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Leptospirose sp.

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Melissa S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
12 páginas
Nível
Especializado
Consultado
218 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Leptospirose
  2. Epidemiologia
  3. Cães
    1. Diagnóstico
    2. Tratamento
    3. Prevenção
  4. Humanos
  5. Patogenia
    1. Fase de leptospiremia
    2. Fase de leptospirúria
  6. Diagnóstico
    1. Diagnóstico direto (pesquisa das leptospiras)
    2. Diagnóstico indireto (sorologia)
    3. Observações importantes
    4. Período de Incubação
    5. Período de Transmissibilidade
    6. Suscetibilidade e Imunidade
  7. Transmissão
  8. Riscos
  9. Medidas de proteção individual
  10. Recomendações para áreas com risco de transmissão
  11. Manifestações
  12. Bovinos

As leptospiras patogênicas são encontradas habitando o tecido renal de mamíferos e outros animais (hospedeiros naturais), nos quais não causa aparentemente nenhum dano. Entretanto, essas leptospiras, de acordo com a virulência e patogenicidade, podem causar infecção e doença em outros mamíferos, incluindo o cão e o homem, que se constituem nos hospedeiros acidentais. No ambiente, sobrevivem bem em terrenos úmidos, pântanos, córregos, lagos e estábulos com excesso de detritos e umidade. Multiplicam-se bem em pH 7,2 a 7,4 e em temperaturas de 10 a 34 ºC.
São muito sensíveis ao pH ácido e a dessecação. Os hospedeiros naturais ou acidentais adquirem a infecção em contato com as leptospiras do meio ambiente. A promiscuidade entre os cães errantes ou cães mantidos em grupos em abrigos propicia a manutenção e a transmissão de leptospira, no caso específico, o sorovar canícola ou mesmo, outro sorovar que eventualmente o cão esteja albergando.

[...] A forma grave da leptospirose é denominada doença de Weil. A evolução para a morte pode ocorrer em cerca de 10% das formas graves. As manifestações iniciais da leptospirose são semelhantes às de outras doenças, como febre amarela, dengue, malária, hantavirose e hepatites. A presunção do diagnóstico de leptospirose é feita com base na história de exposição ao risco (inundações, limpeza de bueiros e fossas, contato com animais de estimação) e na exclusão, através de exames laboratoriais, da possibilidade de outras doenças. [...]


[...] Transmissão A leptospirose é primariamente uma zoonose. Acomete roedores e outro mamíferos silvestres e é um problema veterinário relevante, atingindo animais domésticos (cães, gatos) e outros de importância econômica (bois, cavalos, porcos, cabras, ovelhas). Esses animais, mesmo quando vacinados, podem tornar-se portadores assintomáticos e eliminar a L. interrogans junto com a urina. O rato de esgoto (Rattus novergicus) é o principal responsável pela infecção humana, em razão de existir em grande número e da proximidade com seres humanos. A L. [...]


[...] Esse fato dificulta conhecer a verdadeira extensão das infecções por Leptospira sp. em bovinos em Minas Gerais ou em qualquer outra região do país. O objetivo desta investigação foi determinar a freqüência das aglutininas anti- Leptospiras interrogans nos soros sangüíneos de bovinos em Minas Gerais de 1980 a 2002. A leptospirose é provavelmente uma das zoonoses de maior preocupação em todo mundo. Apresenta vasta distribuição geográfica, tendo sido evidenciada em mais da metade dos países, sendo particularmente prevalente nas Américas. [...]

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