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Principais cardiopatias congênitas em cães e gatos

Informações sobre o autor

Professora de Genética - Professora de Melhoramento...
Nível
Especializado
Estudo seguido
Médica...

Informações do trabalho

Giselle K.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
23 páginas
Nível
Especializado
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Anatomia e fisiologia do sistema cardiovascular
    1. Anatomia e fisiologia do sistema cardiovascular de fetos
  3. Diagnóstico
  4. Principais doenças cardíacas congênitas
    1. Tetralogia de Fallot
    2. Persistência do ducto arterioso (PDA)
    3. Estenose pulmonar (EP)
    4. Estenose subaórtica (ESA)
    5. Defeito do septo atrial
    6. Defeito do septo ventricular
    7. Persistência do 4º arco aórtico direito
    8. Hérnia peritônio pericárdio diafragmática (HPPD
    9. Fibroelastose endocárdica
    10. Ectopia cordis
    11. Cor triatriatum e cor triatriatum dexter

São várias as cardiopatias que acometem os animais, podendo estas ser congênitas ou adquiridas. Neste trabalho relataremos apenas algumas das doenças cardíacas congênitas que acometem cães e gatos.
As cardiopatias congênitas (CPCs) constituem a causa mais comum de doença cardiovascular em animais com menos de um ano de idade. Os eventos complexos do desenvolvimento embriológico do coração e dos grandes vasos por vezes permitem o aparecimento de anomalias congênitas no sistema cardiovascular. Estas anomalias possuem importância funcional variada, onde animais com defeitos mais acentuados não sobrevivem nem mesmo no útero, enquanto outros com defeitos mais leves podem não apresentar sinais clínicos por toda a vida. Os animais com defeitos de intensidade intermediária são os que provavelmente serão um dia levados ao médico veterinário, com sinais de insuficiência cardíaca.
Geralmente as CPCs são defeitos hereditários, atribuídos a um ou mais genes. Mas também podem ocorrer por exposição de fêmeas prenhes a substâncias químicas, drogas, agentes físicos, distúrbios nutricionais ou intoxicações. Alguns exemplos são: talidomida, etanol, salicilatos, griseofulvina, cortisona, raios X, hipóxia fetal, deficiência ou excesso de vitamina A, deficiência de zinco, ácido pantotênico ou riboflavina e administração excessiva de ácido retinóico ou cobre.

[...] As mais comuns encontradas se encontram descritas a seguir: Tetralogia de Fallot Consiste em quatro lesões associadas sendo três primárias: estenose da valva pulmonar (que leva a obstrução ao fluxo de saída do ventrículo direito), dextroposição de aorta (se localiza mais à direita do que o normal) e comunicação interventricular (defeito de septo ventricular DSV); e uma lesão secundária: hipertrofia do ventrículo direito, causada pela estenose da valva pulmonar. FONTE: FREITAS, R. R. Tetralogia de Fallot em cães, Ciência rural, Santa Maria, v.33, n.6, p.1179-1184, nov-dez É um distúrbio geneticamente transmissível e se o animal não morrer, fica fraco e se apresenta magro, não conseguindo se desenvolver normalmente. [...]


[...] Tratado de Medicina Interna Veterinária - moléstias do cão e do gato, 4ª ed., vol São Paulo: Manole FONTE: CARLTON, W. W. Patologia Veterinária Especial de Thomson, 2ª ed., Porto Alegre: ArtMed Tratamento clínico e prognóstico Se a estenose subaórtica for de pouca intensidade, o animal vive normalmente, mas não deve ser usado na reprodução. É aconselhável a profilaxia para endocardite bacteriana. Obs: Doenças cardíacas podem levar condições hemodinâmicas anormais, o que predispõe a endocardite bacteriana, por alterar o endotélio valvular e direcionar (em alta velocidade) as bactérias para as superfícies valvulares. [...]


[...] A ecocardiografia Doppler também pode ser usada para verificação do diagnóstico e no descarte de defeitos concomitantes (principalmente em animais de raças de maior porte, pois nestas os defeitos intercorrentes são mais comuns). O prognóstico (com a cirurgia) é excelente, mas o animal fica desaconselhável para fins reprodutivos. Sem a cirurgia, o prognóstico é ruim ou mais morrem em torno de um ano após o diagnóstico. Caso o animal apresente uma fibrilação atrial ou uma insuficiência cardíaca congestiva avançada, o prognóstico é reservado a sombrio, e estes pacientes representam grande risco anestésico. [...]

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