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Anatomia, Estrutura e Circulação Sanguínea da Glândula Mamária

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
veterinária
Faculdade
Nilton Lins

Informações do trabalho

Loreta m.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
10 páginas
Nível
Para todos
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
1 Avaliaçao cliente
5
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  1. Anatomia da Glândula Mamária
    1. Anatomia da Glândula Mamária dos Bovinos
    2. Forma e Volume da Glândula Mamária
    3. Implantação da Glândula Mamária
  2. Estrutura e Função da Glândula Mamária
    1. Glândula Mamária das Vacas
    2. Glândula Mamária de Suínos, Cães e Gatos
    3. Glândula Mamária de Ovinos e Caprinos
    4. Glândula Mamária de Eqüinos
  3. Circulação Sanguínea da Glândula Mamária

Na escala zoológica, os animais mamíferos, ou seja, aqueles incluídos na classe Mammalia, diferenciam-se pelo tipo e características de suas glândulas mamárias, órgãos secretores fundamentais para o desenvolvimento dos recém-nascidos em diferentes estágios de maturidade. Nessa evolução zoológica, existem vários tipos de mamas e maneiras dos lactentes mamarem ou se alimentarem da secreção das fêmeas lactantes. Essa variação compreende tanto as glândulas mamárias mais complexas vistas nos mamíferos superiores quanto às formas mais primitivas e rudimentares de glândulas mamárias, descritas nos mamíferos da ordem Monotremata, cujos gêneros Ornithorhynchus e Equidna (Tachyglossus aculeatus) botam ovos. Esses ovos são colocados numa bolsa diferente daquela dos marsupiais, onde um par de glândulas mamárias com cerca de 120 tubos galactóforos abrem-se, separadamente, na base de longos pelos mamários que, umedecidos, alimentarão os filhotes.

[...] Estrutura e Função da Glândula Mamária 2.1 Glândula Mamária das Vacas: A glândula mamária (úbere) da vaca apresenta localização inguinal com metades direita e esquerda distintas, cada qual possuindo um quarto cranial e um caudal. Cada metade é independente de sua correspondente em relação a seu suprimento sanguíneo e nervoso, drenagem linfática e aparelho suspensório. Um sulco longitudinal marca a separação ventral das metades. Os dois quartos de cada metade são separados em seu tecido glandular e sistema de ductos. [...]


[...] Cada metade tem somente uma teta, um canal da teta, uma cisterna da teta e uma cisterna da glândula. O esfíncter muscular no ápice das tetas é pouco desenvolvido e o seu fechamento é auxiliado pelo tecido conjuntivo elástico. (Reece, 1996) 2.4 Glândula Mamária de Eqüinos A égua apresenta suas glândulas mamárias em posição inguinal, e cada metade possui somente uma teta. Cada teta tem dois canais e duas cisternas, cada uma continuando com uma cisterna da glândula que tem seu próprio sistema de ductos e alvéolos. [...]


[...] Os ductos interlobares desembocam no interior do seio lactífero, que é composto pela cisterna da glândula (no interior da glândula) e pela cisterna da teta (no interior da teta). Dilatações que ocorrem ao longo da maioria dos ductos também armazenam leite, em adição aos seios lactíferos (Fig (Reece, 1996) Teta: A porção da glândula mamária por onde o leite é excretado e sugado pela cria é chamada teta, havendo uma teta para cada quarto de úbere. O ducto que se estende a cisterna da teta até o orifício desta é o ducto papilar (canal da teta). [...]

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