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Imunologia veterinária

Informações sobre o autor

Professora de Genética - Professora de Melhoramento...
Nível
Especializado
Estudo seguido
Médica...

Informações do trabalho

Giselle K.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
39 páginas
Nível
Especializado
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. O Sistema Imune
  3. Células do Sistema Imune
  4. Tipos de Respostas Imunes Adaptativas
  5. Mecanismos dos Anticorpos
  6. Características Fundamentais das Respostas Imunes
  7. Fases das Respostas Imunitárias Específicas
  8. Resposta Imune Inata
  9. Órgãos Linfóides
  10. Doença de Gumboro
  11. Sistema Complemento
  12. Via Clássica
  13. Via das Lecitinas
  14. Via Alternativa
  15. Linfócitos T
  16. MHC
  17. Propriedades biológicas do MHC
  18. Rejeição aos enxertos
  19. Relação com as doenças (descoberta recente)
  20. Citocinas
  21. Imunidade adaptativa celular e humoral
  22. Citotoxicidade tipo I ? IgE
  23. Citotoxicidade tipo II ? IgG e IgM
  24. Citotoxicidade tipo III ? IgG
  25. Citotoxicidade tipo IV ? macrófagos e linfócitos T
  26. Resposta imune nas infecções
  27. Vacinas

Introdução:

? 2000 AC ? Egito ? Registros históricos de graves epidemias;
? Crenças ? espíritos, demônios ou influências místicas;
? Velho testamento ? livros históricos que relatam a ocorrência de pestes (lepra);
OBS: Como não havia conhecimento das causas das doenças (os antígenos) nem do sistema imune, as relacionavam com castigo por terem cometido pecados, ou seja, era vontade divina. Quando ocorria a cura da doença, acreditava-se que haviam sido perdoados daquele pecado.
? Tucides ? Atenas, 430 AC ? foi o primeiro estudioso que começou a questionar o por quê de alguns morrerem e outros se curarem da mesma doença;
? A importância do conceito de doença infecciosa: doença clinicamente manifesta, do homem ou dos animais, resultante de uma infeção;
? 1798 ? Edward Jenner ? considerado o pai da imunologia. Constatou que as pessoas que trabalhavam com bovinos não contraiam a varíola grave, que causava morte. Contraiam uma varíola mais branda, que não causava grandes problemas. Constatou que existiam dois agentes infecciosos: a varíola bovina (branda) e a humana (grave). Inoculando o vírus da varíola bovina em humanos, eles desenvolviam anticorpos contra os dois tipos de varíola. Com isso, se contraíssem o antígeno da varíola humana, não desenvolviam a doença, pois estavam imunes. Era um tipo de vacina. 200 anos após esse experimento, conseguiu-se a erradicação da varíola;
? 1880 ? Louis Pasteur ? vacinas atenuadas: anti-cólera e anti-rábica. Inoculando um vírus atenuado (enfraquecido, velho, ou morto) o organismo não contrai a doença e desenvolve anticorpos;
? 1890 ? estudos sobre os anticorpos;
? 1895 ? descobriu-se que a fagocitose é muito aumentada pela imunização;
? 1899 ? descobriu-se que a lise das células pelos anticorpos requer a cooperação de fatores séricos denominados Complemento.

[...] Sua secreção é um evento breve e limitado. São muito potentes, induzindo fortes efeitos biológicos. Agem em vários tipos celulares (pleiotropismo), produzindo vários efeitos diferentes, em cada uma. Várias citocinas podem agir numa mesma célula-alvo, produzindo o mesmo efeito. São redundantes, ou seja, se remover uma citocina capaz de induzir febre, outra citocina irá produzir o mesmo efeito. A redundância torna muito difíceis as pesquisas sobre estas substâncias, já que atuam em várias frentes diferentes e uma substitui a outra (compartilhando funções). [...]


[...] Encaminham-se para o linfonodo e se tornam maduras, tornando-se potentes apresentadoras de antígenos, mas não fagocitam mais, pois perdem essa capacidade. Também são importantes na apresentação de antígenos virais, capacidade que outras células apresentadoras de antígenos não possuem. Os macrófagos são células fagocitárias do sistema imune inato. Quando sua capacidade fagocítica não é capaz de eliminar o patógeno, ela produz moléculas de MHC de classe II e moléculas B7, se tornando células apresentadoras de antígenos, expondo fragmentos deste antígeno em sua superfície, para reconhecimento pelos linfócitos T. [...]


[...] Epítopo ou determinante antigênico: é o sítio de ligação, o local no antígeno que é reconhecido pelo anticorpo. Podem ser conformacionais ou descontínuos, contínuos ou lineares. Antígenos timo dependentes: dependem do linfócito T para estimular a resposta imune. Antígenos timo independentes: podem ser imunogênicos (gerar resposta imune) sem a participação dos linfócitos T. Antígenos específicos: substâncias que ativam os linfócitos T e B após entrarem em contato com seus receptores específicos (TCR ou Igs). Antígenos inespecíficos: ativam linfócitos T e B por mecanismos inespecíficos, não necessitando ter especificidade para TCR ou Igs. [...]

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