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Esporotricose

Informações sobre o autor

A
Nível
Para todos
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Melissa S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
8 páginas
Nível
Para todos
Consultado
226 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Sinônimos
  2. Conceito
  3. Espécies afetadas
  4. Distribuição geográfica
  5. Etiologia
  6. Epidemiologia
  7. Material infectante
  8. Infecção natural
  9. Transmissão
  10. Patogenia
  11. Sinais clínicos
  12. Resposta imune ao hospedeiro
  13. Diagnóstico
  14. Material enviado para Laboratório
  15. Prognóstico
  16. Cuidados Essenciais
  17. Diagnóstico diferencial
  18. Tratamento
  19. Conclusão
  20. Referências Bibliográficas

A A esporotricose é uma doença subaguda ou crônica causada pelo fungo Sporothrix schenckii afetando o homem e grande variedade de animais entre eles felinos. Na maioria das vezes, uma infecção benigna limitada à pele e ao tecido subcutâneo é observado, mas em raras ocasiões pode disseminar-se para ossos e órgãos internos. Mais raramente ainda, pode ser doença primariamente sistêmica, tendo início pulmonar. Clinicamente pode ser dividida em esporotricose cutânea (linfática, localizada, disseminada) e extracutânea (pulmonar; sistêmica) [1].

[...] A sensibilidade dos testes tende a aumentar e chegar a 100% em casos de esporotricose sistêmica, decrescendo nos casos articulares e pulmonares e sendo bem menor nos casos cutâneos Diagnóstico: O diagnóstico é baseado em dados de anamnese do animal, como local e tipo de criação, contato com outros animais ou vegetais, idade, sexo etc exame físico, raspado da lesão, biópsia de pele e cultura, podendo ser firmado pela demonstração de microorganismos em exsudatos ou amostras teciduais, isolamento do microorganismo por técnicas de cultura, ou por inoculação em animais de laboratório com materiais sob suspeita de infecção. [...]


[...] A.; CAMPOS, S. G.; DIREITO, G. M. Esporotricose em gatos ( Descrição de um caso). Revista Brasileira de Medicina Veterinária. V n.1, p. 25- 3.DONADEL, K.W.; REINOSO, Y.D.; OLIVEIRA, J.C.; AZULAY, R.D. Esporotricose: revisão. Anais Brasileiros de Dermatologia, v.68, n.11, p.45- 4.ETTINGER, S.J. Manual de medicina interna veterinária. São Paulo: Manole 5.FARIAS, M. R.; COSTA, P.R.S.; [...]


[...] A reação inflamatória resultante de todas as formas de esporotricose é do tipo mista (purulenta e granulomatosa). São alterações dermatológicas típicas: ulceração epidérmica, paraceratose e microabcessos intra-epidérmicos. A formação de granulomas com microabcedação central pode ser observada na epiderme, derme, tecido subcutâneo ou outros tecidos com a moléstia disseminada, contendo células epitelióides e células gigantes envolvendo as células leveduriformes. A técnica de microscopia fluorescente para o diagnóstico da esporotricose pode ser utilizada como imunofluorescência direta ou indireta. O teste de imunofluorescência direta é empregado na pesquisa e localização de antígenos em células ou tecidos, por intermédio de um anticorpo específico marcado com fluorcromo, formando o conjugado, o qual se fixa ao antígeno formando um imunocomplexo estável. [...]

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