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Hipotireoidismo e hipertireoidismo em cães

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Melissa S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
8 páginas
Nível
Especializado
Consultado
348 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Fisiologia da Glândula tiróide
  3. Desenvolvimento
  4. Hipotireoidismo
  5. Hipertireoidismo
  6. Conclusão
  7. Referências bibliográficas

A tireóide é uma glândula bilateral presente em todos vertebrados. Está localizada lateralmente sobre a traquéia, abaixo da laringe. Sua função envolve a concentração de iodo e a síntese, armazenamento e secreção do hormônio tireóideo. Tecido tireoidiano ectópico está presente na maioria dos cães e gatos. Este parênquima tireoidiano acessório é principalmente encontrado na região cervical, mas também pode estar localizado no interior do tórax. As tiróides acessórias respondem a TSH e são completamente funcionais, geralmente aparecendo como nódulos em numero de 1 a 5 de 1-2 mm de diâmetro. Os transtornos de tireóide são mais comuns nos pequenos se comparado aos grandes animais. Dessa forma será realizada uma revisão sobre a fisiologia e os mecanismos de controle da tireóide, e posteriormente será discutido hipotireoidismo e hipertireoidismo no cão e no gato respectivamente.

[...] O hipertireoidismo é mais comum em gatos e muito raro em cães. Está associado a hiperplasia multinodular, adenomas ou adenocarcinomas derivados das células foliculares, com níveis de hormônios tireoidianos muito elevados na circulação, até 500 ng/ml na T4 e 10 ng/ml a T3. O adenoma de tireóide é raro, e secreta grandes quantidades de hormônios. Não está associado a sinais de doença autoimune. Enquanto há secreção de grandes quantidades de T3 e T4 pelo tumor, a função da glândula fica quase que totalmente inibida, por depressão da produção de TSH pela hipófise. [...]


[...] Nos casos em que houver a presença de diabete mellitus ou doenças do coração, a dose inicial deve ser reduzida a 25% da dose normal, e deve ser administrada em 2 vezes. O mais importante critério para avaliar se a terapia está adequada e o diagnostico esta correto e a observação da melhora dos sinais clínicos, visto que a causa mais com para uma resposta insatisfatória ao tratamento errôneo . O período de 1 mês já é suficiente para o inicio da melhorando quadro de inapetência e redução do peso do animal. [...]


[...] Para se confirmar um tumor endócrino, devem ser medidos os níveis do hormônio no sangue e urina em nível basal, sob supressão e/ou sob estimulação, durante um período de 24 horas. O animal hipertireoidiano tem perda de peso acentuada ou leve, apetite voraz, embora também possa haver apetite normal, polidipsia, poliúria, aumento da defecação e do volume das fezes, com diarréias, hiperatividade e inquietação, bem como intolerância ao calor, apresentando sudorese intensa. Há fraqueza muscular e fadiga extrema, com ocorrência de tremores. [...]

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