo tempo e na necrópsia se observa uma aspergilose hepática. A reação intradérmica é realizada a partir do métode de Nicaud. Este método é preparado por um antígeno com extrato de cultivo obtido por meio de Raulin, que moldura, filtra e esquenta a 60ºC, durante 20 minutos. Injeta-se 0,1 c.c e os resultados são lidos após 48 horas. Nos estados crônicos da Aflatoxicose, observa-se um quadro de eosinofilia.

[...] A atividade dos macrófagos alveolares fica comprometida, e as imunidades humoral e mediada pelas células são reduzidas pela toxina T -2. O desoxinivalenol produzido por Fusarium sporotrichiela induz o surgimento de enterite hemorrágica grave nas espécies de interesse zootécnico. O diacetoxiscirpenol isolado do crescimento de Fusarium tricinctum produz lesões necrosantes hemorrágicas. Um composto conhecido como toxina F-2 (Zearlenone) foi isolado de Fusarium graminareum, que apresenta características similares aos estrógenos potentes. Patologia As lesões macroscópicas do sistema nervoso central caracterizam-se por aumento de tamanho de um dos hemisférios cerebrais com amolecimento das circunvoluções. [...]


[...] Alguns destes compostos são eficientes como agente adsorvente, outros apresentam reduzida capacidade de adsorção.O controle das micotoxinas através das técnicas de destoxificação vem sendo efetuado, com relativo sucesso, em algumas partes do mundo principalmente em relação às aflatoxinas. Entretanto, a prevenção, por meio de práticas agrícolas adequadas, ainda é a melhor maneira de se combater a problemática das micotoxinas e micotoxicoses. PRÁTICAS DE PREVENÇÃO: Antes da colheita 1. Fazer rotação de cultura 2. Fazer um eficiente programa de controle de doenças e pragas 3. [...]


[...] Diversas micotoxinas exercem efeito necrosante sobre os tecidos. As micotoxinas de F. tricinctum produzem lesões necrosantes hemorrágicas envolvendo a derme, cavidade oral, trato gastrintestinal, fígado e tecidos renais. A hipersalivação freqüentemente acompanha estas anormalidades clínicas. Numa perspectiva histórica, ocorreu um surto maciço de seres humanos afetados na Rússia durante 1942 e 1947. Estes pacientes exibiam sintomas de descoloração cutânea focal, leucopenia, agranulocitose, angina necrosante, diátese hemorrágica, infecção sistêmica e local e depleção geral dos tecidos mielógenos do osso. É importante observar que a toxina pode ser excretada no leite, levando a anormalidades clínicas em crias jovens. [...]

Mais Vendidos veterinária

Herpesviridae

 Biologia e medicina   |  Veterinária   |  Artigo   |  29/06/2008   |  BR   |   .doc   |   19 páginas

mais Pontuados veterinária

Anatomia, Estrutura e Circulação Sanguínea da Glândula Mamária

 Biologia e medicina   |  Veterinária   |  Estudo   |  13/08/2012   |  BR   |   .doc   |   10 páginas