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Herpes vírus eqüino

Informações sobre o autor

Professora de Genética - Professora de Melhoramento...
Nível
Especializado
Estudo seguido
Médica...

Informações do trabalho

Giselle K.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
11 páginas
Nível
Especializado
Consultado
4 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Etiologia
  3. Epidemiologia
  4. Patogenia e sintomas
  5. Rinopneumonite
  6. Abortamento
  7. Mieloencefalite por herpesvírus equino 1
  8. Infecção perinatal por herpes vírus 1 equino
  9. Tratamento e controle
  10. Vacinação
  11. Prognóstico
  12. Impacto econômico

O herpesvírus eqüino tipo 1 (EHV-1) é a causa mais comumente diagnosticada de abortamento em éguas durante o final da gestação. Ele é principalmente importante como indutor de abortamento, mas está também associado a rinopneumonite, mortalidade perinatal dos potros e encefalomielite em cavalos adultos. Causa uma enfermidade aguda, febril, facilmente transmissível, caracterizada por inflamação catarral das mucosas da região da cabeça e vias respiratórias superiores. Os sinais mais freqüentes são febres, conjuntivites, saída de exsudato seroso pelo nariz e casos graves de problemas respiratórios. As éguas abortam em 60 ? 80% dos casos e os potros que nascem são debilitados devido a danos produzidos na placenta.
Algumas cepas do EHV-1 variam na sua patogenicidade, especialmente, com relação à capacidade de causar abortos ou sintomas neurológicos.

Existem quatro tipos de herpesvirus, genética e antigenicamente diferentes, denominados:

[...] Portanto todos os eqüinos da fazenda devem ser vacinados ao mesmo tempo e mantidos isolados de outros por diversas semanas. Esta vacina não deve ser usada em fazendas onde a doença não ocorreu. Na Europa e EUA desenvolveu-se uma vacina de vírus vivo modificado adaptado à cultura celular. Esta vacina tem a vantagem de não se espalhar pelos eqüinos e não causar doença respiratória ou aborto. Uma desvantagem é a brevidade da imunidade. O nível de proteção contra mortes fetais e de potros é muito baixo. [...]


[...] Aparentemente a vacinação apenas previne as formas respiratória e abortiva INFECÇÃO PERINATAL POR HERPES VÍRUS 1 EQUINO A infecção do feto por herpesvirus 1 na gestação avançada foi associada ao desenvolvimento pós-natal da pneumonia intersticial, linfopenia, necrose e atrofia perceptíveis do timo e tecido linfóide esplênico, e aumento na susceptibilidade às infecções bacterianas. Os potros afetados podem mostrar-se fracos ou normais ao nascer. A despeito da transferência passiva aparentemente adequada dos anticorpos maternos, os potrinhos afetados contraem uma série de moléstias bacterianas infecciosas, como a colibacilose, septicemia estreptocócica e salmonelose. [...]


[...] Aborto em grupos de éguas reprodutoras. Septicemia e viremia altamente fatais em potros recém-nascidos com menos de uma semana de idade. Encefalomielopatia a síndrome paralítica em eqüinos adultos. Síndrome de desempenho deficiente há indícios que essa síndrome é importante nos cavalos de corrida, devido aos efeitos da infecção respiratória. A rinopneumonite causa uma enfermidade similar a influenza eqüina, porém se o episódio ocorre em local de grande densidade populacional (haras, jóqueis), decorridos em torno de 120 dias, verificar-se-ão éguas com abortos sem sintomas iniciais, mas com lesões características nos fetos e letalidade perinatal. [...]

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