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Patologia geral

Informações sobre o autor

Professora de Genética - Professora de Melhoramento...
Nível
Especializado
Estudo seguido
Médica...

Informações do trabalho

Giselle K.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
fichamento
Número de páginas
32 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
1 Avaliaçao cliente
5
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  1. Perturbações circulatórias
    1. Congestão ou hiperemia
    2. Hemorragia
    3. Trombose
    4. Embolia
    5. Infarto
    6. Choque
    7. Distúrbios da dinâmica e distribuição dos líquidos
  2. Inflamações aguda e crônica
    1. Fases da inflamação
    2. Componentes celulares do exsudato
    3. Classificação quanto ao tipo de exsudato
    4. Inflamação crônica
  3. Lesões celulares reversíveis
  4. Lesões celulares irreversíveis ? necroses
    1. Dinâmica da morte e necrose celular
    2. Organelas na agressão celular
    3. Causas de necrose
    4. Padrões morfológicos
    5. Necrose de coagulação
    6. Necrose de liquefação
    7. Necrose caseosa
    8. Necrose gordurosa
    9. Conseqüências
    10. Alterações cadavéricas
  5. Pigmento e pigmentação patológicos
    1. Exógenos
    2. Endógenas
    3. Pigmentos hemáticos ou hemoglobinógenos
    4. Pigmentos melânicos
    5. Pigmentos lipídicos
  6. Transtornos do crescimento e da diferenciação celulares
    1. Regeneração
    2. Estímulos para regeneração
    3. Atrofia
    4. Hipertrofia
    5. Hiperplasia
    6. Metaplasia
    7. Displasia
  7. Tecido conjuntivo
    1. Células do tecido conjuntivo
    2. Matriz Extracelular
    3. Colágeno
    4. Elastina
    5. Proteoglicanos
    6. Glicoproteínas estruturais
  8. Neoplasias
    1. Morfologia das neoplasias
    2. Tumores benignos e tumores malignos
    3. Características macroscópicas
    4. Características microscópicas
    5. Ocorrência
    6. Motilidade e mecanismos de invasão

A hiperemia é o aumento do volume sangüíneo no sistema vascular. Existem dois tipos de hiperemia: congestão ativa e congestão passiva. Congestão ativa é o aumento do volume de sangue nos capilares, em conseqüência da vasodilatação arterial ou arteriolar. Ex: inflamação aguda com aumento da permeabilidade vascular. Congestão passiva ocorre em decorrência de distúrbios na circulação venosa, que podem ser causados por insuficiência cardíaca congestiva, por causas intrínsecas ao vaso (trombose, varizes), ou por compressão externa das veias. A congestão passiva pode ser aguda ou crônica.
Órgãos com congestão passiva se apresentam com coloração vermelho azulada, sendo que a intensidade do tom azulado (cianose) dependerá da quantidade de hemoglobina que foi reduzida. Além disso, a congestão passiva quase sempre é acompanhada de aumento do líquido intersticial (edema), conferindo ao órgão afetado um aspecto úmido.
Em casos de falência cardíaca do ventrículo esquerdo, o pulmão é o órgão mais afetado. Se a falência for no ventrículo direito, o mais afetado é o fígado.

[...] É importante ressaltar que a patologia das pigmentações centra-se no fato de que estão presentes não somente cores diferentes no local, mas também, e principalmente, substâncias estranhas aos tecidos, provocando as chamadas reações inflamatórias. A pigmentação patológica pode ser exógena, cujos pigmentos são de origem externa ao organismo, ou endógena, formada a partir de pigmentos naturais do corpo. Os agentes pigmentadores exógenos constituem, antes de tudo, fatores de agressão, ao contrário dos agentes pigmentadores endógenos, naturais no organismo, cuja presença indica que o tecido está sofrendo algum tipo de agressão, não necessariamente provocado pelo pigmento. [...]


[...] A água é PAS negativo e o glicídio PAS positivo. Degeneração mucóide acúmulo de muco. Ocorre em células epiteliais que produzem muco. Apresenta um aspecto (macroscópico) gelatinoso e viscoso. Comum em inflamações catarrais. Há acúmulo excessivo de muco no interior da célula. Deslocando o núcleo, sendo chamada de células em anel de sinete. Lesões Celulares Irreversíveis Necroses A morte celular é a perda irreversível da capacidade da célula em manter suas atividades e sua homeostasia (seu equilíbrio com o meio). [...]


[...] Estímulos para regeneração Fatores de crescimento que se difundem no microambiente são polipeptídeos que atuam em receptores de superfície, agindo como hormônios locais de efeito parácrino ou autócrino em células vizinhas ou na própria célula. Seus efeitos são: crescimento celular, proliferação ou inibição celular, diferenciação celular, viabilidade celular, ativação celular na inflamação, quimiotaxia e outros efeitos. Correntes elétricas são geradas pela injúria (lesão). Têm sido usadas para estimular a regeneração óssea. Comunicação célula-célula são conectadas por junções comunicantes, por onde passam informações de células de áreas lesadas a outras não lesadas, estimulando o processo de regeneração. [...]

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