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Código de consumo e educação do consumidor

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
direito...
Faculdade
FMU PÓS...

Informações do trabalho

ARNALDO X.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
dissertação
Número de páginas
23 páginas
Nível
Para todos
Consultado
0 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Código de consumo e educação do consumidor

Com, e após a necessária conceituação da atividade de consumo nos principais dispositivos legais consonantes, nunca hierárquicos, e sempre com absoluta autonomia normativa de ?per si', sublinha-se a força conceitual trazida nos respectivos Diplomas, fáceis de entender e ter imediata compreensão, até pelo mais leigo.
Mais bem conceituado não poderia ser. E não se perca de vista que não entender a Lei demonstra despreparo cultural, por má educação, inclusive, e principalmente no Nobre Ato da Leitura. ?LER É A FONTE DO SABER?.
de consumo. Há certa imprecisão entre o que denomina princípios e as diretrizes gerais contidas no mencionado artigo. As expressões empregadas no referido artigo podem ser agrupadas segundo a classificação dos princípios sociais:


[...] E assim não poderia ser, por conta das conseqüências, que certamente causariam desequilíbrios sociais CÓDIGO DO CONSUMIDOR E INTERNET: Aplicável ou não; e quando: A internet, novata, portanto, ainda não bem disciplinada, trouxe mudança em diversos campos do direito, mais ainda do consumidor, e por isto a importância de se falar sobre o assunto. As relações de consumo encontraram neste novo meio um campo propício, não só ao incremento do comércio, mas também ao surgimento de indagações acerca de seus institutos. [...]


[...] A POLITIZAÇÃO COMO ALIADO DO CONSUMO: Recentemente, iniciativa inovadora e comemorável teve o Idec Instituto de Defesa do Consumidor, de remeter aos candidatos a governador, em todo o Brasil, e candidatos à Presidência da República, a partir de 31/8/08, propostas para que melhorem a situação do consumidor brasileiro. Também foi disponibilizada interatividade entre consumidores / interessados e políticos, para apresentação de propostas, críticas, sugestões. Outro meio de se fazer com que mais se preocupem com o Consumidor, e a ele traga soluções / proteções. [...]


[...] III Vulnerabilidade política ou legislativa decorre da falta de organização do consumidor brasileiro, inexistem associações ou órgãos "capazes de influenciar decisivamente na contenção de mecanismos legais maléficos para as relações de consumo e que acabam gerando verdadeiros ?monstrengos' jurídicos" (Moraes p.132). IV Vulnerabilidade Psíquica ou Biológica, quando o consumidor é atingido por uma infinidade de estímulos (visuais, olfativos, químicos, auditivos, etc.) que devido a sua própria constituição orgânica influenciam na tomada da decisão de compra. Por isso nos dias atuais percebemos a importância desta motivação, capaz de criar desejos, necessidades e manipular manifestações de vontade como forma de influenciar o consumidor. [...]

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