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Hemostasia e síntese em técnica operatória veterinária

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFPA

Informações do trabalho

Patrícia P.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
24 páginas
Nível
avançado
Consultado
258 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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0
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  1. Hemostasia
    1. Controle das Hemorragias
    2. Classificação das hemorragias
    3. Tipos de hemostasia
    4. Métodos de hemostasia
  2. Síntese
    1. Material utilizado na síntese
    2. Nós e Suturas
  3. Conclusão
  4. Bibliografia

A hemostasia é o conjunto de procedimentos que objetivam evitar o extravasamento de sangue, impedindo a circulação do sangue em uma determinada área ou coibindo a hemorragia, ou seja, uma perda excessiva de sangue, favorecendo uma boa visualização do campo cirúrgico, e um pós-operatório com evolução satisfatória. Para isso, vários meios estão disponíveis para a realização da hemostasia.
Segundo LAZZERI (1977) e em PERSO (2000), os fatores que dificultam ou contribuem a hemostasia podem ser classificados da seguinte maneira:
Fatores que dificultam: Alteração na elasticidade e contratilidade das paredes das artérias; Diminuição do poder de coagulação; Movimentos do órgão que sangra; Aumento da pressão arterial local (hiperemia local) ou cardíaca (aumento da atividade do coração); Lesão vascular de forma direta e extensa.

[...] CONCLUSÃO Reconhecer e manipular corretamente instrumentais e materiais utilizados em manobras cirúrgicas veterinárias, sobretudo nesses dois tempos cirúrgicos fundamentais: hemostasia e síntese (fios, nós cirúrgicos e técnicas de sutura). Uma boa hemostasia ultrapassa o ato cirúrgico, coibindo o sangramento e a síntese cirúrgica reaproximando as bordas de tecidos seccionados com o auxilio de agulhas, pinças, porta-agulha e fio de sutura, ambas tem a finalidade de proporcionar melhores condições técnicas para a recuperação da homeostasia do organismo do animal traumatizado cirurgicamente. [...]


[...] Pode ser classificado segundo o seu tempo de absorção, em simples cromado C e D e colargolado. O fio simples ou tipo A é absorvido em 5 a 10 dias, é um catgut não tratado. O catgut cromado B (tratamento lento) e C (tratamento médio) é aquele submetido ao óxido crômico para prolongar o tempo de absorção. O catgut colargolado é aquele que recebeu um tratamento com tanino a e colargol (albuminato de prata) a 10%. Os fios catgut têm como vantagem o fácil manejo, absorção pelos tecidos, boa tolerância pelo organismo e como é elástico, permite uma melhor acomodação das suturas. [...]


[...] Os principais, segundo LAZZERI (1977), são: o Pinças de dissecação com ou sem dentes: encontram maior aplicação nas suturas de pele, enquanto que as sem dentes são usados em tecidos delicados, existindo modelos e tamanhos variados de acordo com cada caso e necessidade. o Tesouras de Mayo: para auxiliar na aplicação das suturas, especialmente para cortar os fios e mais do que tudo, especialmente para cortar fios e mais e mais do que tudo, para permitir o corte do fio sem cortar o nó o Tesoura para cortar fios metálicos: Se caracterizam pela robustez de construção, algumas têm dentes e sem ramos cortantes, estes são curtos, o que dá à tesoura maior potência da alavanca. [...]

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