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Insuficiência pancreática exócrina

Informações sobre o autor

Professora de Genética - Professora de Melhoramento...
Nível
Especializado
Estudo seguido
Médica...

Informações do trabalho

Giselle K.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
11 páginas
Nível
Especializado
Consultado
43 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Pâncreas
    1. Pâncreas exócrino
    2. Enzimas que digerem proteínas
    3. Enzimas que digerem carboidratos
    4. Enzimas que digerem lipídios
  3. Insuficiência pancreática exócrina (IPE)
  4. Diagnóstico
    1. Avaliação laboratorial (todos podem dar falsos resultados)
    2. Exames microscópicos de fezes
    3. Exames complementares
  5. Tratamento e prognóstico
  6. Casos clínicos
    1. Caso clínico relatado por Rafael Cartelli e Fabíola de Brito Voznika, médicos veterinários, em 1998 na UFPR
    2. Caso clínico relatado pelo médico veterinário Paulo Renato dos Santos Costa, na UNESP em 2000

1- Introdução
A IPE causa sintomas de má digestão decorrente da deficiência das células acinares pancreáticas produzirem ou secretarem o suco pancreático para o duodeno. As causas mais comuns são a hipoplasia pancreática congênita, pancreatite crônica e neoplasias pancreáticas, sendo os achados clínicos mais comumente encontrados a diarréia volumosa, perda de peso crônica e apetite voraz.

2- Pâncreas
O pâncreas é uma glândula mista, possuindo porção endócrina e exócrina. O tecido endócrino representa 1 a 2% da glândula, enquanto o tecido exócrino e seus vasos e nervos associados representam mais de 98% da massa pancreática.
Está localizado próximo ao estômago e o intestino grosso e tem duas importantes funções no organismo: a primeira é a produção da insulina e outros hormônios que regulam o metabolismo dos carboidratos. A segunda função é a secreção de enzimas digestivas que quebram as proteínas, gorduras e carboidratos da dieta, para serem absorvidas pelo organismo.
A porção endócrina é constituída pelas células das ilhotas de Langherans (produzem insulina e glucagon).

[...] As desordens do pâncreas ocorrem freqüentemente, mas são difíceis de diagnosticar devido à inacessibilidade anatômica desse órgão, sinais clínicos vagos e resultados laboratoriais inconsistentes. Mas se desconfiar de pancreatite, deve-se fazer avaliação laboratorial. - Avaliação laboratorial (todos podem dar falsos resultados): Tripsinogênio imuno-reatividade do tripsinogênio (avalia função pancreática exócrina: diagnostica insuficiência pancreática exócrina ou pancreatite). Material: soro sem hemólise e jejum de 12 a 18 horas. A TLI é o exame laboratorial mais preciso para diagnosticar IPE. - Normal: 5 a 35mcg/dl (cão); 31 a 115mcg/dl (gato); - IPE: Menor que 2mcg/dl - Zona não diagnóstica: 2 a 5mcg/dl Testes enzimáticos hepáticos: AST e ALT para diagnosticar se o problema pancreático já afetou o fígado. [...]


[...] Se o plasma não turvar, o problema é absortivo, se turvar é digestivo. Destilose é uma pentose normalmente absorvida pelo intestino. Se não aparecer no sangue, após ingestão, o problema é absortivo. - Exames Complementares: Radiografia abdominal: aspecto de ?vidro moído?. Pode levar a peritonite no quadrante externo superior direito do abdome. Exame abdominal Ultra-sonográfico: áreas pancreáticas são reveladas com perda do ecogenicidade normal adjacente a zonas de ecogenicidade alta que mostram a existência de áreas de fibrose. Tratamento e prognóstico Suplementação pancreática: suplementação com de extratos de enzimas pancreáticas na alimentação. [...]


[...] Os suplementos utilizados são: Vitamínico Complexo: E e em xarope. A dose: 1 colher das de chá diariamente para cada 10 kg de peso, tanto para caninos como para felinos. Vitamina K mg. A dose: caninos e felinos 1-2 ml/5 kg. SC; IM, ou IV. Cianocobalamina: no início a dose é de 100-250 µg SC uma vez por semana. Após 2 meses de processamento, deve ser checado o nível sérico de concentração, se estiver normalizada, a dose pode ser administrada mensalmente, mais tarde bimensalmente, e finalmente a cada 6 meses. [...]

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