Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
outros
Faculdade
fumesc

Informações do trabalho

Data de Publicação
23/12/2006
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
20 páginas
Nível
Especializado
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Validado por
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O modo de vida das aranhas

  1. Introdução
  2. Defesa das aranhas
  3. Alimentação das aranhas
    1. Digestão externa
  4. Alçapão
    1. Construção da toca
  5. Defesa das aranhas
  6. Teias
    1. Tipos de teia
    2. Teia em escada
    3. Teia em funil
    4. Teia irregular
    5. Teia em lençol
    6. Teias obculares
    7. Teia triangular
    8. Boleadeira
  7. Reprodução
  8. Nascimento
  9. Crescimento
  10. Veneno
    1. Acidente por Pamphobeteus sp. e Grammostola sp.
    2. Acidente por Phoneutria sp.
    3. Acidente por Latrodectus sp.
    4. Acidente por Loxosceles sp.
    5. Acidente por Lycosa sp.
  11. Primeiros socorros
  12. Morfologia e biologia
  13. Terrário
  14. Aranhas, o veneno que salva
    1. Todas são venenosas
  15. Conclusão
  16. Referências bibliográficas

A origem das aranhas remonta a tempos muito longínquos. Essas aranhas primitivas pertencem à ordem dos araneídeos (que atualmente são conhecidas aproximadamente 35.000 espécies), uma das 11 ordens da classe dos aracnídeos, cujos fósseis hoje existentes são os mais antigos, posteriores aos dos escorpiões. O primeiro vestígio que se conhece de uma aranha é de certa tarântula que viveu há pouco menos de 400 milhões de anos (Devoniano). O maior fóssil encontrado, datado provavelmente de cerca de 300 milhões de anos, pertence a uma tarântula do gênero Megarachne, cujo corpo tinha cerca de 35 cm de comprimento, ou seja, aproximadamente seis vezes o da anual tarântula mexicana.
Hoje, diversos estudos paleontológicos procuram determinar em que época as aranhas colonizaram todos os ambientes. O abdome dos aracnídeos, por ser recoberto apenas por um tegumento macio e extensível, tem escassa possibilidade de conservação. Por isso, os cientistas intensificaram a busca de restos fossilizados das fieiras, que são apêndices situados na extremidade do abdome, dos quais brota o fio que as aranhas produzem para tecer as suas teias.
No final do Carbonífero (há 280 milhões de anos) existiam poucas espécies de aranhas, mas a sua área de distribuição era muito vasta. Elas tinham formas bastante diferentes das atuais e hoje apenas um grupo, o dos lifistioformes, mantém um conjunto de características arcaicas.
Poucos são os vestígios que remontam ao Secundário, mas do Terciário (há cerca de 30 milhões de anos) há numerosos testemunhos fósseis. Na Europa e na América têm sido encontrados restos de exemplares muito diferenciados, quer fossilizados, quer perfeitamente conservados no âmbar do Báltico. Tais espécies são muito semelhantes às que existem nos dias de hoje.

[...] Antes que fosse criado o método de gravação sobre vidro, a seda das aranhas correspondia perfeitamente a esta necessidade. A espessura dos fios varia muito, mas pode ser mais fina que 1 micrômetro, a milionésima parte do metro. Ainda assim, é cerca de oitenta vezes mais forte que um fio de aço da mesma espessura, e flexível a ponto de ceder 20% do seu comprimento antes de romper-se. Material de grande durabilidade, a seda não é atingida por fungos ou bactérias, o que já se verificou até nas teias mais empoeiradas. [...]


[...] O tratamento adequado é feito à base de anestésicos, analgésicos e soros específicos: o soro antiaracnídeo polivalente, que neutraliza o veneno dos escorpiões do gênero Tityus e das aranhas dos gêneros Phoneutria, Loxosceles e Lycosa, ou o soro antiloxoscélico, indicado especialmente para as aranhas do gênero Loxosceles. Por isso, é importante levar a aranha para o médico, para que ele possa identificá-la. O soro não cura, apenas neutraliza as ações tóxicas do veneno. Por isso, quanto mais tarde a vítima for acudida, mais graves serão as conseqüências para o acidentado. [...]


[...] O macho segura a fêmea com o auxílio das patas anteriores e tenta levantá-la, de modo a enfiar-lhe os pedipalpos sob o abdome. Muitas vezes, só depois de muitas tentativas, intercaladas de pausas, é que por fim consegue introduzir os seus bulbos copulatórios na abertura genital da fêmea. Terminado o acasalamento, recua com cautela e foge rapidamente, para não ser devorado pela companheira. Esta guarda o líquido seminal em duas bolsas denominadas espermatecas, pois os ovos apenas serão fecundados no momento da postura, ou seja, algumas semanas ou alguns meses após o acasalamento período varia de espécie para espécie). [...]

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