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Os animais e a tuberculose

Informações sobre o autor

Professora de Genética - Professora de Melhoramento...
Nível
Especializado
Estudo seguido
Médica...

Informações do trabalho

Giselle K.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
19 páginas
Nível
Especializado
Consultado
91 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Agente Etiológico
  3. Epidemiologia e Transmissão
  4. Patologia
  5. Sintomas
    1. Em bovinos
    2. Em ovinos e caprinos
    3. Em suínos
    4. Em eqüídeos
    5. Em primatas humanóides
  6. Anatomia Patológica
  7. Diagnóstico
    1. Clínico
    2. Laboratorial
    3. Prova da tuberculina
    4. Técnica de Mantoux ? aplicação intradérmica
  8. Tratamento
  9. Profilaxia
  10. Considerações sobre a epidemiologia da tuberculose bovina
  11. Aspectos epidemiológicos da infecção por Mycobacterium bovis como zoonose
  12. Avaliação da prevalência da tuberculose bovina em animais abatidos em matadouros
  13. Conclusão sobre a tuberculose bovina
  14. A tuberculose dos peixes

Introdução:
A tuberculose é uma doença infecto-contagiosa crônica, granulomatosa, caracterizada pela presença de granulomas específicos denominado tubérculos (nódulos), que sofrem processos de calcificação, caseificação (pus) e abscidação (podem se romper).

Agente Etiológico:
Microrganismos do gênero Mycobacterium, que são bactérias álcool-ácido-resistentes, encurvadas ou em forma de bastonetes (bacilos). São imóveis, não possuem cápsula nem formam esporos, são aeróbios obrigatórios. Estão classificados em um grupo a parte e seu método de coloração é diferente: Ziehl-Neelsen. As espécies que infectam os animais são:
Mycobacterium tuberculosis (bacilo de Koch)
Mycobacterium bovis
Mycobacterium avium
Epidemiologia e Transmissão
Possui distribuição mundial, afeta homens e animais, principalmente os imunossuprimidos. É uma zoonose.
As espécies mais afetadas são bovinos e suínos, sendo menos freqüentes em ovinos, caprinos, aves, cães e gatos e rara em eqüinos. Afeta os animais independentemente do sexo, clima e região, porém a ocorrência aumenta de acordo com a idade, devido à maior probabilidade de contágio com o correr dos anos.
Entre os bovinos há diferença entre as raças, pois os zebuínos são mais resistentes que os taurinos e bubalinos, havendo cura natural de muitos dos que se infectam.
Em alguns países e regiões a doença já foi praticamente erradicada ou está sob estrito controle, como nos países nórdicos, países baixos, EUA e Canadá.
Os reservatórios da tuberculose são os próprios animais doentes (domésticos e selvagens).
A tuberculose é transmitida pelo ar (via respiratória), alimentos ou água (via digestiva). Mas a porta de entrada é quase sempre o pulmão (vias respiratórias, pois é muito aeróbica). São veiculadas no organismo por macrófagos (não conseguem fagocitá-las e as transportam para outros locais do organismo). A transmissão também se dá via transplacentária em bovinos, via cordão umbilical e via dérmica (objetos contaminados em contato com soluções de continuidade da pele).

[...] Os órgãos afetados mais freqüentemente nestes animais são o pulmão, fígado e rins. A calcificação é comum e particularmente importante nos linfonodos. Nos suínos, como a penetração do agente é por via digestiva, há comprometimento do tubo digestivo, caracterizado pela alteração dos gânglios regionais. Nos eqüinos é semelhante ao que ocorre com os suínos, sendo mais comum em jovens, que apresentam alterações nos gânglios mesentéricos. A tuberculose pulmonar dos eqüinos apresenta nódulos do tamanho de uma noz. Nos caninos e felinos há presença de nódulos e focos de bronquiopneumonia nas lesões pulmonares. [...]


[...] Em eqüídeos: Tuberculose intestinal e nos gânglios mesentéricos é a mais freqüente. Causa perda de apetite, emagrecimento progressivo, perturbações digestivas. Tuberculose nos gânglios faringianos tosse seca, disfagia, sensibilidade na região da garganta; Tuberculose nos gânglios linfáticos superficiais hipertrofia. Em primatas humanóides: A moléstia é habitualmente pulmonar, podendo percorrer um curso fulminante. Lesões miliares são freqüentes, a caseação também é freqüente e a calcificação é rara. Anatomia Patológica A tuberculose, protótipo da pneumonia granulomatosa, é caracterizada pela presença de alguns poucos a muitos granulomas com necrose caseosa. [...]


[...] Está sendo desenvolvida uma vacina gênica (de DNA) contra a tuberculose e está sendo testada pelo pesquisador Célio Lopes Silva, coordenador do Laboratório de Vacinas Gênicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da USP. Considerações sobre a epidemiologia da tuberculose bovina A tuberculose em um rebanho pode ser introduzida principalmente pela aquisição de animais infectados, podendo propagar-se nos bovinos, independentemente do sexo, raça ou idade. A estabulação, que propicia o contato estreito e freqüente entre os animais, contribui para que a enfermidade se propague com maior rapidez. [...]

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