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Pododermatite asséptica difusa

Informações sobre o autor

Professora de Genética - Professora de Melhoramento...
Nível
Especializado
Estudo seguido
Médica...

Informações do trabalho

Giselle K.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
16 páginas
Nível
Especializado
Consultado
67 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. O MANDARIM ? RESUMO DA OBRA

1. Introdução
Também conhecida como aguamento ou laminite (degeneração laminar aguda), a pododermatite asséptica difusa é uma inflamação asséptica aguda, subaguda ou crônica da pododerme dos cascos, afetando os tecidos podofiloso e queratofiloso (lâminas dérmica e epidérmica).
É uma patologia vascular periférica, manifestada pelo decréscimo da perfusão capilar no casco, aumento do desvio artério-venoso, necrose isquêmica das lâminas e dor. Mais comum em eqüinos, mas também acomete bovinos.
Durante muito tempo a laminite foi considerada como uma patologia locomotora, mas o problema locomotor é apenas a conseqüência do problema vascular. É uma doença sistêmica.
O casco dos eqüinos é formado (internamente) por lâminas dérmicas e epidérmicas, que são intimamente aderidas entre si, formando a parede do casco. Em um casco sadio não há como diferenciar uma da outra (se abrir o casco em uma necropsia).
- Lâmina dérmica: é formada de corium e derme. Contém vasos que nutrem tanto as lâminas dérmicas quanto as epidérmicas (por difusão). Sua base é aderida a terceira falange (P3).
- Lâmina epidérmica: o próprio casco é formado pela epiderme cornificada e suas camadas mais profundas formam a lâmina epidérmica. São nutridas por difusão das lâminas dérmicas.
A terceira falange é sustentada pelas lâminas e sofre pressão do tendão flexor digital profundo (TFDP), que é fixado em sua porção caudal.
O fluxo sangüíneo que irriga o casco provém da artéria digital palmar e é drenado pela veia digital palmar. Ambas formam o plexo coronário, que se difunde para irrigar as lâminas dérmicas. Entre a artéria e a veia existe um ?shunt? (desvio artério-venoso), que normalmente fica fechado. Esse desvio é utilizado como mecanismo compensatório, quando o animal está em local muito frio, para evitar o congelamento dos cascos e gangrena. Ao abrir, proporciona maior irrigação sangüínea no local, aumentando a perfusão para os capilares, que em um animal sadio continuam funcionando.
Em um animal doente, o desvio se abre, mas os capilares param de funcionar, diminuindo o aporte sangüíneo para as lâminas dérmicas. Sem receber sangue, as lâminas dérmicas param de nutrir por difusão as lâminas epidérmicas, que são as primeiras a sofrer com a falta do suprimento sangüíneo, entrando em isquemia. O retorno venoso também fica comprometido.
Com a isquemia há um descolamento entre as lâminas, formando um espaço entre elas, que é preenchido por líquido e as vezes por gás.

[...] Septicemia ou toxemia de qualquer origem. Excesso de apoio em um membro: Manqueiras severas. Reabilitação de fraturas de seu peso é sustentado pelas mãos. Se depositar o peso em apenas uma delas, é uma sobrecarga considerável. Manejo: Injestão de água gelada leva a alteração da mucosa, flora e peristaltismo. Concussão em solos muito rígidos cavalo desferrado em asfalto: leva a lesões vasculares pelo impacto causado. Excesso de peso comum em pôneis. Casqueamento excessivo causa danos vasculares por exposição da área sensível e vascularizada. [...]


[...] capilares, que em um animal sadio continuam funcionando. Em um animal doente, o desvio se abre, mas os capilares param de funcionar, diminuindo o aporte sangüíneo para as lâminas dérmicas. Sem receber sangue, as lâminas dérmicas param de nutrir por difusão as lâminas epidérmicas, que são as primeiras a sofrer com a falta do suprimento sangüíneo, entrando em isquemia. O retorno venoso também fica comprometido. Com a isquemia há um descolamento entre as lâminas, formando um espaço entre elas, que é preenchido por líquido e as vezes por gás Fisiopatologia A fisiopatologia envolve dois processos principais: processo vasoativo e coagulopatia. [...]


[...] As havaianas deformam com o uso, devendo ser trocadas várias vezes durante o tratamento. O casqueamento corretivo tem a intenção de diminuir a tensão na pinça e no TFDP e melhorar a circulação. Ferrageamento corretivo: Ferradura de coração é a melhor opção. A posição da ponta do coração é definida de acordo com o Raio pois deve apoiar a P3 sem ultrapassar a ranilha, para não pressionar a sola (pode causar um abscesso). Invertida usa-se a ferradura ao contrário (de ponta a cabeça). [...]

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