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Rinotraqueíte viral felina

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
veterinária
Faculdade
Medicina...

Informações do trabalho

Dailison C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
15 páginas
Nível
Especializado
Consultado
0 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. EPIDEMIOLOGIA
  2. PATOGENIA
  3. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
  4. MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS
  5. MATERIAL PARA DIAGNÓSTICO
  6. DIAGNÓSTICO
  7. DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL
  8. PREVENÇÃO E CONTROLE
  9. TRATAMENTO

Sinais de doença respiratória superior são comumente descritos em felinos e rotineiramente observados na prática clínica. O Herpes vírus felino tipo I (HVF-1), junto com outros patógenos são responsáveis por grande parte destas afecções. O HVF-1 determina a Rinotraqueíte Viral Felina que é similar ao resfriado comum em seres humanos. Esta enfermidade pode também ser denominada de coriza enzoótica, rhinotracheitis, herpes felino e traqueíte (WEIBLEN, 2005).
É especialmente comum em gatos domésticos que foram expostos ao contato com muitos outros gatos, principalmente em ambientes fechados, como gatis e abrigos de animais. Essa doença raramente é fatal e se resolve no intervalo de uma a três semanas, mas os animais expostos podem permanecer portadores subclínicos latentes por meses e anos (BINNS et al., 2000). Assim, da mesma forma que o resfriado comum em seres humanos, não há nenhum tipo de tratamento completamente efetivo e sim um tratamento de suporte, pois não devemos esquecer que a etiologia desta é viral.
Em casos raros, a doença poderá atingir o sistema respiratório inferior, ocasionando complicações mais graves, como pneumonia. Também se apresenta o fato de que os gatos doentes irão se alimentar e/ou ingerir líquidos em menor quantidade (ou não irão fazê-lo), podendo apresentar quadros de desnutrição e/ou desidratação.

[...] A detecção de antígenos virais em tecidos por IFA e a detecção de anticorpos por sorologia pareada também podem ser úteis no diagnóstico laboratorial (FLORES, 2007) DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL Segundo Weiblen (2005), a rinotraqueíte viral felina deve ser diferenciada clinicamente de infecções respiratórias superiores causadas pelo calicivírus, reovírus, agente da pneumonia felina, Cryptococus neoformans e outras causas não infecciosa; * Pneumonia Felina: doença causada pela bactéria Clamidia Psittaci, onde a contaminação se dá pelo contato com secreções oculares. Caracteriza- se por blefaroespasmo, congestão, quemose e lacrimajamento, os sinais clínicos de rinite são discretos, havendo espirros e secreção nasal serosa. [...]


[...] Por vezes, suplementos vitamínicos e minerais ajudaram na melhora da resposta imunológica (GASKELL et al., 2007) CONCLUSÃO A rinotraqueíte viral felina é rotineiramente observada na prática clínica e merece atenção pela característica de que os animais expostos ao herpesvírus felino tipo 1 podem permanecer como portadores subclínicos latentes por meses e anos, o que faz com felinos persistentemente infectados desempenhem um papel vital na manutenção de infecções respiratórias em aglomerações de gatos . Além disso, não possui tratamento específico; é recomendado que todos os gatos sejam vacinados contra a doença. [...]


[...] A reativação do quadro de eliminação viral pode ser induzida experimentalmente por tratamentos longos com uso de glicocorticóides em cerca de 70% dos gatos. Outros fatores estressantes que podem levar à reativação incluem lactação e mudança de ambiente e/ou proprietários (GASKELL & POVEY, 1997) MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS A doença aguda clássica (doença citolítica) apresenta sinais como rinite, conjuntivite, úlceras de córnea (superficiais ou profundas), secreção nasal, hiperemia conjuntival e corrimento seroso. Na doença atípica aguda, poderão aparecer distúrbios dermatológicos, viremia e pneumonia. [...]

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