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Parasitologia veterinária

Informações sobre o autor

Professora de Genética - Professora de Melhoramento...
Nível
Especializado
Estudo seguido
Médica...

Informações do trabalho

Giselle K.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
32 páginas
Nível
Especializado
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Parasitologia geral
    1. Classificação dos seres vivos
    2. Origem das espécies: Criação / Evolução
    3. Critério para separação das espécies
    4. Tipos de associações entre as espécies
    5. Classificação quanto a
    6. Regras internacionais de nomenclatura zoológica
  2. Filo Arthropoda
    1. Características gerais
    2. Metamorfose
    3. Arachnida
    4. Subordem ixodides
    5. Ixodidae
    6. Ciclo evolutivo
    7. Argasidae
    8. Familia sarcoptidae
    9. Familia psoroptidae
    10. Classe insecta
    11. Ordem siphonaptera
    12. Familia tungidae
  3. Helminthum
    1. Filo platyhelminthes classe trematoda ? Trematóides
    2. Ciclo biológico (Fasciola hepatica)
    3. Formas de contágio
    4. Famílias do trematóides mais importantes
    5. Classe cestoda ? Cestóides
    6. Outras espécies
    7. Classe Nematoda ? Nematóides
    8. Superfamílias dos nematóides com bolsa copuladora
    9. Fase parasitária ? ciclo no hospedeiro definitivo

1) Classificação dos seres vivos:
? Linneu
? Curier

Com o renascentismo, Linneu passou a disecar os animais e a classificá-los e organizá-los. Mas essa classificação ficou um pouco dificultada, pois outros estudiosos verificavam que haviam características parecidas com nomes diferentes.
Currier então passou a classificá-los de acordo com as características semelhantes. Surgiu o Taxon (família, gênero, espécie, etc.) onde a espécie é o menor taxon, a menor unidade. A espécie é que dá a informação sobre as características morfológicas, fisiológicas, etc., sobre o animal. Espécie é um grupo de animais que possui as mesmas características morfológicas e fisiológicas e as transmitem a seus descendentes.

2) Origem das espécies: Criação / Evolução
? Lamarkismo
? Darwinismo
? Mutacionismo

Existem duas hipóteses para a origem das espécies: a criação (religiosa) e a evolução. Existiram três grandes teorias sobre a evolução das espécies:
? Lamark: achava que todos os caracteres morfológicos eram transmitidos de acordo com o uso que o ser tinha de certos órgãos e partes do corpo, por exemplo: a cobra perdeu as pernas de tanto passar entre as pedras; a girafa tem o pescoço comprido porque queria comer as folhas das árvores, etc.
? Darwin: defendia a teoria da lei do mais forte, a Teoria das Espécies: o animal mais adaptado ao meio sobreviverá e passará suas características aos seus decendentes.
? Mutacionismo: uma proteína sofre uma mutação (por diversas causas) que ocasiona uma mutação genética originando novas características na espécie e até novas espécies.

[...] Os de interesse em parasitologia pertencem a dois filos: Filo Platyhelminthes (vermes chatos, hermafroditas monóicos com exceção do Schistosoma que é dióico são os helmintos mais inferiores): 1. Classe Trematoda (forma de folha, corpo não segmentado e tubo digestivo incompleto); 2. Classe Cestoda (forma de fita, corpo segmentado e tubo digestivo ausente, são vulgarmente chamados de solitárias). Nemathelminthes (vermes cilíndricos, sexos separados dióicos com tubo digestivo completo) Classe Nematoda (vulgarmente conhecidos como lombrigas). Filo Platyhelminthes Classe Trematoda Trematóides Possuem ovário único ou ramificado, testículo duplo e/ou ramificado. [...]


[...] Knemidocoptes: entre as escamas das patas (K. mutans) ou os folículos plumosos (K. pilae) dos galiformes. Causa muito incômodo aos animais podendo causar perda de apetite e emagrecimento, além de infecção bacteriana. Familia PSOROPTIDAE São sarnas de corpo ovóide, rostro longo e cônico, patas mais longas que os Sarcoptidaes, quarto par de patas do macho menor que o terceiro par, macho com ventosas adanais copuladoras e ventosas ambulacrarias em pedicélo longo e triartículado (Psoroptes) e pedicelo simples e curto (Chorioptes e Otodectes). [...]


[...] esse estudo genético se derrubaram várias espécies que eram consideradas diferentes e viu-se que pertenciam a mesma espécie. Com isso surgiu outro taxon, que é a subespécie (menor que a espécie). Ex: um crustáceo de um continente migra (parte da população deste continente) para uma ilha, onde se adaptam. Surge uma mutação nesse grupo que lhes dá uma característica diferente da espécie original, mas ele continua sendo o mesmo crustáceo só que com uma característica fenotípica diferente, que é transmitida para a prole. [...]

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